Justiça · Contestação de mandado de buscaCobertura em andamento · reportagem 2 de 2

Mandados de Andrew foram anulados em julho. Polícia ainda mantém o material apreendido

Correção à nossa reportagem de 6 de outubro: o Tribunal Superior já havia invalidado os mandados. A investigação continua, mas a autoridade policial para reter e examinar o material apreendido permanece contestada.

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Cobertura completa
  1. Atualização 1Por que um suspeito está processando a polícia que revistou suas casas?
  2. Atualização 2Mandados de Andrew foram anulados em julho. Polícia ainda mantém o material apreendidoVocê está aqui

O que mudou desde nossa última reportagem

3 dias depois

Antes

Por que um suspeito está processando a polícia que revistou suas casas?

O que dissemos que seguia em aberto

  1. Os fundamentos jurídicos, quem está financiando a ação e se Andrew comparecerá na quinta-feira.

    Ainda em aberto

    A falha agora é conhecida: foi usada a seção 8, quando a seção 9 era exigida, e Mountbatten-Windsor não compareceu em 8 de outubro. Não se sabe quem está pagando o processo. 15026

  2. Se a audiência da Sky “por volta de 9 de outubro” e a audiência de quinta-feira são o mesmo evento.

    Ainda em aberto

    O registro oficial confirma uma sessão em 8 de outubro, substituindo o horário aproximado para esse evento divulgado anteriormente. Não confirma se a referência anterior da Sky a “por volta de 9 de outubro” descrevia a mesma sessão ou uma audiência separada. 4014

  3. Quando será realizada a revisão substantiva e se a investigação terminará em uma acusação ou em nenhuma outra medida.

    Ainda em aberto

    O resultado sobre os mandados já havia sido decidido em 22 de julho, em vez de aguardar uma futura audiência substantiva. Ainda não se sabe se a investigação em curso resultará em uma acusação ou em nenhuma outra medida. 1167

  4. A decisão do juiz sobre restrições aos documentos e se organizações de mídia poderão apresentar manifestações.

    Ainda em aberto

    Não há relato de restrição ao acesso aos autos. Os termos exatos de acesso e se organizações de mídia apresentaram manifestações continuam sem confirmação. 44

  5. Qualquer data para a revisão judicial completa dos mandados.

    Não é mais relevante

    A busca por uma data futura para uma audiência que decida a validade dos mandados foi superada pela anulação deles em julho. Espera-se que a disputa separada sobre os bens apreendidos seja resolvida em 2027, sem dia confirmado. 1167

Agora

Correção à nossa reportagem de 6 de outubro: o Tribunal Superior já havia invalidado os mandados. A investigação continua, mas a autoridade policial para reter e examinar o material apreendido permanece contestada.

O que avançou

  • O juiz Hilliard explica o resultado no Tribunal Real de Justiça.

22 de julho de 2026 é a data que muda esta história. Foi quando o Tribunal Superior anulou os mandados usados para revistar as residências de Andrew Mountbatten-Windsor — não em 8 de outubro, quando o resultado foi explicado publicamente. Meses depois de os mandados perderem sua autoridade legal, a polícia ainda mantém os documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos com base neles. Se os investigadores podem reter e examinar legalmente esse material é agora a questão decisiva na disputa judicial. 11 10 67

A Polícia do Vale do Tâmisa reconheceu que os mandados foram emitidos com base na disposição errada da Lei de Polícia e Provas Criminais de 1984. Trata-se de uma falha concreta na autorização obtida para as buscas. Isso não é uma conclusão de que Mountbatten-Windsor cometeu a suposta conduta imprópria, nem de que não a cometeu. A investigação continua. 1 11

Isso também exige uma correção de nossa cobertura. Em 6 de outubro, a HeyDay News informou que uma contestação dos mandados ainda aguardava uma decisão substantiva, que a autorização para revisão judicial havia sido concedida e que haveria uma audiência sobre o acesso a documentos do tribunal. Dissemos que não havia sido estabelecida nenhuma decisão de que os mandados eram ilegais. O relato que se tornou disponível agora mostra que os mandados já haviam sido anulados. Nossa descrição da contestação como ainda aguardando essa decisão estava errada e foi substituída.

