Conflitos · Navegação no Mar NegroCobertura em andamento · reportagem 2 de 2
Onze marinheiros desaparecidos após ataques com drones no Mar Negro; Bulgária confronta enviado russo
Cinco marinheiros sobreviveram ao naufrágio do HS Dignity e todos os quinze a bordo do Chelsea 3 chegaram à costa. A Bulgária confrontou a embaixadora da Rússia, mas não estabeleceu quem lançou os drones.
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7 dias depois
Antes
Dois de 13 tripulantes morrem em naufrágio de navio de milho na costa da Romênia, e ninguém provou ainda o que o atingiuO que dissemos que seguia em aberto
Se o balanço é de dois mortos ou de um morto e um desaparecido, e quem são as vítimas.
Ainda em abertoAs reportagens fornecidas não conciliam o relato anterior de duas mortes com o relato de uma morte e um desaparecido, nem estabelecem a identidade das vítimas.
O que realmente atingiu o navio e se a Rússia vai confirmar ou negar.
Ainda em abertoA causa do naufrágio do Royad Mammadov e uma resposta russa confirmada continuam sem ser estabelecidas. As declarações sobre os ataques na Bulgária não esclarecem esse incidente separado.
Qualquer declaração romena sobre a causa ou a identidade dos mortos.
Ainda em abertoNão há aqui nenhuma nova conclusão romena sobre a causa ou a identificação confirmada dos mortos.
As respostas de Ancara, Baku e Nova Délhi, e se seguradoras ou transportadoras mudam seu comportamento na rota ucraniana de grãos.
Ainda em abertoAs respostas nacionais solicitadas e as mudanças nas rotas de grãos continuam sem confirmação. Radev relata custos de seguro mais altos e algumas recusas em transportar cargas para portos búlgaros, mas isso não comprova mudanças na rota específica abordada anteriormente. 65
Agora
Cinco marinheiros sobreviveram ao naufrágio do HS Dignity e todos os quinze a bordo do Chelsea 3 chegaram à costa. A Bulgária confrontou a embaixadora da Rússia, mas não estabeleceu quem lançou os drones.
Agora confirmado
- Os cinco sobreviventes do HS Dignity e todos os quinze tripulantes do Chelsea 3 foram resgatados.
Onze marinheiros estão desaparecidos. Outros cinco sobreviveram ao naufrágio do HS Dignity na costa búlgara do Mar Negro, mas as buscas continuaram até os relatos mais recentes de 13 de outubro, sem um desfecho confirmado para os que ainda não foram localizados. Eles estão desaparecidos, não foram declarados mortos — uma distinção que importa sobretudo para as famílias que aguardam notícias. 72
Um segundo navio mercante atingido por drones, o Chelsea 3, não perdeu nenhum tripulante: a Guarda de Fronteira da Bulgária levou os quinze ocupantes a bordo para terra. O primeiro-ministro Rumen Radev convocou a embaixadora russa Eleonora Mitrofanova e se reuniu com ela na terça-feira, 13 de outubro de 2026. O confronto diplomático da Bulgária com a Rússia está estabelecido. A responsabilidade pelos ataques, não. 34 52
Fatos principais
Os ataques ocorreram durante a noite de 12 para 13 de outubro. O HS Dignity, um navio de carga geral com bandeira da Guiné-Bissau identificado pelo número IMO 9545912, afundou a aproximadamente dezessete milhas náuticas — 31 quilómetros — a leste de Krapets, na região de Shabla. Seguia em direção a Brăila, na Romênia. O Maritime.bg situou o naufrágio por volta das 22:00 UTC de 12 de outubro; esse horário é aproximado, não uma reconstrução minuto a minuto confirmada. 72 76
A identificação da embarcação e o número de resgatados mudaram substancialmente. O relato de 13 de outubro do Sofia Globe apontou o Azov Concorde como o navio que afundou; a BBC informou um sobrevivente, refletindo a declaração inicial de Radev. Relatos marítimos e institucionais búlgaros posteriores identificaram o HS Dignity como o naufragado e o Azov Concord como um navio de resgate. São relatos iniciais superados, não alternativas com o mesmo respaldo. 3 1 72
O Azov Concord, com bandeira de São Cristóvão e Névis, resgatou quatro sobreviventes. O Skandi Asserter, de bandeira dinamarquesa, resgatou outro, confirmando cinco resgatados enquanto o número de desaparecidos permanecia em onze. A presidente Iliana Iotova também identificou o HS Dignity como o navio naufragado. As nacionalidades de sua tripulação não foram estabelecidas de forma conclusiva; as descrições de marinheiros sírios e egípcios continuam sem confirmação. 72
