Conflitos · Ameaças à aviação
Ameaças de bomba em voos na Europa se ampliam para pelo menos 15 viagens em um dia
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Traduzido do original em inglês.
O que apareceu inicialmente em nossa cobertura como um único voo Dublin–Roma desviado agora se tornou uma interrupção muito mais ampla da aviação europeia. Às 10:31 UTC de 5 de novembro, a HeyDay News informou que um Airbus A320 da Aer Lingus havia pousado na base aérea de Évreux, na França, após uma ameaça de bomba. Relatos posteriores descrevem pelo menos 15 voos afetados na quinta-feira, prolongando uma semana de ameaças que forçou desvios, escoltas de caças e buscas em aeronaves.1
Entre as viagens adicionais estavam dois voos da Finnair que transportavam 321 passageiros e 13 tripulantes. Ambos chegaram com segurança aos destinos, e todos desembarcaram. As buscas concluídas nos incidentes descritos não encontraram nenhum artefato explosivo, embora vários resultados de inspeções finais ainda não estejam disponíveis. A interrupção está confirmada; não se sabe se as ameaças vieram de uma fonte comum.12
Esses números diários e semanais descrevem grupos que se sobrepõem, não totais separados que possam ser somados. A CBS News informa que pelo menos sete voos anteriores receberam ameaças durante a semana. Os incidentes de quinta-feira elevaram o total semanal para mais de 20.1
A contagem diária também exige uma ressalva: é uma contagem divulgada por uma organização jornalística, não um registro oficial independente e válido para toda a Europa. A lista da CBS inclui um voo da Aer Lingus, dois serviços da Finnair, dois voos da Wizz Air, um serviço da LOT, três voos da Ryanair com destino à Bulgária, quatro aeronaves com destino a Praga e duas chegadas adicionais ao Aeroporto de Milão-Malpensa. A soma é 15. Onze estão identificados por rota; dos quatro com destino a Praga, as reportagens disponíveis não informam os números individuais dos voos nem os aeroportos de partida.1
Chegadas seguras, mas viagens interrompidas
O voo AY1761 da Finnair, de Helsinque a Roma, transportava 144 passageiros e sete tripulantes. Um caça italiano o escoltou até a capital, onde foi recebido para verificações de segurança. A Anadolu, citando Stiina Tuunanen, gerente de comunicações da Finnair, informou que o voo chegou no horário previsto. O segundo serviço, o AY1471, de Helsinque a Viena, transportava 177 passageiros e seis tripulantes; operado pela Jettime, pousou normalmente.1212
A Finnair classificou os alertas como “ameaças de bomba sem fundamento ou trotes” em um comunicado publicado pelo The Guardian. A companhia afirmou que leva a sério toda ameaça potencial, avalia cuidadosamente cada situação e trabalha com as autoridades locais. A descrição da empresa não deve ser confundida com uma liberação definitiva de segurança de todas as aeronaves envolvidas no episódio mais amplo.2
A inspeção da aeronave com destino a Roma teve, de fato, um resultado negativo. O que aconteceu com as operações aeroportuárias é menos claro. Em sua reportagem de 5 de novembro, a CBS News disse que o Aeroporto Leonardo da Vinci–Fiumicino interrompeu os voos por 30 minutos. A cobertura do The Guardian de 5 de novembro reproduziu um comunicado da operadora do aeroporto, ADR, segundo o qual a verificação e a liberação foram concluídas “sem qualquer impacto nas operações normais do aeroporto”. A extensão e o momento de qualquer interrupção continuam sem conciliação; nenhum dos relatos pode simplesmente ser incorporado ao outro.12
O voo da Wizz Air de Milão-Malpensa a Varsóvia recebeu uma ameaça enquanto estava no ar e foi desviado para Viena. A companhia aérea afirmou que a tripulação seguiu os procedimentos de segurança estabelecidos e que estava cooperando com as autoridades. Um voo separado da Wizz Air, de Malpensa a Bucareste, pousou em segurança e foi liberado após verificações do serviço de inteligência romeno, que não encontraram nada preocupante. Não foi fornecido o resultado da inspeção final da aeronave com destino a Varsóvia.2
