• Buscando fontes33 transcrições coletadas, 33 novos conteúdos recebidos
  • Em desenvolvimentoAlaska ranked-choice system adds uncertainty to Sullivan-Peltola Senate race — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoOne dead, several injured in Six Flags Georgia coaster incident; nine rides closed across six parks — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoNew White House Press Secretary Katie Zachariah Holds First Briefing — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoUS issues temporary license for Russian diesel after Trump announces deal — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoJournal Reports Guilfoyle Asked Businessman for $100,000 AmEx Payment Without Paper Trail — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoJudge orders Trump administration to cancel remaining taxpayer-funded DHS TV ads — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoFederal agents raid Ilhan Omar’s home amid immigration investigation, days before midterms — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoUS justice department investigates five networks over Trump pool coverage — 0 fonte
  • Em desenvolvimentoLabor plans digital safety changes and discretionary trust tax bill as Parliament returns — 0 fonte

Conflitos · Ataque na cabineCobertura em andamento · reportagem 3 de 3

Copiloto da Flydubai teria mirado o terminal de Ben Gurion. Como passou pelas verificações?

Passageiros e tripulantes impediram a tomada da cabine. Agora, promotores dos Emirados Árabes Unidos alegam a existência de um plano suicida ensaiado contra o terminal de Ben Gurion, enquanto as falhas de triagem e as supostas conexões australianas continuam sem esclarecimento.

Exibido Escrito 8 min de leitura338 fontes

Seguir por RSS

Vídeo no idioma original

Transcrição · CARREGANDO

Traduzido do original em inglês.

Cobertura em andamentoDia 14

3 reportagens268 veículos513 fontes86 vídeos

Cobertura completa
  • Ainda não há eventos datados
  1. Atualização 1O que obrigou o desvio seguro da Flydubai? Alegações de tentativa de derrubar o avião continuam sem comprovação
  2. Atualização 2Capitão da Flydubai se recupera enquanto investigação sobre agressão avança nos Emirados Árabes Unidos; ligação com o Irã não foi comprovada
  3. Atualização 3Copiloto da Flydubai teria mirado o terminal de Ben Gurion. Como passou pelas verificações?Você está aqui

O que mudou desde nossa última reportagem

11 dias depois

Antes

Capitão da Flydubai se recupera enquanto investigação sobre agressão avança nos Emirados Árabes Unidos; ligação com o Irã não foi comprovada

O que dissemos que seguia em aberto

  1. A sequência na cabine, o estado de saúde dos pilotos, o número total de feridos, eventuais prisões e a viagem subsequente dos passageiros continuam sem esclarecimento.

    Ainda em aberto

    As reportagens agora descrevem o ataque com o machado e a intervenção, confirmam o voo de substituição dos passageiros e estabelecem que os dois pilotos feridos foram transferidos para os Emirados Árabes Unidos; o suspeito foi detido após o pouso e a atualização de 8 de outubro sobre o capitão mostrou uma melhora. A sequência completa na cabine, o inventário completo dos ferimentos, a avaliação médica atual do suspeito e o local exato da detenção continuam sem esclarecimento. 727527118519

Agora

Passageiros e tripulantes impediram a tomada da cabine. Agora, promotores dos Emirados Árabes Unidos alegam a existência de um plano suicida ensaiado contra o terminal de Ben Gurion, enquanto as falhas de triagem e as supostas conexões australianas continuam sem esclarecimento.

Ferido com o machado de emergência da cabine, o capitão Smit Machchhar destrancou a porta. Isso permitiu que pessoas do lado de fora entrassem, dominassem o copiloto que o atacava e ajudassem a estabilizar um avião de passageiros em queda. A abertura da porta foi o momento decisivo na tentativa de tomada de controle, que terminou com um pouso seguro na Arábia Saudita. 7

O destino pretendido era muito mais terrível, alegam agora promotores dos Emirados Árabes Unidos: um acidente suicida contra o terminal de passageiros do Aeroporto Ben Gurion, planejado para causar o maior número possível de mortes. O anúncio de 9 de outubro de 2026 identifica um alvo específico e preparativos alegados para o ataque de 30 de setembro a bordo do voo FZ1073 da Flydubai. A aeronave nunca chegou ao suposto alvo. 19

A distinção é importante. O ataque na cabine, a intervenção e o desvio de rota têm um histórico substancial de cobertura pública. As alegações sobre o plano contra o terminal, a motivação e a confissão vêm da investigação dos promotores, não de uma sentença criminal. Até 13 de outubro, não havia confirmação de acusações formais públicas, denúncia, data de julgamento ou veredito.