Todos em terra, mas os ferimentos continuam sem esclarecimento
Três drones aéreos teriam atingido o convés e a lateral do Chelsea 3 a cerca de dezoito milhas náuticas a leste de Byala. Outro relato contemporâneo o situou a aproximadamente quinze milhas náuticas da costa; nenhuma posição exata concilia essas descrições. O navio é de propriedade ucraniana, navega sob bandeira de Malta e está registrado em Odesa — três atributos diferentes, que não são evidência de que navegava sob bandeira ucraniana. Seguia de Giresun, na Türkiye, para Giurgiulești, na Moldávia. 36 6 150
O sinal de socorro foi recebido às 01:30, horário local da Bulgária, em 13 de outubro, equivalente a 22:30 UTC de 12 de outubro. Isso registra o recebimento do alerta, não necessariamente o horário do ataque. Sete ucranianos e oito azerbaijanos foram evacuados em mar agitado e chegaram à Estação Marítima de Varna por volta das 07:30, horário local, onde ambulâncias os aguardavam. 36 106 150
A BTA informou que a operação de resgate e transporte da lancha levou cerca de duas horas. Isso não explica todo o intervalo de seis horas entre o alerta de socorro e a chegada à costa: o horário exato da partida e os limites da operação não foram estabelecidos. 34 150
O quadro médico é mais grave do que sugeria a descrição inicial de cinco feridos leves. A reportagem de 13 de outubro do Novinite, citando o governador regional de Varna, Mario Smarkov, informou que seis pessoas ficaram feridas: cinco com ferimentos leves e outra com queimaduras. Uma atualização do Ministério da Defesa publicada pela BTA identificou três internações no Hospital Naval — dois homens do Azerbaijão, de 42 e 33 anos, e um ucraniano de 58 anos — com queimaduras de segundo grau. Um deles também sofreu um traumatismo craniano leve. Nenhum apresentava risco de vida. 1 9 146
Esses relatos não fornecem uma contagem unificada de pacientes, caso a caso. Não é seguro somar os cinco marinheiros examinados e liberados do Hospital St. Anna às três internações no Hospital Naval e afirmar que havia oito pacientes distintos; não se sabe se há sobreposição. O total de pessoas retiradas está definido. O total de feridos ou tratados, e os resultados individuais da recuperação, não. 150 146
O Chelsea 3 permaneceu à tona, descrito como ligeiramente adernado e à deriva, sem tripulação, perto do cabo Santo Atanásio. Inicialmente, o Sofia Globe informou que o navio havia chegado a Varna, mas relatos operacionais posteriores confirmam a chegada da tripulação, não a conclusão de um reboque. A chegada da embarcação ao porto não foi confirmada, assim como sua estabilidade atual, os planos de salvamento e a situação de poluição. A ausência de um relato confirmado de vazamento não significa que nenhum vazamento ocorreu. 3 156 169
Suspeita não é prova de responsabilidade
Radev convocou uma reunião emergencial do Conselho de Segurança e chamou o ataque mais recente de “absolutamente inaceitável”. Ele também afirmou: “Não temos evidências claras e conclusivas para atribuir a responsabilidade a nenhum dos lados.” Seu argumento de que o resultado beneficia a Rússia e de que não faz sentido a Ucrânia destruir os próprios navios diz respeito a motivos e consequências. Não identifica quem controlava os drones. 1 36 52
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, responsabilizou a Rússia. Mitrofanova disse não ter informações do Ministério da Defesa russo e não descartou uma provocação de terceiros. Nem a acusação nem essa explicação alternativa foram demonstradas por evidências publicamente conclusivas. A falta de informações da embaixadora não é uma conclusão investigativa que isente a Rússia. 92 52