O relato do Guardian de 8 de outubro destacou a decisão do tribunal de que os mandados eram ilegais; a BBC News, em reportagem publicada no mesmo dia, especificou que a anulação ocorreu em 22 de julho. A declaração da polícia, publicada às 14:44 de 8 de outubro, começava assim: “Em 22 de julho, o Tribunal Superior anulou mandados de busca concedidos em 18 de fevereiro de 2026”. Outubro foi o mês da explicação pública noticiada aqui, não o de uma nova decisão de anulação. Não está confirmado se essa declaração foi a primeira divulgação pública. 1 11 67

A decisão precedeu a explicação pública

  1. 18 de fevereiro de 2026

    O juiz de Londres emite os mandados no Old Bailey.

    167
  2. 19 de fevereiro de 2026

    A polícia revistou duas propriedades e prendeu Mountbatten-Windsor.

    110
  3. 18 de maio de 2026

    A ação de revisão judicial é protocolada.

    40
  4. 22 de julho de 2026

    O Tribunal Superior anula os mandados.

    1167
  5. 8 de outubro de 2026

    O juiz Hilliard explica o resultado no Tribunal Real de Justiça.

    4011

Mountbatten-Windsor, o ex-príncipe Andrew, foi preso sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público em seu 66º aniversário. Ele foi interrogado por 11 horas e liberado enquanto a investigação prossegue. A acusação diz respeito ao compartilhamento de informações sensíveis ou confidenciais com Jeffrey Epstein quando atuava como enviado comercial do Reino Unido. Ele nega qualquer irregularidade. Esta atualização não confirma acusação formal, absolvição ou decisão de não tomar outras medidas. 1 4 8 17

O procedimento errado para entrar nas residências

O pedido de mandado buscava autorização nos termos das seções 8 e 9 da Lei de Polícia e Provas Criminais. Os mandados foram concedidos com base na seção 8; Hilliard concluiu que, para essas buscas, mandados legais exigiam a seção 9. A polícia e os requerentes concordaram que eram ilegais. Hilliard tratava da contestação no Tribunal Superior, não emitia os mandados originais. 10 1 40

foi cometido um erro significativo no pedido de — e na concessão dos — mandados de busca

Juiz Hilliard 53

Essa descrição abrange tanto o pedido de autorização quanto a aprovação do tribunal. Não se tratou simplesmente de uma disputa sobre a forma como os agentes executaram um mandado que, de resto, era válido. Mas as reportagens não comprovam nem engano deliberado nem conduta criminosa por parte dos agentes, e não esclarecem por que foi usado o procedimento errado. 53 1

A Seção 9(1) prevê um procedimento específico: “Um policial pode obter acesso a material excluído ou material sujeito a procedimento especial para fins de uma investigação criminal mediante pedido nos termos do Anexo 1 abaixo e de acordo com esse Anexo.” A exigência é seguir esse procedimento, não obter acesso por meio de qualquer mandado disponível. 60

Isso não classifica tudo o que a polícia apreendeu. Não há um inventário completo nem uma classificação legal item por item disponível. Descrever todos os documentos ou dispositivos apreendidos como confidenciais ou protegidos por privilégio jurídico iria além das evidências. Privilégio jurídico, material excluído e material sujeito a procedimento especial são termos distintos, não rótulos intercambiáveis para registros sensíveis.

As buscas abrangeram a Royal Lodge, antiga residência de Mountbatten-Windsor em Windsor, e uma residência na propriedade de Sandringham, em Norfolk. A reportagem do Independent de 8 de outubro cita Wood Farm; nosso relato anterior mencionou Marsh Farm como uma identificação divulgada. São nomes diferentes, e o local exato em Norfolk continua sem confirmação independente. Nomear a propriedade e nomear uma residência nela não é, por si só, contraditório; as variações não comprovam a existência de uma terceira propriedade revistada. Nossa referência anterior a Marsh Farm não deve ser tratada como um endereço confirmado. 3 50 67