Na Bulgária, três voos da Ryanair ameaçados seguiam para Sófia, vindos de Madri, Copenhague e Londres Stansted. Os dois primeiros continuaram até Sófia; a aeronave de Londres foi desviada para Plovdiv. Esse desvio é um dos três voos, não um quarto incidente. Os três passaram por inspeções, sem que fossem identificados explosivos, itens suspeitos ou outros problemas.12
As operações em Sófia e Plovdiv voltaram ao normal, segundo o Ministério dos Transportes da Bulgária. A Ryanair estava organizando o transporte de Plovdiv para Sófia. Para esses passageiros, um pouso seguro ainda deixou a viagem inacabada: o comunicado confirmou que o transporte subsequente estava sendo organizado, não que todos já tivessem chegado ao destino pretendido.2
O voo LO235 da LOT, de Varsóvia a Bruxelas, passou por duas verificações. Após receber informações sobre uma possível ameaça à segurança, a tripulação inspecionou a aeronave a bordo e não encontrou itens suspeitos. As autoridades fizeram outra busca após o pouso em Bruxelas, sem encontrar nada perigoso ou suspeito.2
Resultados das buscas avançam; atribuição, não
O relato sobre Praga avançou para além dos preparativos descritos anteriormente. Inicialmente, o The Guardian informou que a polícia tcheca aguardava quatro aeronaves que chegariam e preparava inspeções em busca de explosivos. A polícia avaliou como baixa a credibilidade das ameaças, mas ativou medidas de segurança para minimizar a interrupção. Posteriormente, a CBS informou que as quatro aeronaves haviam pousado e sido revistadas, sem que fossem encontrados explosivos ou dispositivos suspeitos. Esse resultado posterior substitui o status pendente anterior; não há divergência entre os veículos. Ainda faltam os identificadores individuais das aeronaves.21
Duas outras aeronaves ameaçadas chegaram com segurança ao Aeroporto de Milão-Malpensa sem serem desviadas: o voo A3552 da Aegean Airlines, vindo de Tessalônica, e o voo FR8953 da Ryanair, vindo do Porto. Segundo o relato disponível, técnicos em explosivos estavam inspecionando ambas. Essas chegadas são distintas das duas partidas da Wizz Air, e os pousos seguros não confirmam que as buscas tenham sido concluídas.1
O voo da Aer Lingus mencionado em nosso relato anterior também está incluído na contagem de quinta-feira. Todos os 151 passageiros e seis tripulantes deixaram a aeronave em segurança em Évreux enquanto equipes militares de desativação de bombas a examinavam, segundo o gabinete do primeiro-ministro francês. O resultado da busca final ainda não está disponível na cobertura analisada aqui. A novidade é a lista mais ampla de voos e os resultados adicionais das buscas — não outra ocorrência desse desvio.1
Algumas ameaças chegaram às companhias aéreas por e-mail, mas não foi estabelecido o método de envio de todas as mensagens. O especialista em segurança do transporte aéreo Paul Mason disse à BBC Radio 5 Live que a frequência era “incomum” e sugeriu um ato deliberado, em vez de ligações maliciosas coincidentes. A CBS relatou a avaliação dele junto com a ressalva crucial: nenhuma autoridade havia confirmado uma ligação entre as ameaças, e nenhum indivíduo ou grupo havia reivindicado a responsabilidade.1
A inferência de Mason é motivo para investigar um padrão, não prova de que haja um único responsável. Precauções semelhantes entre as companhias aéreas mostram que tripulações e equipes de solo estão respondendo às ameaças; por si só, elas não demonstram que as mensagens tenham a mesma origem.
O que sabemos
O que não sabemos
- Os resultados das inspeções finais ainda não estão disponíveis para a aeronave da Aer Lingus, o voo da Wizz Air desviado para Viena e as duas chegadas adicionais a Milão. Não foi estabelecida uma fonte comum para as ameaças.
Próximos passos
- Acompanhe os resultados das buscas ainda pendentes, a identificação oficial mais completa dos voos, os esclarecimentos sobre a interrupção operacional em Roma e as evidências investigativas sobre a origem das mensagens.
Uma ameaça não é prova de que havia uma bomba a bordo. Mas uma ameaça sem fundamento ainda pode interromper uma viagem, exigir apoio militar e deixar passageiros longe do destino. Até agora, as buscas produziram resultados tranquilizadores. Explicar quem causou a interrupção — e se esses incidentes fazem parte de uma única campanha — continua sendo uma tarefa distinta e ainda sem resposta.
