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Esportes · WTA Finals

A saída de Rybakina do Finals abre para Kostyuk uma oportunidade completa na fase de grupos

A doença viral da atual campeã mantém intacto seu primeiro lugar no ranking no fim do ano — e dá a Marta Kostyuk a oportunidade de disputar os três jogos do Grupo 1.

Escrito 4 min de leitura · 65 fontes

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Traduzido do original em inglês.

O que muda quando a atual campeã abandona o WTA Finals antes de entrar em quadra? Para Elena Rybakina, desaparece a chance de encerrar uma temporada excepcional com mais um título, mas o primeiro lugar no ranking no fim do ano continua garantido. Para Marta Kostyuk, a desistência abre algo mais significativo do que uma participação como substituta: a oportunidade de disputar os três jogos do Grupo 1.⁠3⁠2

Rybakina desistiu no sábado, 7 de novembro, por causa de uma doença viral, um dia antes do início do torneio de 2026 em Indian Wells, na Califórnia. Kostyuk ocupa seu lugar e enfrentará Linda Noskova na partida de abertura de domingo; Coco Gauff e Jessica Pegula serão suas outras adversárias na fase de grupos. O Finals acontece de 8 a 15 de novembro.⁠3⁠54

A distinção entre os dois prêmios é importante. Rybakina já havia garantido o primeiro lugar no ranking de fim de ano enquanto competia em Tóquio. Não há uma oportunidade de última hora para outra jogadora tirar essa conquista dela. O que o Finals perde é sua atual campeã — e a possibilidade de ver se a número um da temporada conseguiria defender o título contra o restante do grupo.⁠3

Uma oportunidade completa para Kostyuk

As notas oficiais de partidas da WTA identificam Kostyuk como a primeira reserva. Como a troca acontece antes de Rybakina entrar em quadra, Kostyuk pode disputar as três partidas do grupo, em vez de se juntar a uma campanha já parcialmente concluída. Sua chegada é tardia, mas seu programa competitivo está completo.⁠57⁠2

Para Noskova, a consequência imediata é enfrentar outra adversária em cima da hora. A partida de abertura havia sido anunciada como Rybakina contra Noskova; o anúncio da desistência, em 7 de novembro, substitui esse confronto anterior. Gauff e Pegula também precisam se preparar para enfrentar Kostyuk em vez da atual campeã. A composição do grupo mudou, mas seria prematuro transformar esse fato em uma previsão sobre quem será mais beneficiada.⁠64⁠3

O Champion.com.ua informa que a partida de abertura de Kostyuk está marcada para as 22:00, horário de Kyiv, em 8 de novembro, o equivalente a 20:00 UTC, embora o horário exato não tenha sido confirmado com base em uma programação oficial disponível nos relatos. O ponto confirmado é o confronto da substituta: Kostyuk abrirá contra Noskova. Sua inclusão também a coloca ao lado de Elina Svitolina na chave de simples.⁠2⁠3

Kostyuk recebe, portanto, três oportunidades distintas para causar impacto, e não apenas uma partida contra a adversária que Rybakina deveria enfrentar primeiro. Esse é o detalhe mais significativo do momento da desistência: ela acontece tarde o bastante para atrapalhar a preparação, mas cedo o bastante para dar à substituta uma campanha completa na fase de grupos.

Uma doença, não um diagnóstico de lesão

A explicação de Rybakina foi direta. Ela expressou tristeza por desistir, reconheceu que teve uma boa temporada e disse que deixaria de competir para se recuperar em casa.⁠3

Tive uma temporada incrível, mas meu corpo simplesmente não está fisicamente pronto para competir.

Elena Rybakina 3

A WTA aponta uma doença viral como motivo desta desistência. Isso não deve ser confundido com sua saída anterior em Tóquio, onde ela desistiu de uma partida das quartas de final em 30 de outubro por causa de uma lesão no pescoço. Duas desistências próximas uma da outra marcam um fim de temporada difícil; não comprovam que a mesma condição tenha causado ambas. Os relatos disponíveis não informam nenhum vírus específico, avaliação da gravidade ou prazo de recuperação.⁠3⁠6

A diretora do torneio, Garbiñe Muguruza, disse que havia conversado com Rybakina, que não conseguiu se recuperar a tempo após os problemas físicos no fim da temporada. A decisão encerra a defesa do título da campeã antes da partida de abertura, em vez de fazê-la testar sua condição física em competição.⁠7

É um fim abrupto para uma temporada cujas conquistas já são expressivas. Rybakina termina com 54 vitórias e 14 derrotas, além de quatro títulos: Australian Open, Stuttgart, US Open e Ningbo. Suas duas vitórias em Grand Slams se somaram ao título de Wimbledon conquistado em 2022, enquanto os vice-campeonatos em Indian Wells e Toronto mostraram que seu sucesso foi além dos torneios que venceu.⁠3⁠1