Em 30 de setembro, o HeyDay News noticiou o pouso seguro em Tabuk, enquanto as alegações de tentativa de acidente aéreo ainda não haviam sido comprovadas. Em 2 de outubro, noticiamos a conclusão preliminar de que o copiloto havia atacado Machchhar, a transferência dos dois pilotos feridos para os Emirados Árabes Unidos e a recuperação relatada do capitão. O que mudou depois foi o relato da investigação: um anúncio de 3 de outubro classificou o ataque como uma tentativa de ato terrorista; a atualização de 9 de outubro acrescentou o alvo no terminal de passageiros, os preparativos alegados e a confissão relatada. São anúncios sucessivos sobre um único voo, não novas emergências. 269 19

O acusado é um copiloto omanense de 29 anos identificado em reportagens como Hamam al-Hammami, também grafado Hammam al-Hammami. Não foi estabelecida uma grafia oficial e definitiva de seu nome legal; os comunicados oficiais recuperados o identificam por função e nacionalidade. Machchhar, o capitão indiano que ele atacou, não é o acusado. O FZ1073 era um Boeing 737 MAX 8, matrícula A6-FKF, que voava de Dubai para Ben Gurion, perto de Tel Aviv. 10 19 216

Os promotores dizem que o suspeito usou dois voos anteriores entre Dubai e Tel Aviv para se familiarizar com a rota e o aeroporto e, depois, tentou executar o plano no terceiro voo. Eles alegam que ele se inspirou nos ataques de 11 de setembro e descrevem a visualização de material que promovia o terrorismo e aulas de boxe como parte dos preparativos, sem explicar como cada atividade contribuiu. Dizem que ele confessou na presença de seu advogado e afirmou ter agido sozinho. Os investigadores ainda verificam se houve ajuda ou facilitação: uma confissão relatada de alguém que agiu sozinho não é uma conclusão definitiva de que ninguém o ajudou. 19

A queda e o pouso seguro

O ataque ocorreu no espaço aéreo saudita. A acusação identifica o machado de emergência da cabine como a arma usada para ferir Machchhar e tentar tomar os controles. Passageiros e tripulantes dominaram o copiloto depois que o capitão abriu a porta; outros pilotos que viajavam a bordo ajudaram a proteger e pousar a aeronave. Os relatos públicos não estabelecem quem executou cada comando nos controles. Descrições anteriores de um esfaqueamento não comprovam que uma arma adicional tenha sido encontrada. 19 7 234

A perda de altitude foi grave, mas é preciso separar as medições para manter a precisão. O relato da Reuters de 9 de outubro descreveu quase 5,000 metros em 30 segundos. O Flightradar24 identifica um intervalo específico, de 05:22:07 a 05:22:36 UTC, durante o qual a altitude caiu de 30,875 para 16,750 pés: 14,125 pés em 29 segundos, aproximadamente 4,305 metros. Esses números não são idênticos e não devem ser apresentados como uma única medição exata. Os dados de rastreamento tampouco constituem uma análise concluída do gravador de voo sobre a descida ou a sequência de comandos. 1 223

As autoridades sauditas informam que o pouso ocorreu às 09:45, horário local, em 30 de setembro, no Aeroporto Internacional Príncipe Sultan bin Abdulaziz, em Tabuk. Segundo elas, todos os passageiros seguiram viagem a bordo de uma aeronave substituta da Flydubai às 17:40 daquela tarde. Os demais tripulantes voltaram a Dubai separadamente, com exceção do capitão e do primeiro oficial, que recebiam tratamento hospitalar. A viagem subsequente aconteceu; não foi apenas prometida. 275

Até mesmo o número de pessoas a bordo continua sem conciliação. O relato saudita informa 174 passageiros e oito tripulantes. Já o comunicado de 2 de outubro do diretor-executivo da Flydubai, Ghaith Al Ghaith, descreveu “todos os 172 passageiros e tripulantes a bordo” como estando em segurança. Nenhum manifesto final divulgado publicamente esclarece essa diferença. Foi informado que todos os passageiros foram localizados e estavam em segurança, sem mortes ou ferimentos de passageiros confirmados nas reportagens analisadas. Ambos os pilotos ficaram feridos, portanto a segurança dos passageiros não significa que ninguém tenha se machucado. 275 110