Ainda assim, os ataques repetidos criam um problema de segurança imediato para a Bulgária. Em 6 de outubro, drones aéreos e marítimos atingiram o Alfa Watan e o Able na zona econômica exclusiva da Bulgária, a aproximadamente setenta milhas náuticas a leste de Byala. O Alfa Watan, de bandeira togolesa, afundou; seus dez tripulantes são considerados mortos. As equipes de busca encontraram botes salva-vidas, coletes salva-vidas e uma embarcação virada, mas nenhum sobrevivente ou corpo antes da suspensão das buscas. 29 172 116
O Able, de bandeira de Palau, pegou fogo, mas todos os dezoito a bordo — onze marinheiros turcos e sete indianos — foram resgatados, alguns feridos. Esses desfechos não devem ser confundidos com os onze desaparecidos do HS Dignity. Tampouco foi estabelecida de forma conclusiva a existência de um autor comum ou de uma ligação operacional entre os ataques de 6 e 13 de outubro. 26 47
Em 6 de outubro, noticiamos um naufrágio separado na costa da Romênia: o Royad Mammadov, que transportava milho da Ucrânia para a Itália, com dois mortos e onze resgatados, segundo os relatos. A causa não havia sido confirmada, apesar da acusação da Ucrânia sobre drones. Os ataques mais recentes na Bulgária representam uma nova emergência, não uma correção nem uma ligação comprovada com aquele incidente anterior. 80 82
A proteção ainda precisa acompanhar a diplomacia
Radev alertou para o aumento dos prêmios de seguro, recusas de transporte e riscos ao abastecimento de petróleo da refinaria de Burgas. Nenhum aumento confirmado de prêmio, total de perdas no transporte ou déficit na refinaria quantifica essas consequências. A Bulgária informou seus representantes na Otan e na UE e pediu ajuda para investigar a origem dos drones e reforçar a vigilância aérea e marítima. 65 52
Radev conversou com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, e com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; ambas as organizações condenaram os ataques. Rutte descreveu uma postura no flanco leste que já havia sido reforçada e ajustes “conforme necessário”, não um novo envio de tropas já concluído em resposta específica a esses ataques. Radev planeja conversar com a Romênia e a Türkiye e pretende levantar a questão da segurança marítima na reunião do Conselho Europeu de 15 e 16 de outubro. Essas conversas e as medidas resultantes ainda não ocorreram. 62 70 65
O que sabemos
O que não sabemos
- O destino dos onze marinheiros desaparecidos, a origem dos drones e a segurança atual do Chelsea 3 continuam sem solução.
Próximos passos
- Se as atualizações sobre as buscas e as decisões dos aliados trarão respostas às famílias e proteção prática às tripulações de navios mercantes.
Fontes desta reportagem e contexto
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Conforme exibido 26 linhas
- On October 6, we reported two deaths off Romania. Now drones have sunk another merchant ship. Eleven sailors are missing, and Bulgaria has summoned Russia’s ambassador after attacks on two vessels.
- All fifteen aboard the second ship reached shore. Bulgaria now has to find out who launched the drones and how to protect merchant crews.
- HS Dignity sank about seventeen nautical miles, or thirty-one kilometres, east of Krapets, in the Shabla area. The attacks happened overnight into October thirteenth. The Guinea-Bissau-flagged cargo ship was heading toward Brăila in Romania.
- Five sailors survived the sinking. Azov Concord recovered four, and Skandi Asserter recovered one. Radev initially announced one survivor. The rescue total has since risen to five, while eleven sailors remain missing and the search continues.
- Officials first named Azov Concord as the ship that sank. President Iliana Iotova later identified HS Dignity. Azov Concord helped rescue its crew. That ship flies the Saint Kitts and Nevis flag; Skandi Asserter flies Denmark’s.
- HS Dignity’s eleven missing sailors are still the focus of the rescue operation. Authorities haven’t confirmed their nationalities. The five survivors were recovered by two other vessels, separating the ship that sank from the ships that came to its aid.
- Three aerial drones hit Chelsea 3 on its deck and side, about eighteen nautical miles east of Byala. The vessel is Ukrainian-owned and registered at Odesa, but flies Malta’s flag. It stayed afloat after the strikes.
