• Nova matériaReport says 37% of deaths among Wales probation-supervised prison leavers were drug-related
  • Em produçãoFour hospitalised after suspected arson house fire in Sydney’s Abbotsford
  • Buscando fontes6 transcrições coletadas, 0 novo conteúdo recebido
  • Nova matériaFirefighters respond to large house fire in Jackson
  • Nova matériaMass brawl between Galatasaray and Fenerbahce players after Istanbul derby
  • Em desenvolvimentoVenezuelan opposition leader Machado says she has returned after almost a year in exile — 33 fontes
  • Em desenvolvimentoFive European defence ministers set to meet in Paris on Ukraine support — 2 fontes
  • Nova matériaHealey announces tariff cuts and household measures ahead of Budget
  • Nova matériaThird victim dies from injuries in Oct. 20 Meridian shooting, police say
  • Nova matériaTrump seeks federal court intervention in California voting and certification rules

Esportes · Mortes de cavalos de corrida

A disputa sobre mortes de cavalos de corrida em Victoria precisa de nomes, não apenas de números

Ativistas contabilizam 48 mortes de cavalos em Victoria ligadas às corridas; o órgão regulador informa 22 mortes em corridas. Sem um registro comum, cavalo por cavalo, o público não consegue verificar plenamente a diferença.

Exibido Escrito 7 min de leitura18 fontesHeyDay News Desk · About usWatch report

Seguir por RSS

Vídeo no idioma original

Transcrição · CARREGANDO

Traduzido do original em inglês.

Acompanhamento da históriaDia 7

1 reportagem9 veículos18 fontes

Ohope Wins foi submetida à eutanásia após cair na Caulfield Cup. Dois outros cavalos morreram posteriormente em corridas em Victoria: uma potranca de dois anos desabou na pista em Ballarat, e um cavalo castrado de seis anos foi submetido à eutanásia após se ferir em Alexandra. Para o público que ajuda a financiar o setor, essas mortes deixam uma pergunta básica: as corridas conseguem prestar contas de suas perdas de uma forma que as pessoas possam realmente verificar? 1

Um novo balanço anual tornou essa questão mais urgente, sem resolvê-la. A Coalition for the Protection of Racehorses (CPR) atribui 48 mortes de cavalos em Victoria ao setor de corridas entre agosto de 2025 e julho de 2026. A Racing Victoria, órgão regulador estadual das corridas de puro-sangue, afirma que houve 22 mortes em corridas e classifica o número da coalizão como «enganoso, quando não malicioso». Os dois balanços foram noticiados pela ABC em 27 de outubro. 1

A diferença não é simplesmente de 26 cavalos à espera de uma correção aritmética. As organizações contabilizam mortes segundo critérios diferentes, e não há uma conciliação cavalo por cavalo que mostre exatamente onde os relatos divergem. A CPR forneceu à ABC sua lista de Victoria. A Racing Victoria disse que não conseguiu fornecer à ABC uma lista com os nomes dos cavalos. 1

Fatos principais

  1. 48Mortes em Victoria atribuídas às corridas pela CPR 1
  2. 22Mortes em corridas informadas pela Racing Victoria 1

Onde o registro deve parar?

As objeções da Racing Victoria merecem mais do que ser descartadas. Em sua resposta por escrito, o órgão afirma que a lista da CPR inclui cavalos que morreram de cólica e em acidentes em piquetes, três que morreram em um acidente rodoviário e cavalos cujas últimas corridas ocorreram 10, 12 e 17 anos antes. Também aponta um cavalo que morreu de complicações após um suposto ataque de arraia. Esses são motivos substanciais para questionar o que uma contagem de mortes no setor de corridas pretende medir. 1

Mas exemplos não equivalem a uma conciliação. Eles não mostram quais cavalos compõem os 22 do órgão regulador, como todos os outros foram classificados ou se todas as mortes excluídas não tinham ligação com as corridas. Um cavalo que morre longe de um hipódromo ainda pode ter morrido por causa de uma lesão sofrida nele. O local, por si só, não responde à questão do bem-estar animal.

