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Negócios · Balsas elétricas de Toronto

Balsa elétrica de Toronto chega a Istambul. Quando os passageiros poderão embarcar?

A Lady of the Quays concluiu o reboque da Romênia, mas o transporte, os testes em Toronto e o treinamento da tripulação ainda estão por vir. Dezembro é o período previsto para a chegada ao Canadá — não uma data para embarcar.

Escrito 5 min de leitura · 16 fontes

Vídeo no idioma original

Traduzido do original em inglês.

O que ainda precisa acontecer antes que os passageiros da Toronto Island possam embarcar na primeira nova balsa elétrica da cidade? A Lady of the Quays chegou a Istambul depois de ser rebocada desde seu estaleiro romeno, mas a travessia oceânica — e o trabalho necessário para colocá-la em serviço de passageiros — ainda estão pela frente. A cidade espera que ela chegue ao Canadá em dezembro de 2026. Essa não é uma data para começar a embarcar passageiros.⁠1

Essa distinção é importante para um programa de substituição destinado a aliviar uma frota envelhecida. Toronto tem uma balsa concluída mais perto de casa, mas que ainda não é um acréscimo em operação à conexão com a ilha. O carregamento, o transporte, a entrega em Toronto, os testes no lago e o treinamento da tripulação ainda separam o marco mais recente da construção da primeira viagem pública. A atualização de novembro não informa uma data para o início do serviço de passageiros.⁠1

650Número máximo de passageiros a bordo da Lady of the Quays 1
14Capacidade de veículos 1
Dezembro de 2026Chegada prevista ao Canadá, não início do serviço de passageiros 1

As informações sobre o transporte vêm de uma reportagem de Matthew Bingley, da Global News, publicada em 5 de novembro às 2:36 p.m., horário de Toronto, com base em uma declaração enviada por e-mail por Abi Thomas, gerente-geral de Serviços de Frota da cidade. Isso estabelece a data da reportagem pública; não estabelece uma data de divulgação separada para a declaração da cidade. O relato tampouco fornece uma data de carregamento ou partida.⁠1

Thomas disse que a balsa concluída seria carregada a bordo de um navio em Istambul. Esse navio a levaria pelo mar Mediterrâneo e pelo oceano Atlântico e, em seguida, pelo rio São Lourenço até o lago Ontário. A viagem concluída até agora é o reboque da Romênia a Istambul — não a travessia do Atlântico, nem sequer uma operação de carregamento confirmada.⁠1

Thomas também disse que os moradores poderiam acompanhar a viagem pela internet assim que ela começasse. A atualização não informou um endereço de rastreamento nem um porto de chegada confirmado no Canadá. Dezembro continua sendo o período previsto para a chegada ao Canadá; não está estabelecido quando a balsa chegará ao seu atracadouro final em Toronto.⁠1

Lançamento não significa início do serviço

A cidade anunciou os nomes Lady of the Quays e Toronto Islander em 14 de maio de 2026. O anúncio de nomes da cidade estabelece o nome oficial da primeira embarcação, incluindo o artigo “the”, omitido na reportagem sobre a entrega. Um vídeo da cidade publicado no fim de maio mostrou a Lady of the Quays sendo lançada — um marco anterior, não uma prova de que os preparativos operacionais estejam agora concluídos.⁠13⁠1

Quando cada balsa chegar a Toronto, terá de concluir testes no lago e o treinamento da tripulação antes de transportar passageiros. Não está claro quanto tempo isso levará. A reportagem de novembro também não esclarece suficientemente a situação dos testes marítimos anteriores, portanto, as imagens do lançamento não preenchem a lacuna no cronograma de testes.⁠1

A Toronto Islander, a segunda embarcação, deve ser entregue em algum momento no início de 2027. A Global News informou que a divisão de comunicações estratégicas da cidade recusou vários pedidos de entrevista para fornecer mais detalhes e não deu informações sobre o estágio de construção dessa embarcação. O período previsto para a entrega é mais uma previsão, não uma prova de que uma segunda balsa esteja pronta para entrar em serviço.⁠1

É por isso que as datas de transporte e de operação precisam permanecer separadas. Uma embarcação pode estar concluída no estaleiro e ainda estar longe de pronta para sua rota. Testes e treinamento não são ressalvas secundárias anexadas a um anúncio de entrega; fazem parte do que torna a compra utilizável.

A estrutura em terra também precisa estar pronta

O esforço de substituição começou mais de uma década antes desta atualização e mudou de rumo ao longo do caminho. Em 2018, o Conselho Municipal optou pela propulsão híbrida diesel-elétrica; em 2022, mudou para embarcações totalmente elétricas. Em 2024, a cidade selecionou a Damen Shipbuilding 5 B.V., parte da empresa holandesa de construção naval Damen. O contrato abrangia a construção, a entrega, o comissionamento e a garantia de duas balsas elétricas — não apenas a produção de cascos concluídos.⁠1⁠14

No entanto, mais de um ano depois da assinatura do contrato com a Damen, vereadores souberam que os funcionários não haviam previsto a infraestrutura de recarga no terminal de balsas Jack Layton. Posteriormente, a supervisão das balsas passou da área de parques e recreação para a gestão de frota. A atualização de novembro sobre a entrega não confirma que as obras de recarga estejam concluídas.⁠1

Essa omissão é significativa, mas não prova que a infraestrutura continue inacabada. Uma balsa elétrica precisa de alimentação de energia em terra, além de uma tripulação treinada e de uma embarcação testada. O relato da cidade faz avançar a história do transporte; não demonstra que todos os aspectos do serviço estejam prontos.