Estar de posse não significa ter permissão para examinar

Hilliard enfatizou que anular os mandados não encerra a investigação nem torna ilegal toda a investigação. A polícia já apresentou um pedido separado, com base em outra disposição legal, para reter os bens apreendidos. O Channel 4 também informa que houve um pedido para retê-los e examiná-los. Mountbatten-Windsor se opõe ao pedido. Relatos que descrevem essa medida como apenas possível são menos completos do que as reportagens que confirmam que ela foi tomada. 11 1 6

Os documentos e dispositivos continuam sob custódia policial enquanto a disputa prossegue. A posse física não determina, por si só, se há permissão para examinar cada item, usar seu conteúdo na investigação ou invocá-lo em um eventual processo futuro. A base legal do novo pedido não foi verificada, e não há confirmação de uma decisão final sobre retenção, exame ou admissibilidade. Espera-se uma audiência ou decisão em 2027; nenhuma data exata foi confirmada. 10 1 3 42

A CTV News informa que os advogados de Mountbatten-Windsor buscam excluir de qualquer julgamento as provas obtidas por meio das buscas. Esse é um objetivo, não uma ordem de exclusão já emitida. Esta atualização tampouco confirma indenização, custas, recurso ou impedimento automático de um processo. 7

O advogado criminalista Chris Daw KC disse ao Channel 4 que os tribunais geralmente permitem que as investigações continuem quando a polícia poderia ter obtido um mandado de forma adequada, e que ordens para devolver material apreendido são muito raras. Trata-se de uma avaliação da prática jurídica — não de uma decisão sobre estes itens específicos. A disputa judicial ainda não resolvida importa mais do que uma previsão geral. 6

A audiência de 8 de outubro também tratou das tentativas da polícia de restringir o acesso aos autos. O escritório de advocacia 5RB informa que não há restrição de acesso aos autos. Os termos exatos em vigor, se o pedido foi retirado ou rejeitado e se houve participação de organizações de mídia continuam sem confirmação. O juiz não ordenou a divulgação pública dos documentos e dispositivos apreendidos: o acesso aos documentos do processo e a divulgação de provas sob custódia policial são questões diferentes. Mountbatten-Windsor não compareceu. 44 4 50

Não se sabe quem está financiando a ação. Nossa reportagem de 6 de outubro publicou a posição do Palácio de que o rei não financiaria a ação e que seu apoio pessoal ao irmão não deveria pagar por ela. Essa posição, divulgada naquela data, não identifica quem pagaria. A data original em que foi concedida autorização para a revisão judicial e o juiz que a concedeu também continuam sem confirmação. 26 24

A distinção central é simples. Vencer uma contestação a uma busca ilegal não é ser inocentado. Dar continuidade a uma investigação não é permissão para ignorar as salvaguardas que regem suas provas. A questão dos antigos mandados foi decidida contra a polícia; a autoridade legal sobre o que ela ainda mantém continua pendente.

Fontes

Reportagens atuais: Guardian 1; ABC Australia 2; Independent 3; ABC Australia 4; SBS 5; Channel 4 6; CTV 7; explicador da BBC 8; BBC Newscast 9; reportagem da BBC sobre o tribunal 10; cronologia de julho da BBC 11.

Cobertura anterior: SBS 12; BBC 13; Sky 14; ITV 15; Associated Press 16; NPR 17; Telegraph 18; The Brief 19; BBC 20; Belfast Telegraph 21; GB News 22; Al Jazeera 23; Telegraph 24; TheJournal.ie 25.

Continuação da cobertura anterior: reportagem do Guardian sobre financiamento 26; UK Pulse 27; LBC 28; CNN 29; Times 30; Forbes 31; Independent 32; Royal Central 33; ITV 34; Guardian 35; IBTimes UK 36 37; Newsweek 38; Brit Brief 39.

Reportagens sobre o tribunal e acompanhamentos: decisão do Tribunal Superior 40; Police Professional 41; Standard 42; Independent 43; 5RB 44; Al Jazeera 45; Standard 46; ABC Australia 47; GB News 48; Belfast Telegraph 49; ITV 50; Mirror 51; página do caso no Judiciário 52; Joshua Rozenberg 53; Washington Post 54; National 55; Independent 56.