Helle Erhardson, gerente-geral da CPR, rejeita explicitamente uma interpretação que limite o relatório da organização às mortes ocorridas na pista. «Não estamos afirmando que todas essas mortes ocorreram na pista; estas são as que sabemos que estão relacionadas às corridas», disse ela à ABC. Sua explicação inclui 15 cavalos que morreram nos dias seguintes a lesões sofridas em corridas e nove que morreram de fome. 1

Esses subtotais não resolvem a divergência em Victoria. O relato da ABC não os identifica de forma inequívoca como números apenas de Victoria, e qualquer sobreposição com o total do órgão regulador precisaria ser verificada. Somá-los aos 22 seria fabricar uma conciliação em vez de estabelecê-la. O relatório original de 2026 e um registro compatível não foram examinados de forma independente para esta reportagem.

Há distinções legítimas a preservar: uma morte imediata em corrida, a eutanásia tardia após uma lesão em corrida e a morte de um cavalo aposentado há muito tempo não são acontecimentos intercambiáveis. Um registro útil poderia preservar essas distinções e, ao mesmo tempo, permitir que os leitores vissem o histórico completo. Não é necessário escolher entre contar tudo da mesma maneira e tornar algumas mortes invisíveis.

Contagem de mortes não é medida de risco

O relatório DeathWatch 2026 coloca Victoria à frente de todos os outros estados na contagem de mortes registrada pela CPR pela primeira vez. Nos 12 relatórios anteriores, o maior número de mortes foi registrado em Nova Gales do Sul, que realiza cerca de 1.000 corridas a mais por ano do que Victoria. Esse histórico não estabelece qual estado é mais perigoso para um cavalo individualmente. 1

Para fazer essa comparação, seria necessário usar definições compatíveis, além de medidas de exposição, como o número de cavalos ou de largadas. Um programa de corridas maior pode resultar em mais mortes sem necessariamente ter uma taxa de mortalidade mais alta; um sistema de notificação mais abrangente pode registrar mais mortes sem demonstrar que a segurança subjacente é pior. Chamar Victoria de estado «mais letal» vai além do que esses totais brutos permitem concluir.

Em todo o país, a CPR atribui pelo menos 160 mortes ao setor de corridas na temporada 2025–26, incluindo mais de 50 causadas por lesões nas patas dianteiras. Não foi estabelecido um subtotal dessas lesões em Victoria. Erhardson diz que o mínimo reflete as mortes que o grupo conseguiu confirmar, enquanto provas e treinamentos em propriedades privadas são difíceis de fiscalizar pelo público. Não se trata de uma estimativa estatística de um número adicional de mortes não observado. 1

A CPR também afirma que quase 70 por cento dos cavalos contabilizados começaram a correr ou a participar de provas aos dois anos, antes do que, segundo a entidade, seria provável que tivessem atingido a maturidade esquelética plena. Isso descreve o histórico deles; não demonstra que começar aos dois anos tenha causado suas mortes. 1

A Racing Victoria apresenta outra medida de segurança: um índice de segurança declarado de 99.95 por cento na última década, junto com uma média anual de mais de 40,000 cavalos puro-sangue que participaram de corridas. O cálculo por trás desse percentual não é apresentado na reportagem da ABC, nem é explicada sua aplicabilidade às categorias mais abrangentes de mortes da CPR. Além disso, o número de participantes não corresponde necessariamente ao de cavalos distintos. O percentual não resolve a divergência sobre quais mortes devem constar do registro. 1

As mortes da primavera são separadas

As mortes que chamaram atenção nesta primavera ocorreram depois do encerramento do relatório anual, em julho. Erhardson inclui os cavalos de Ballarat e Alexandra entre 12 mortes de cavalos de corrida em Victoria nas nove semanas anteriores. O comunicado da CPR de 20 de outubro havia contabilizado 10 mortes por lesões relacionadas às corridas ao longo de oito semanas. O balanço posterior abrange um período mais recente e mais longo — não o mesmo período com um total contraditório. Nenhum dos números deve ser somado ao total de agosto de 2025 a julho de 2026, nem considerado parte dele. 1 15