A vitória de Rybakina sobre Aryna Sabalenka na final do US Open a levou ao primeiro lugar pela primeira vez, encerrando as 99 semanas de Sabalenka no topo do ranking. A BBC informa que Rybakina liderou o circuito com 438 aces, acertou 1.775 winners e conquistou dez vitórias contra adversárias entre as dez melhores. Esses números mostram a dimensão da ausência sem que seja preciso tratar o Finals como um veredito sobre todo o seu ano.⁠1

Também havia uma história envolvente de defesa de título prestes a se desenrolar. Rybakina venceu o Finals de 2025 em Riade sem perder uma partida, depois de ser a última jogadora a se classificar; neste ano, foi a primeira tenista de simples a garantir vaga. Outro título a tornaria a primeira campeã consecutiva desde Serena Williams, em 2014. Essa oportunidade acabou, não foi adiada.⁠3⁠1

Sua próxima participação em uma competição é menos certa. Rybakina disse que descansaria e se recuperaria em casa antes de se preparar para 2027, e contou aos torcedores que mal podia esperar para voltar a Indian Wells em março. Isso é uma intenção de voltar, não uma liberação médica nem uma data confirmada para sua próxima partida. Por enquanto, sua temporada terminou — e a participação de Kostyuk no Finals está prestes a começar.⁠3

Fontes35

Entre as fontes citadas aqui, Google News United States (US:en) publicou primeiro, 4 dias antes da veiculação desta reportagem. Outros 25 veículos publicaram em seguida.

11 matérias anteriores consultadas para contextualização.7 veículos sem data:tennisworldusa.orgReutersarchysport.comForbesLaPresse Newslequipe.fr

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65 fontes de 35 veículos· Mais citados primeiro

Conforme exibido
  1. A viral illness has knocked Elena Rybakina out of the WTA Finals.
  2. The defending champion leaves before her first match, and Marta Kostyuk takes her place. Rybakina has already secured the year-end number one ranking, so her withdrawal won't change who finishes on top.
  3. How does her exit change the opening match and Kostyuk's opportunity in the group?
  4. Indian Wells hosts these Finals, with the tournament running from November 8 through November 15. Rybakina withdrew on November 7, the day before play begins. Kostyuk is scheduled to face Linda Noskova in Sunday's opening match.
  5. Rybakina arrived as the champion after going undefeated at last year's Finals in Riyadh. She had been the last player to qualify for that tournament. This season, she qualified first. A successful defence would have made her the first back-to-back winner since Serena Williams in 2014.
  6. Rybakina said, “I've had an incredible season but my body is just not physically ready to compete.” She described feeling really sad about withdrawing and said she'd spend time resting and recovering at home before getting ready for the 2027 season.
  7. Her decision follows another late-season withdrawal in Tokyo. She had reached the quarterfinals there before pulling out with a neck injury. The WTA has identified a viral illness as the reason she's missing the Finals. Those are separate explanations for two withdrawals.
  8. Rybakina missed her Tokyo quarterfinal on October 30. Just over a week later, she withdrew from the Finals. Tournament director Garbiñe Muguruza said she'd spoken with Rybakina, who couldn't recover in time after her late-season physical problems.
  9. Rybakina's season ends with four titles, including two Grand Slams. She won the Australian Open and the US Open, adding to her first major at Wimbledon in 2022. Her other titles this year came in Stuttgart and Ningbo.
  10. She finishes with 54 wins and 14 losses. Those four titles helped carry her to number one for the first time. She also reached the finals at Indian Wells and Toronto, extending her success beyond the tournaments she won.
  11. At the US Open, she beat Aryna Sabalenka in the final and ended Sabalenka's 99-week hold on the top ranking. Rybakina then secured the year-end number one position while competing in Tokyo. That achievement was already settled before she withdrew from the Finals.
  12. Rybakina struck a tour-leading 438 aces this season, 140 more than Sabalenka. She also hit 1,775 winners. Against top-ten opponents, she recorded ten wins, the most on tour. At Grand Slams, she won 17 of her 19 matches.
  13. Kostyuk now inherits the place Rybakina leaves behind. The tournament lists her as its first alternate, the player available to step into the field. Because the change comes before Rybakina has played, Kostyuk can contest the full group programme.
  14. Kostyuk enters Group 1 as the first alternate. She opens against Noskova and also faces Coco Gauff and Jessica Pegula. That gives her three group matches, with each opponent carrying a separate opportunity in the round-robin stage.
  15. The opening pairing has changed from Rybakina against Noskova to Kostyuk against Noskova. The match is listed for ten p.m. Kyiv time on November 8, though that precise hour still needs official confirmation. The confirmed change is the player taking the court opposite Noskova.
  16. Noskova gets a different opening opponent at short notice, while Gauff and Pegula also face the replacement entrant. Kostyuk's inclusion brings the Ukrainian singles presence to two players, alongside Elina Svitolina, who is also in the field.
  17. Rybakina wished the remaining players luck and said she couldn't wait to return to Indian Wells in March. That's her intention for a later visit. She hasn't set a date for her next competitive match; her immediate plan is to recover at home and prepare for 2027.

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