Os dois pilotos receberam autorização médica e foram transferidos para Abu Dhabi com uma equipe de segurança emiradense em 1º de outubro. Machchhar sofreu ferimentos graves na cabeça, incluindo uma fratura craniana com afundamento, segundo relatos, e passou por uma cirurgia de emergência em Tabuk. A atualização da Índia em 8 de outubro informou que ele se recuperava bem após a cirurgia em Abu Dhabi e apresentava uma resposta positiva. Não há um número confirmado de cirurgias, um inventário completo dos ferimentos ou um prazo para a recuperação, e a melhora não significa alta nem aptidão para voar. 271 286 185

Em 8 de outubro, o presidente Isaac Herzog entregou prêmios por heroísmo civil a seis passageiros israelenses: Tali Manes, Zvika Manes, Yaniv Hayoun, Dr. Shota Musayev, Asaf Rajuan e Or Pardilov. Machchhar também receberá o prêmio após se recuperar; a entrega ainda está pendente. 301 306

O que as verificações de contratação não detectaram

A questão de segurança não é simplesmente se a Flydubai verificou o copiloto. Os promotores dizem que sim: ele tinha licença de piloto, apresentou um certificado de bons antecedentes e passou pelas verificações profissionais e de segurança exigidas quando foi contratado, em janeiro de 2026. A formulação deles é mais restrita do que afirmar que nunca houve sinais de alerta. 19

nenhum dos procedimentos revelou qualquer indicação de suas opiniões extremistas ou de sua intenção de executar um plano terrorista

Hamad Saif Al Shamsi, procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos 19

Essa declaração se refere ao que os procedimentos de contratação revelaram. Ela não apaga a alegação retrospectiva da mesma investigação de que sinais de extremismo apareceram na Austrália em 2017. Tampouco esclarece relatos de que a Oman Air o teria afastado anteriormente de voos ou treinamentos por preocupações com material extremista e transferido para funções administrativas. As restrições, o registro de notificações e as informações recebidas pela Flydubai não foram estabelecidos publicamente. Um alerta anterior e a falta de compartilhamento desse alerta são afirmações distintas; nenhuma delas pode ser provada apenas por uma verificação de contratação sem apontamentos. 19 53 294

O próprio histórico profissional precisa de correção. Os promotores situam o período dele na Oman Air entre 2020 e 2024, seguido de alguns meses de trabalho na Royal Air Maroc no início de 2025. A Royal Air Maroc afirma que ele concluiu três meses de treinamento teórico durante o processo seletivo de 2025, mas não foi contratado. Isso contradiz uma afirmação categórica de que ele foi funcionário da empresa. Outras datas relatadas em seu perfil continuam sem conciliação; o treinamento teórico não comprova que tenha pilotado voos comerciais para a companhia. 19 292

Conexões australianas não são conclusões australianas

A RMIT confirmou a matrícula em engenharia e que al-Hammami não concluiu uma qualificação em engenharia. Outros relatos institucionais confirmam estudos de treinamento de voo na Nova Zelândia e uma graduação em gestão da aviação por ensino a distância, em 2023, pela Buckinghamshire New University. São registros educacionais, não uma confirmação de radicalização. As autoridades australianas de contraterrorismo estão investigando as conexões dele; uma investigação não equivale a uma conclusão australiana definitiva sobre onde o extremismo começou. 331 295 3

O relato dos Emirados Árabes Unidos alega a existência de literatura extremista e material online que glorificava o terrorismo e ataques suicidas, visitas a uma mesquita associada à RMIT e relações com pessoas ligadas ao MyCentre, em Broadmeadows. Não estabelece que a RMIT administrasse essa mesquita nem que o suspeito frequentasse o MyCentre. No relato fornecido, nem o centro nem seu líder, Samir Mohtadi, também conhecido como Abu Hamza, são acusados de irregularidades. 19 2

Em 12 de outubro, Mohtadi rejeitou a associação: “Nunca conheci al-Hammami, mencionado em reportagens recentes, e não temos registro de que ele tenha frequentado nosso centro.” Essa negativa é importante, embora não esclareça de forma independente se ele conhecia outras pessoas associadas. Os promotores não identificaram essas pessoas nem explicaram os contatos. Culpa por associação não substitui as provas que faltam. 48 49 19

A análise política também chegou ao subsídio do centro para aulas de idiomas comunitários: um valor inicial de A$36,960 aprovado em março de 2024, posteriormente aumentado em A$31,176.20 para A$68,136.20, com o prazo estendido até dezembro de 2028. O valor concedido não comprova que o dinheiro tenha sido desembolsado nem que tenha havido uso indevido. Não há provas estabelecidas que relacionem o financiamento para aulas de idiomas ao ataque na cabine. 137 64