As identidades, datas e circunstâncias completas das 12 mortes recentes não foram estabelecidas no relato disponível. A morte de Ohope Wins atraiu atenção incomum por causa da importância da Caulfield Cup, não por ela ter sido a única a morrer em corridas em Victoria. Esse é o argumento de Erhardson, embora os totais mais amplos continuem em disputa.

Os comissários liberaram os jóqueis envolvidos na queda da Caulfield Cup e descreveram o motivo da eutanásia de Ohope Wins como uma «lesão grave em corrida». A reprise on-line foi editada para remover a queda envolvendo Ohope Wins e Half Yours. Erhardson afirma que a mesma descrição genérica de lesão aparece para quase todas as mortes em Victoria e critica, de maneira mais ampla, a remoção de imagens dos incidentes. Essa acusação mais ampla é distinta da edição documentada dessa reprise específica. 1

Financiamento público aumenta a importância da questão

Os contribuintes de Victoria forneceram A$72 milhões ao longo de quatro anos por meio do Racing Industry Fund. O Partido Trabalhista prometeu elevar esse valor para A$80 milhões se for reeleito em novembro — uma promessa condicional, não dinheiro já gasto. Um porta-voz do governo disse à ABC que o governo trabalhava com a Racing Victoria para garantir que o setor «continue atendendo aos mais altos padrões de bem-estar animal». 1

A Racing Victoria afirma que o setor gera A$5.5 bilhões em atividade econômica anual e sustenta quase 34,000 empregos equivalentes a tempo integral. Essas são estimativas do órgão regulador, não conclusões auditadas de forma independente nesta reportagem; equivalentes a tempo integral medem o trabalho, não o número de trabalhadores. O órgão regulador também acusa organizações como a CPR de tentar acabar com as corridas e privar os moradores de Victoria de empregos e de uma atividade social legal. 1

Emprego e diversão são aspectos legítimos da discussão sobre o futuro das corridas. Eles não determinam se a morte de um cavalo específico deve ser atribuída ao setor. Da mesma forma, ser contra as corridas não torna comprovadamente relacionadas às corridas todas as mortes incluídas na lista de um grupo ativista. As duas posições exigem registros que resistam a uma análise minuciosa.

A campanha Nup to the Cup da CPR continua durante o Spring Racing Carnival, inclusive na Melbourne Cup da semana seguinte. Erhardson quer que as entidades de corridas publiquem os próprios registros de mortes. O teste imediato é mais restrito do que a discussão sobre se as corridas devem continuar: a Racing Victoria divulgará os nomes e as classificações necessários para comparar seu balanço com o da coalizão? Até lá, o público tem dois totais, mas nenhum registro comum que explique a diferença. 1