Fontes23
dw.com
ABC listen
BBC News
Agenzia ANSA
Newsweek
BBC News
euronews
elDiario.es
- + 9 veículos
- HeyDay News
Todas as fontes, por veículo
24 fontes de 23 veículos· Mais citados primeiro
ABC listenabc.net.au1
Anadoluaa.com.tr1
BBC Newsbbc.co.uk1
BBC Newsbbc.com1
CBS Newscbsnews.com1
- Primeira notícia
- Hoax bomb threats affect at least 20 European flights in a week
Daily Mirrormirror.co.uk1
Dawndawn.com1
dw.comPrimeiro1
- Primeira notícia
- Several European flights receive bomb threats, some divert
Conforme exibido
- Two Finnair flights carrying 321 passengers landed safely after bomb threats. At least 15 flights are reportedly affected across Europe, prompting diversions, military escorts and aircraft searches. Investigators still haven't determined whether the threats share a source.
- Earlier on November 5, we reported that an Aer Lingus flight from Dublin to Rome had diverted to a French military base. The additional flights and completed searches now show how much farther the disruption reaches.
- The Aer Lingus Airbus A320 landed safely at Évreux. All 151 passengers and six crew left the aircraft safely while military bomb-disposal teams examined it. That flight is included in the wider count.
- The Thursday tally covers at least 15 flights. The week's total exceeds 20, including at least seven earlier journeys. Those earlier flights belong in the weekly figure, so they aren't added again to Thursday's count.
- The daily count has a specific breakdown. Eleven flights are identified by route, alongside four incoming Prague aircraft whose individual routes and flight numbers haven't been given. That makes the total a reported tally, with part of the flight-by-flight detail still missing.
- The list includes one Aer Lingus flight, two Finnair services and two Wizz Air flights. It also includes one LOT flight, three Bulgaria-bound Ryanair services, four Prague-bound aircraft and two additional arrivals at Milan.
- Finnair's Rome flight carried 144 passengers and seven crew. Its Vienna service carried 177 passengers and six crew. Both reached their destinations safely, and everyone disembarked. Together, those aircraft carried 321 passengers and 13 crew.
- An Italian fighter escorted the Rome aircraft, which arrived on schedule and was met for security checks. Jettime operated the Vienna service, which landed normally. Finnair called the alerts “unfounded or hoax bomb threats” and said it assesses every potential threat with local authorities.
- The Rome aircraft's search found nothing dangerous. But accounts disagree about the airport's operations. One describes a 30-minute flight stop. Airport operator ADR says normal operations weren't affected. The extent and timing of any pause remain unclear.
- A Wizz Air Airbus A321 bound from Milan Malpensa to Warsaw received a bomb threat while airborne and diverted to Vienna. The airline said its crew followed security procedures and that it was cooperating with the authorities.
- A second Wizz Air flight, from Milan Malpensa to Bucharest, landed safely. Romanian intelligence-service checks cleared that aircraft without finding anything worrying. Wizz Air said other airlines were also experiencing threats, diversions and searches.
- Three threatened Ryanair flights were heading to Sofia. The Madrid and Copenhagen services continued there, while the London Stansted aircraft diverted to Plovdiv. All three underwent inspections, and authorities found no explosives, suspicious items or other problems.
- The London aircraft is already one of those three flights. Operations at both Sofia and Plovdiv returned to normal. Ryanair was arranging onward transportation from Plovdiv to Sofia, leaving those passengers with another leg to complete after landing safely.
- LOT's Warsaw-to-Brussels flight underwent two inspections. After receiving information about a potential safety threat, the crew checked onboard and found no suspicious items. Authorities searched again after landing in Brussels and also found nothing dangerous or suspicious.
- Four Prague-bound aircraft have now landed and been searched, with no explosives or suspicious devices discovered. Earlier, Czech police had been preparing for their arrival. Police rated the threats' credibility as low but activated security measures and arranged explosives inspections.
- Police said those precautions were intended to limit disruption to passengers and airport operations. The completed searches move those four aircraft beyond the earlier stage when inspections were still being prepared.
- Two additional aircraft landed safely at Milan Malpensa without diverting. They were an Aegean Airlines service from Thessaloniki and a Ryanair flight from Porto. Explosives technicians were inspecting both. These arrivals are separate from the two Wizz Air departures.
- Some threats reached airlines by email. Across the incidents, crews and ground teams carried out onboard checks, ground searches and diversions, with military support on some flights. Those responses interrupted journeys even where searches found nothing.
- Air transport security expert Paul Mason called the frequency unusual. He suggested the pattern could reflect a deliberate act rather than unrelated malicious calls. He also emphasized the processes airline crews and ground staff use to assess a threat's credibility.
- Authorities haven't confirmed a link among the threats, and nobody has claimed responsibility. Completed searches have found no explosive device. Final inspection results are still awaited for the diverted Aer Lingus aircraft, the Wizz Air flight diverted to Vienna and the two additional Milan arrivals.
Tradução atualizada em
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