Enquanto isso, foi noticiado que a suspensão dos voos da Flydubai para Tel Aviv foi estendida até 31 de outubro, substituindo uma data de término anterior, por volta de 14 de outubro. Não há confirmação de retomada, e o fim do mês não é uma garantia de reinício. A emergência imediata terminou em segurança. A questão de segurança sem resposta continua sendo como as supostas preocupações anteriores não impediram que o suspeito chegasse a uma cabine de comando em operação — e qual instituição sabia o suficiente para agir. 323

Conforme exibido 37 linhas
  1. On September 30, we reported Flydubai's safe landing. Prosecutors now allege an airport-terminal suicide plot. More than 170 people escaped the flight emergency, and the alleged target included people inside the terminal.
  2. How did a co-pilot accused of planning this attack clear airline security checks?
  3. UAE prosecutors say the co-pilot intended to crash into Ben Gurion Airport's passenger terminal, causing the greatest possible loss of life. The Dubai-to-Tel Aviv aircraft instead landed safely at Tabuk, Saudi Arabia, after passengers and crew stopped the takeover.
  4. The aircraft never reached the alleged target. Flight FZ1073 was a Boeing 737 MAX 8, flying on September 30, 2026. The accused co-pilot is identified as Hamam al-Hammami, a 29-year-old Omani national.
  5. The prosecution's October 9 announcement added the specific target and alleged preparations. Its October 3 announcement had already described an attempted terrorist act. The flight emergency and those investigation announcements happened on different days.
  6. Attorney-General Hamad Saif Al Shamsi says the suspect studied the route and airport on two earlier Dubai-to-Tel Aviv flights. Prosecutors say he tried to execute the plan on the third flight, drawing inspiration from the September 11 attacks.
  7. The prosecution also describes viewing material promoting terrorism and taking boxing lessons as preparation. It hasn't explained how each activity contributed to the attack.
  8. Prosecutors say the suspect confessed with his lawyer present and said he acted alone. They're still checking whether anybody assisted or facilitated the plot. The alleged planning and motive have yet to be tested in court.
  9. Captain Smit Machchhar resisted despite serious injuries. In Saudi airspace, the co-pilot attacked him with the cockpit emergency crash axe and tried to seize the controls. The wounded captain unlocked the cockpit door, allowing others to intervene.
  10. Passengers and crew subdued the co-pilot, and people entering the cockpit helped stabilise the aircraft. Other pilots travelling aboard helped secure and land it. Investigators haven't published a complete reconstruction showing who made each control input. Earlier descriptions used the word stabbing. The more specific investigation identifies the crash axe.
  11. The aircraft lost 14,125 feet in one tracked interval lasting 29 seconds. It fell from 30,875 feet to 16,750 feet. That's approximately 4,305 metres during that specific interval.
  12. The earlier approximate account put the descent at nearly 5,000 metres in 30 seconds. The specified tracking interval gives approximately 4,305 metres in 29 seconds. Those figures shouldn't become one exact measurement.
  13. Broader reconstructions describe a descent from around 34,000 feet, with recovery near 15,000 feet. Tracking analyses recorded vertical rates near a display limit of about 32,600 feet a minute. They also recorded ground speed peaking near 598 knots. Flight-recorder analysis is needed to determine the full descent and control sequence.
  14. The aircraft transmitted a general emergency alert, then an unlawful-interference alert. Ground-based tracking later ended, while satellite observations continued. The final satellite signal came from Tabuk. A tracking signal doesn't identify the moment the wheels touched down.
  15. Saudi authorities give the landing time as 9:45 that morning at Prince Sultan bin Abdulaziz International Airport. All passengers were accounted for and safe. Both pilots were injured and taken to hospital in Tabuk.
  16. Saudi authorities say there were 174 passengers and eight crew members. Flydubai chief executive Ghaith Al Ghaith instead described 172 passengers and crew. No final public manifest has reconciled those totals. Most passengers were Israeli.
  17. Saudi authorities say all passengers continued their journey on a replacement Flydubai aircraft that afternoon and reached Ben Gurion that evening. Other crew returned to Dubai separately. The captain and first officer stayed behind for hospital treatment.
  18. Both injured pilots received medical clearance and transferred to Abu Dhabi on October 1 with an Emirati security team. Machchhar had serious head injuries, including a reportedly depressed skull fracture, and received emergency skull treatment and surgery in Tabuk.