Conforme exibido 21 linhas
  1. Ohope Wins was euthanised after falling in the Caulfield Cup. Her death brings fresh scrutiny to how racing counts its losses, while Victorian taxpayers spend millions supporting the industry.
  2. Which horses belong in the death toll, and will the regulator release the names needed to check it?
  3. The Coalition for the Protection of Racehorses counts 48 Victorian deaths linked to racing between August 2025 and July 2026. Racing Victoria, which regulates thoroughbred racing in the state, says there were 22 racing fatalities. It calls the larger tally “misleading, if not mischievous”.
  4. The coalition's DeathWatch Report 2026 puts Victoria above every other state for the first time. But calling a state the deadliest can suggest more than these figures show. A death count alone doesn't tell an owner how likely an individual horse is to die.
  5. New South Wales recorded the most deaths in the previous 12 DeathWatch reports. It runs about 1,000 more races each year than Victoria. Comparing the states' fatality rates would require matching what each count includes and how many horses or starts it covers.
  6. The national figures describe a broader welfare problem. The coalition includes deaths it links to the industry even when a horse dies away from a racecourse.
  7. The coalition attributes at least 160 deaths nationally to the racing industry in the 2025–26 season. It attributes more than 50 to front-limb injuries. General manager Helle Erhardson says the minimum reflects deaths the group could confirm, with others difficult to track.
  8. Erhardson says the public can't see what happens during trials and training on private properties. The coalition also says nearly 70 per cent of the horses began racing or trialling at two. It argues they were probably still growing. That history alone doesn't show that starting young caused their deaths.
  9. Racing Victoria points to horses that died from colic and paddock accidents. It also identifies three killed in a road accident, horses whose last races were 10, 12 and 17 years earlier, and one that died after a suspected stingray attack.
  10. Those examples explain its objection to the coalition's wider definition. Racing Victoria hasn't shown how every horse was classified against its own total. A death away from the track can still follow a racing injury, which is why the coalition argues for a wider register.
  11. Erhardson says the coalition includes 15 horses that died in the days after racing injuries, and nine that died from starvation. She says those horses deserve recognition too. Those subtotals weren't clearly identified as Victorian-only, so they can't explain the difference between 48 and 22.
  12. Any overlap would also need checking before those figures could be combined. The coalition supplied its Victorian horse list and asked Racing Victoria for equivalent transparency. Racing Victoria said it couldn't supply a list of horse names.
  13. Two more Victorian horses died after Ohope Wins. A two-year-old filly collapsed and died on track at Ballarat. A six-year-old gelding was euthanised after an injury in Alexandra. Erhardson places them among 12 Victorian racehorse deaths over the preceding nine weeks.
  14. An October 20 coalition statement had counted 10 deaths from racing injuries over eight weeks. The later figure covers a later, longer window. These spring deaths also come after the annual tally closed in July, so they must be kept separate from that season's figures.
  15. Stewards cleared the jockeys involved in the Caulfield Cup fall. They described Ohope Wins's reason for euthanasia as a “serious racing injury”. The online race replay has been edited to remove the fall involving Ohope Wins and Half Yours.
  16. Erhardson says a high-profile race brought attention to deaths that happen throughout racing. She also says nearly all Victorian deaths receive that same unspecified injury description in stewards' reports, and criticises the removal of incident footage. Her wider criticism goes beyond the confirmed edit to this replay.
  17. Racing Victoria says it has maintained a 99.95 per cent safety record over the past decade. It says Victoria averages more than 40,000 thoroughbred starters annually. It hasn't explained the calculation or how that percentage fits the coalition's broader death categories.
  18. Starters also don't necessarily represent distinct horses. Racing Victoria says the industry generates 5.5 billion Australian dollars a year in economic activity and supports nearly 34,000 full-time-equivalent jobs. Those are the regulator's estimates. Full-time equivalents measure the amount of work, rather than the number of individual workers.
  19. The Victorian government has spent 72 million Australian dollars through its Racing Industry Fund over four years. Labor promises to increase that figure to 80 million if re-elected in November. A government spokesperson says it's working with Racing Victoria to maintain the highest animal-welfare standards.
  20. Racing Victoria accuses groups such as the coalition of trying to shut racing down, threatening jobs and a lawful social activity. The coalition's Nup to the Cup campaign continues through the Spring Racing Carnival, including the following week's Melbourne Cup.
  21. Erhardson wants racing bodies to publish death records themselves. The public still has two competing totals without a shared horse-by-horse register explaining where they agree or differ. Racing Victoria says it can't supply the names needed to make that comparison.

Fontes

18 fontes9 veículos

Mapa de fontes

Confira as evidências por trás desta reportagem. O mapa mostra suas conexões; os links abaixo abrem as fontes citadas neste artigo.

O mapa de fontes carrega enquanto você lê.

Explore o mapa completo da redação ↗

Tradução atualizada em

Histórico de revisões

  1. r1Publicado pela primeira vez.