Desastres · Incêndio subterrâneoCobertura em andamento · reportagem 1 de 2
Equipes de Loudon cavaram no subsolo para combater incêndio de quase 10 acres
As equipes cavaram entre raízes e detritos em chamas perto da Old Shaker Road. O chefe acreditava que o incêndio estava extinto na noite de domingo, mas os resultados da verificação térmica planejada com drone ainda não foram confirmados.
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Traduzido do original em inglês.
Cobertura em andamentoDia 6
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Cobertura completaBombeiros nas proximidades da Old Shaker Road, em Loudon, New Hampshire, tiveram de cavar para combater o incêndio. Sob as chamas visíveis, com cerca de 2 pés de altura, raízes e restos de árvores queimavam no subsolo. As equipes cortaram esse material com ferramentas especializadas, trabalhando até as primeiras horas de domingo antes de voltar mais tarde naquela manhã. 1
Na noite de domingo, 1º de novembro de 2026, o chefe dos bombeiros Thomas Blanchette acreditava que o incêndio em área natural, que atingiu quase 10 acres, estava completamente extinto. Ele relatou que não havia fumaça visível. Mas ainda estava prevista uma nova verificação: as equipes voltariam na segunda-feira, 2 de novembro, com o Bureau de Proteção Florestal e um drone com sensor térmico para procurar focos remanescentes. As reportagens disponíveis não confirmam que a inspeção tenha sido concluída nem registram seus resultados. 1
Essa distinção é importante neste caso. A avaliação do chefe era animadora, mas a ausência de fumaça não equivalia a uma inspeção térmica do solo, que havia queimado sob a superfície.
Fatos principais
Chamas pequenas, incêndio difícil
Blanchette descreveu um incêndio lento e rasteiro, em vez de um que avançava rapidamente. As condições secas e o vento ajudaram a propagá-lo, enquanto o próprio solo dificultou o trabalho de apagá-lo. Parte da área afetada havia sido explorada para extração de madeira alguns anos antes, deixando galhos, tocos mortos e outros detritos entre as estradas usadas na exploração. 1
A altura informada das chamas — cerca de 24 polegadas — mostrava apenas a parte visível do incidente. Os bombeiros também tiveram de alcançar raízes em chamas e material de árvores enterrado. Não há uma medição estabelecida da profundidade em que o fogo queimou ou da distância que percorreu no subsolo, e o relato não o identifica como um incêndio de turfa. O que está documentado é o trabalho manual de cavar e cortar para alcançar o material em chamas. 1
A resposta começou na noite de sábado, 31 de outubro. A reportagem inicial da WMUR naquela noite informou que sua equipe viu caminhões de pelo menos quatro cidades, além de veículos florestais. Blanchette disse depois que os bombeiros trabalharam até cerca de 1:30 da manhã de domingo, 1º de novembro, e voltaram mais tarde naquela manhã para continuar combatendo o incêndio. 3 1
Levar pessoas suficientes ao local levou tempo. Blanchette disse que o feriado e o fim de semana dificultaram a mobilização das equipes, e que a resposta acabou envolvendo pouco menos de 40 bombeiros da região. Isso descreve uma dificuldade durante este incidente; não comprova uma escassez mais ampla de pessoal nem quantifica o atraso na resposta. 1
O Bureau de Proteção Florestal trabalhou junto com os bombeiros de Loudon. Segundo o relato posterior da WMUR, os departamentos que responderam incluíam Hooksett, Allenstown, Pembroke, Epsom, Chichester, Pittsfield, Canterbury e Salisbury. Bombeiros de Concord e Belmont cobriram as outras ocorrências em andamento em Loudon enquanto as equipes trabalhavam no incêndio em área natural. 1
Esse apoio foi outra parte da resposta: departamentos vizinhos ajudaram a combater o incêndio, enquanto outros mantiveram bombeiros disponíveis para atender ocorrências em outras partes da cidade. O incidente exigiu mais do que as equipes que cavaram perto da Old Shaker Road. 1
A causa continua sendo uma questão à parte
O incêndio começou em uma área pantanosa, descrita por Blanchette como um local incomum para o início de um incêndio. As equipes chegaram ao ponto de origem, mas não conseguiram identificar a fonte da ignição. 1
Realmente não conseguimos determinar a causa exata. Estivemos na área onde começou, mas não conseguimos encontrar a fonte exata.
As condições secas, o vento e os restos de madeira deixados pela extração madeireira ajudam a explicar as circunstâncias encontradas pelos bombeiros. Eles não determinam o que iniciou o incêndio. A área incomum de origem também não dá, por si só, uma resposta.
Blanchette recomendou que as pessoas prestassem atenção a fogueiras, materiais para fumar e fogões a lenha durante as condições secas. Esse foi um conselho de prevenção, não uma conclusão de que algum desses fatores tenha causado este incidente. O relato disponível também não estabelece se houve feridos ou danos estruturais; não se deve presumir nem que ocorreram nem que não ocorreram. 1
A questão operacional que resta é mais específica do que a investigação da causa: ainda havia calor sob o solo? A verificação com drone planejada para segunda-feira tinha como objetivo procurar focos remanescentes. Até que seu resultado seja documentado, permanece válido o relato da noite de domingo como a avaliação do chefe de que o incêndio estava extinto — não como confirmação de que a verificação do calor subterrâneo havia sido concluída. 1
Conforme exibido 11 linhas
- Firefighters dug underground to reach burning roots and tree debris.
- The fire covered nearly ten acres near Old Shaker Road in Loudon, New Hampshire. Crews believe it's out, but planned a heat-sensing drone check for hotspots. Whether heat remains beneath the ground is still unresolved.
- Loudon Fire Chief Thomas Blanchette said crews saw no smoke by Sunday evening, November first. He believed the fire was completely out. The affected land near Old Shaker Road included an area logged a couple of years earlier.
- The visible flames reached about twenty-four inches. But the burning also extended underground. Blanchette described a slow, creeping fire, helped along by dry conditions and winds of fifteen to twenty-five miles an hour.
- Crews had to dig into the ground and use specialized tools to cut through roots and burning tree debris. The previously logged area contained logging roads, dead stumps and leftover branches and other debris that complicated the work.
- Firefighters first responded Saturday evening, October thirty-first. Trucks from at least four towns and forestry vehicles were there that night. Crews worked until about one-thirty Sunday morning, then returned later that morning to continue fighting the fire.
- Just shy of forty firefighters ultimately worked the incident. Blanchette said the holiday and weekend made getting crews there difficult. It took time to bring people in and get them working on the fire.
- The Forest Protection Bureau worked alongside Loudon firefighters. Departments from Hooksett, Allenstown, Pembroke, Epsom, Chichester, Pittsfield, Canterbury and Salisbury also responded. Concord and Belmont firefighters covered Loudon's other active calls, keeping crews available while the wildland response continued.
- The fire began in a marshy area, which Blanchette called an unusual starting place. Crews reached the area where it started but couldn't find the ignition source. The chief said they couldn't determine the actual cause.
- Blanchette urged people to pay attention to outdoor fires, smoking materials and wood stoves during the dry conditions. His warning focused on preventing another fire.
- Crews planned to return Monday, November second, with the Forest Protection Bureau and a heat-sensing drone to check for remaining hotspots. The department hasn't announced inspection results. Sunday's lack of visible smoke leaves that underground heat check unfinished.
Fontes
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