  19. India's October 8 medical update says he's recovering well after surgery in Abu Dhabi and responding positively. He remains under medical care. His doctors haven't announced a recovery deadline.
  20. President Isaac Herzog presented civilian heroism awards to six Israeli passengers on October 8. They were Tali Manes, Zvika Manes, Yaniv Hayoun, Doctor Shota Musayev, Asaf Rajuan and Or Pardilov. Machchhar will receive his award after recovery.
  21. The accused co-pilot was detained after the Saudi landing and is now under UAE prosecution investigation. The UAE has jurisdiction because the aircraft is registered there and flies its flag.
  22. Flydubai hired him in January 2026. Al Shamsi says he held a pilot's licence, provided a good-conduct certificate and passed the required professional and security checks. Those procedures uncovered no indications of extremist views or terrorist intent.
  23. The same investigation alleges signs of extremism appeared years earlier. Passing those hiring checks therefore leaves the warning question open. The complete screening records and information exchanged between institutions haven't been made public.
  24. Royal Air Maroc says he completed three months of theoretical training during recruitment in 2025 but wasn't hired. That contradicts the prosecution's description of several months working there. Prosecutors place his earlier Oman Air employment between 2020 and 2024.
  25. His subsequently deleted professional profile described a longer Oman Air association ending in February 2025. It also listed Royal Air Maroc from June 2025 to January 2026. Those dates remain unreconciled with the prosecution account and the airline's clarification.
  26. Oman Air reportedly removed him from flying or training over extremist-material concerns and moved him into administrative work. Oman hasn't explained precisely what restrictions it imposed, what warnings it shared, or what Flydubai received.
  27. The broader allegation of an Omani-airline flying ban and a failure to notify the UAE also remains unresolved. The fact that recruitment checks found no problem doesn't show what another institution knew.
  28. RMIT confirmed that he studied engineering in Melbourne, around 2015 to 2017, and didn't complete the qualification. UAE prosecutors allege his drift toward extremism began in Australia in 2017, involving extremist literature and online material glorifying terrorism and suicide attacks.
  29. New Zealand authorities confirmed a six-month student visa, from November 2018 to May 2019, for flight training through a UK-based provider. Buckinghamshire New University confirmed a distance-learning aviation-management graduation in 2023. Australian counterterrorism investigators are examining his Australian connections.
  30. Prosecutors describe visits to an RMIT-associated mosque and acquaintance with people associated with MyCentre in Broadmeadows. They say the suspect described the centre as managed by Abu Hamza and alleged support from an association linked to the Muslim Brotherhood.
  31. MyCentre's leader, Samir Mohtadi, is also known as Abu Hamza. He publicly rejected the association on October 12. The prosecution account makes no allegation of wrongdoing against him or the centre.
  32. Mohtadi says he's never met al-Hammami and the centre has no record of his attendance. He calls attempts to connect them unfounded and misleading, says he has consistently preached peace, and rejects violence in all its forms.
  33. The alleged acquaintance involves other people associated with MyCentre. Prosecutors haven't named them or explained what those contacts involved. RMIT's confirmation of enrolment supplies no finding about those contacts or the alleged radicalisation.
  34. Home Affairs approved 36,960 Australian dollars for the centre's language program in March 2024. A later increase of 31,176 dollars and 20 cents brought the award to 68,136 dollars and 20 cents.
  35. The grant term began in June 2024 and now extends to December 2028. Politicians are questioning the funding. Nobody has produced evidence that the grant funded the attack, and there's no finding of misuse. The award value describes authorised funding.
  36. As of October 13, prosecutors haven't announced formal charges or a trial date. The airport-terminal plan and confession remain prosecution allegations. Investigators are still examining assistance, while the earlier-warning and information-sharing questions remain unanswered.
  37. Flydubai suspended Tel Aviv services at authorities' request after the attack. The reported endpoint moved from around October 14 to October 31. The airline hasn't confirmed a restart immediately afterward.

Fontes

338 fontes214 veículos4 vídeos8 textos de agência

Mapa de fontes

Confira as evidências por trás desta reportagem. O mapa mostra suas conexões; os links abaixo abrem as fontes citadas neste artigo.

O mapa de fontes carrega enquanto você lê.

Explore o mapa completo da redação ↗

Tradução atualizada em

Histórico de revisões

  1. r1Publicado pela primeira vez.