Legislation.gov.uk: seção 8 57; seção 9 58; anexos promulgados 59; texto da seção 9 com data 60; seção 14 61; Parte II promulgada 62; seção 8 promulgada 63; disposições promulgadas sobre mandados de busca 64; Anexo 1 com data 65; seção 11 promulgada 66.

Relatos oficiais e adicionais: declaração da Polícia do Vale do Tâmisa 67; declaração do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia 68; Town & Country 69.

Conforme exibido 19 linhas
  1. On October 6, we reported Andrew's warrant challenge was pending. The court had already quashed them.
  2. Police still hold the documents and electronic devices seized from his homes, and their misconduct investigation continues. Whether investigators can lawfully keep and examine that material is now the court fight.
  3. Andrew Mountbatten-Windsor didn't attend the October 8 hearing at the Royal Courts of Justice. Mr Justice Nicholas Hilliard explained the warrant outcome publicly there. The court had made its decision months earlier, on July 22.
  4. The High Court acted in July, well before the October hearing. Thames Valley Police confirmed that timing in its October 8 statement. Our earlier statement that the challenge was still awaiting a ruling was wrong.
  5. The recorder of London issued the warrants at the Old Bailey on February 18. Police searched the homes and arrested Andrew the following day. He filed his court claim on May 18. The warrants were quashed July 22, before the October 8 explanation.
  6. Andrew was arrested on suspicion of misconduct in public office on his sixty-sixth birthday. Police questioned him for 11 hours and released him under investigation. Investigators are examining allegations that he shared sensitive information with convicted sex offender Jeffrey Epstein while serving as a UK trade envoy. Andrew denies wrongdoing.
  7. Royal Lodge, Andrew's former home in Windsor, is one of the two searched properties. The other was a residence on the Sandringham estate in Norfolk. The precise Norfolk residence needs care because two different farm names have been used.
  8. Wood Farm and Marsh Farm are different names. The exact residence hasn't been settled. Our earlier mention of Marsh Farm was a reported identification, and shouldn't be treated as a confirmed address.
  9. Police sought authority under sections eight and nine of the Police and Criminal Evidence Act. But the warrants were granted under section eight. Hilliard concluded that lawful warrants for these searches required section nine. Police and Andrew's side agreed the warrants were unlawful.
  10. Hilliard said a significant error had been made in both the application for the warrants and their grant. The failure reached back to the legal authority police obtained before entering the homes. It involved the application and the court's approval.
  11. Section nine requires police to follow a prescribed application procedure for material the law calls excluded material or special procedure material. It directs them to Schedule One of the Act. Investigators have to comply with that procedure to obtain access.
  12. Hilliard also said the investigation could continue. Thames Valley Police is still investigating the alleged misconduct. The successful warrant challenge resolves the authority for those searches. The allegation against Andrew still has to be investigated.
  13. Police still have the documentary records and electronic devices taken from the homes. They've already made a separate application to retain that property under a different legal provision. Andrew opposes it, so the next dispute concerns material investigators already possess.
  14. Keeping the items, examining their contents and using those contents as evidence involve further legal questions. Police custody alone doesn't settle those questions. Andrew's lawyers are reportedly seeking to exclude evidence obtained in the searches from any future trial. The court hasn't decided that request.
  15. Criminal barrister Chris Daw says courts generally allow investigations to continue when police could properly have obtained a warrant. He also says orders returning seized material are very rare. That's his assessment of legal practice. The court must decide what happens to these particular items.
  16. The October 8 hearing also dealt with police efforts to restrict access to the court file. The outcome was reportedly no restriction on access. The judge didn't order the documents and devices seized from Andrew's homes to be made public.
  17. The court file contains papers from the legal proceedings. The seized documents and devices remain with police while the separate dispute continues. Andrew's judicial-review claim challenged the Central Criminal Court and the chief constable of Thames Valley Police.
  18. The Palace's position on October 6 was that the King wouldn't fund Andrew's legal action. It also said his private support for his brother shouldn't pay for it. That was the position carried in our earlier report. Nobody has identified who's paying for the litigation.
  19. The old warrants have been quashed. Police now need the court to resolve their authority over the material they hold. A hearing or decision on that separate dispute is expected in 2027. No exact date has been announced.

Fontes

69 fontes40 veículos12 vídeos1 texto de agência

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