O serviço atual transporta cerca de 1.4 milhão de passageiros por ano através do porto interior. Na atualização de novembro, as quatro balsas principais tinham entre 61 e 90 anos. As duas novas embarcações devem substituir duas delas, incluindo a William Inglis; elas não substituirão toda a frota.⁠6⁠1

O trabalho também tem um histórico de segurança por trás. Em 2023, a William Inglis perdeu a propulsão e atingiu um cais, ferindo um tripulante. Em 2022, a Sam McBride sofreu uma colisão e vários passageiros ficaram feridos; posteriormente, o Conselho de Segurança nos Transportes constatou que os protocolos de segurança da cidade eram insuficientes na época. Esses incidentes não provam que todas as viagens atuais sejam inseguras. Eles explicam por que testes, treinamento e preparação operacional merecem ser examinados, em vez de tratados como mera formalidade.⁠1

A próxima etapa verificável é o carregamento e a partida de Istambul. Depois disso, vêm a chegada prevista ao Canadá, o transporte até Toronto e o trabalho local necessário antes que qualquer uma das novas balsas transporte o público. A Lady of the Quays avançou em direção à rota planejada. A data em que os passageiros poderão usá-la continua sem resposta.⁠1

Fontes4

Entre as fontes citadas aqui, Turkville publicou primeiro, 6 dias antes da veiculação desta reportagem. Outros 2 veículos publicaram em seguida.

3 matérias anteriores consultadas para contextualização.1 veículo sem data:LinkedIn

Todas as fontes, por veículo

16 fontes de 4 veículos· Mais citados primeiro

Conforme exibido
  1. A tug brought the new electric ferry to Istanbul. Toronto plans to use it to replace part of an aging fleet serving the islands. But an ocean shipment and preparations for passenger service still lie ahead. What has to happen before island passengers can board?
  2. Lady of the Quays can carry up to 650 passengers and 14 vehicles. It's the first of two fully electric ferries Toronto is buying. The city unveiled its name, alongside the second vessel's name, Toronto Islander, on May 14.
  3. The completed ferry has finished the tow from its Romanian shipyard. In Istanbul, workers must load it aboard another ship for the voyage to Canada. The Atlantic crossing is still ahead.
  4. The city expects Lady of the Quays to arrive in Canada in December 2026. Toronto Islander is due sometime in early 2027. Those are delivery expectations. Each ferry still needs preparations in Toronto before it can carry passengers.
  5. Abi Thomas, Toronto's general manager of Fleet Services, described the transport plan. The carrying ship will take the ferry through the Mediterranean and across the Atlantic, then into the waterways leading to Lake Ontario.
  6. From Istanbul, the planned route crosses the Mediterranean Sea and Atlantic Ocean. The ship then heads up the St. Lawrence River to Lake Ontario. December's expected arrival in Canada leaves the final delivery to Toronto still to follow.
  7. Thomas said residents will be able to track the journey online once it begins. The immediate step is loading and departure from Istanbul. After delivery to Toronto, each ferry must complete lake trials and crew training.
  8. The city posted a video of Lady of the Quays being launched in late May. Launching the vessel was an earlier construction milestone. The lake trials will test it on the water where it will work, while crews prepare to operate it.
  9. About 1.4 million passengers cross the inner harbour on the existing ferry service each year. Its four ferries were between 61 and 90 years old at the November update. The new vessels are intended to replace two of them.
  10. The replacement programme leaves part of the existing fleet in service. William Inglis is among the two ferries due to be replaced. For island passengers, the programme concerns the reliability of their connection as well as the move to electric propulsion.
  11. Council chose hybrid diesel-electric propulsion in 2018, then switched to fully electric vessels in 2022. In 2024, the city selected Dutch shipbuilder Damen for the two-ferry contract. The procurement effort had begun more than a decade before this delivery update.
  12. Damen's contract covers construction, delivery, commissioning and warranty. Commissioning means preparing the vessels to operate. Transporting a finished ferry to Canada completes one stage of that work, with operational preparations following its arrival.
  13. Councillors learned that staff hadn't accounted for charging infrastructure at the Jack Layton Ferry Terminal. That discovery came more than a year after the Damen contract was signed. Electric ferries also need the shore-side equipment that supplies their power.
  14. Oversight of the ferries subsequently moved from parks and recreation to fleet management. The city hasn't said whether the charging work is finished. That leaves another preparation to resolve alongside the vessels' delivery and testing.
  15. William Inglis lost propulsion and struck a wharf in 2023, injuring a crew member. That accident is part of the safety history behind the replacement effort. Another crash the year before exposed shortcomings in how the city managed ferry safety.
  16. Sam McBride crashed in 2022, injuring several passengers. The Transportation Safety Board later found the city's safety protocols had been lacking at the time. That history gives the remaining trials and crew training practical consequences for passengers and workers.
  17. Before either new ferry carries the public, it must reach Toronto, complete lake trials and have trained crews ready to operate it. The length of that testing period is still unclear. The city hasn't set a date for passengers to board either new ferry.

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