- Chelsea 3 was sailing from Giresun in Türkiye to Giurgiulești in Moldova. Bulgarian Border Police evacuated everyone aboard, seven Ukrainians and eight Azerbaijanis, in rough seas.
- All fifteen sailors reached Varna’s Maritime Station, where ambulances were waiting. Border Police described the cutter’s rescue and transport operation as taking about two hours. The crew’s evacuation was complete, while the damaged vessel remained without its crew.
- Chelsea 3’s distress signal arrived at one-thirty in the morning. Its crew reached shore around seven-thirty. Officials haven’t explained exactly which part of that interval the roughly two-hour operation covered. The distress time also doesn’t pinpoint when the drones struck.
- Three sailors were admitted to Varna’s Naval Hospital. Radev initially described five receiving help for minor injuries. Governor Mario Smarkov later counted six injured, including a sailor with burns. The Defence Ministry then gave more specific details about those hospitalized.
- Two hospitalized men are Azerbaijani, aged forty-two and thirty-three. The third is a fifty-eight-year-old Ukrainian. They had second-degree burns, and one also had a mild traumatic brain injury. The Defence Ministry says none has a life-threatening condition.
- Five lightly injured sailors were described as examined and discharged from St. Anna Hospital. Officials haven’t reconciled the patients across those updates, so the hospital admissions can’t simply be added to the earlier injury counts.
- Chelsea 3 was described as slightly listing and drifting near Cape St. Athanasius. An earlier announcement placed the ship in Varna, but officials have confirmed its crew’s arrival there. They haven’t confirmed that the vessel itself reached port.
- Rumen Radev convened an emergency Security Council meeting and called the attacks “absolutely unacceptable.” Bulgaria’s prime minister summoned Russian Ambassador Eleonora Mitrofanova and met her at the Council of Ministers. Their October thirteenth meeting lasted less than an hour.
- Radev says Bulgaria lacks clear and conclusive evidence identifying who launched the attacks. He argues that the outcome benefits Russia, and that Ukraine destroying its own ships makes no sense. He also says attacks on merchant shipping escalate the conflict.
- Ukrainian Foreign Minister Andrii Sybiha blamed Russia. Mitrofanova said she had no information from Russia’s defence ministry about the attacks. She suggested a third party might have staged a provocation. Bulgaria is seeking help investigating the drones’ origin.
- Alfa Watan sank in another drone attack on October sixth. Air and sea drones struck it and Able about seventy nautical miles east of Byala, inside Bulgaria’s exclusive economic zone, the offshore area where Bulgaria has economic rights.
- Alfa Watan’s ten crew are presumed dead. They were described as nine Syrians and one Egyptian. Searchers found rafts, life jackets and an overturned boat. The search was suspended without finding survivors or bodies.
- Able caught fire, but all eighteen aboard were rescued, eleven Turkish sailors and seven Indian sailors. Some were injured. Investigators haven’t shown that the October sixth and October thirteenth attacks had the same perpetrator or were part of one operation.
- Radev says the attacks are driving up insurance costs and prompting some carriers to refuse cargo for Bulgarian ports. He also warns of risks to oil supplies for the Burgas refinery. He hasn’t put a figure on those costs.
- Bulgaria informed its representatives to NATO and the European Union and sought help strengthening air and maritime surveillance and response. Both organizations condemned the attacks.
- Radev spoke with NATO Secretary General Mark Rutte and European Commission President Ursula von der Leyen. Bulgaria wants help finding the drones’ origin and improving its ability to detect and respond to threats against commercial ships.
- Rutte says NATO has already strengthened its eastern flank and will keep working with Black Sea allies. He promised continued monitoring and defence adjustments as needed. He hasn’t announced a completed new deployment specifically in response to these attacks.
- Radev plans shipping-safety talks with Romania and Türkiye. He intends to raise the attacks at the European Council on October fifteenth and sixteenth. Bulgaria still hasn’t identified who controlled the drones, and officials haven’t given a deadline for the investigation.
- The search for HS Dignity’s eleven missing sailors continues.
Fontes
187 fontes121 veículos8 textos de agência
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