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Justiça

Taylor Japp é condenado pelo assassinato de Briana Hayes; período sem liberdade condicional ainda não definido

Um júri de Estevan considerou Japp culpado após um julgamento de seis semanas. A prisão perpétua é obrigatória, mas o período de inelegibilidade para liberdade condicional — e o calendário da sentença — continua sem definição.

Exibido Escrito 7 min de leitura30 fontesHeyDay News Desk · About usWatch report

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Acompanhamento da históriaDia 4

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O júri de Taylor Morgan Japp chegou a uma decisão sobre a culpa. Ainda não decidiu por quanto tempo ele terá de cumprir pena antes de poder se tornar elegível à liberdade condicional pela primeira vez. A condenação por homicídio em segundo grau pela morte a tiros de Briana Hayes implica prisão perpétua obrigatória, mas o período específico de inelegibilidade para liberdade condicional continua sem definição. 2 3

O júri de 12 integrantes anunciou o veredicto pouco depois das 21h40 de terça-feira, 6 de outubro de 2026, no Tribunal do Rei, em Estevan, Saskatchewan. A decisão encerrou um julgamento de seis semanas relacionado à morte de Hayes, em abril de 2024. Japp negou tê-la matado e testemunhou que um homem mascarado disparou o tiro; ainda assim, o júri o considerou culpado. 1 3 7

Essa distinção — entre o que um réu disse e o que um júri determinou — é essencial para compreender este caso. O veredicto estabelece a responsabilidade criminal de Japp pelo homicídio em segundo grau. Ele não oferece uma explicação pública de quais depoimentos específicos os jurados aceitaram, rejeitaram ou consideraram decisivos.

O nome completo do réu é Taylor Morgan Japp, geralmente abreviado para Taylor Japp. Tanto ele quanto Hayes foram identificados como moradores de Oxbow. A CBC identificou Japp como tendo 26 anos em uma legenda que acompanhava uma foto datada de 21 de setembro de 2026. 3 1 2

Da morte a tiros ao veredicto

  1. Abril de 2024

    Briana Hayes morre em um tiroteio.

    3
  2. 5 de outubro de 2026

    O juiz Michael Morris dá as instruções finais, e o júri começa as deliberações.

    810
  3. 6 de outubro de 2026, pouco depois das 21h40

    O júri considera Japp culpado de homicídio em segundo grau.

    3

O veredicto veio após dois dias de deliberações. 7 e 8 de outubro foram datas de reportagem e publicação, não a data em que o júri decidiu o caso. A SaskToday situa o veredicto em 6 de outubro, e o DiscoverEstevan e a CJME também descrevem o resultado na noite de terça-feira. 1 3 5 7

Dois relatos sobre o que aconteceu depois do tiroteio

O telejornal da CTV de 7 de outubro informou que a Real Polícia Montada do Canadá em Saskatchewan encontrou o corpo de Hayes no Município Rural de Moose Mountain em 25 de abril de 2024. Esses detalhes precisos sobre a descoberta baseiam-se no relato da CTV; as outras reportagens disponíveis não os corroboram de forma independente. O local onde o corpo foi encontrado também deve ser diferenciado da casa descrita no depoimento de Japp. 1

Segundo a CTV, Japp testemunhou que retirou o corpo de Hayes de uma casa no White Bear Lake Resort e o escondeu em um município a cerca de 45 minutos dali, com a ajuda de Tyler Shaw. Esse foi o relato dele sobre como transportou e escondeu o corpo dela — não uma admissão de que atirou nela. Em seu relato, ele atribuiu o disparo a um homem mascarado. 1

A declaração de Shaw à polícia, conforme relatada pela CTV, descreveu um desfecho bem diferente. Shaw disse que ouviu um tiro enquanto estava do lado de fora e, depois, viu Japp segurando uma pistola preta ao lado do corpo ensanguentado de Hayes. Esse é um relato do que Shaw disse ter ouvido e visto depois, não uma afirmação de que presenciou o disparo. 1

Há uma inconsistência não resolvida nas reportagens sobre a participação de Shaw. A reportagem da CTV sobre o veredicto, publicada em 7 de outubro, afirmou que ele havia morrido antes do julgamento e não testemunhou. A cobertura da defesa publicada pelo DiscoverEstevan em 24 de setembro, porém, mencionou diferenças entre a declaração inicial dele à polícia e seu “depoimento posterior”. Os relatos disponíveis não esclarecem se essa referência diz respeito a outro processo, a outra etapa ou a um erro. 1 24

Essa incerteza limita o grau de segurança com que o relato policial pode ser descrito. Ele não deve ser apresentado como um depoimento incontestado de uma testemunha ocular prestado pessoalmente a este júri. Não foi esclarecido exatamente como a declaração de Shaw foi incluída nos autos do julgamento.

Outras reportagens sobre o julgamento identificaram Brandon Gibson como a última testemunha da acusação e descreveram Gibson e Hayes como pessoas que ajudavam Japp a vender drogas no sul de Saskatchewan. Essas descrições fazem parte das provas apresentadas no julgamento; o veredicto de homicídio não comprova separadamente todas as alegações sobre as atividades deles. 25

Reportagens sobre o depoimento de Japp também descrevem uma suposta oferta de $30,000 a Gibson, além de discussões sobre um álibi e interações com Shaw. Os trechos disponíveis identificam Gibson como o suposto destinatário, mas não esclarecem quem ofereceu o dinheiro, com que finalidade ou se a alegação foi contestada. Não há uma conclusão específica do júri que comprove uma oferta, um pagamento ou uma tentativa de comprar um depoimento. Preencher essas lacunas transformaria uma alegação discutida no julgamento em uma conclusão sem respaldo nas reportagens. 22 26

Prisão perpétua, com outra decisão pela frente

A consequência da sentença é mais clara do que esses detalhes contestados. A CBC informa que o homicídio em segundo grau implica prisão perpétua obrigatória e que a elegibilidade à liberdade condicional não pode começar antes de pelo menos 10 anos. A SaskToday informa que o período de inelegibilidade para liberdade condicional de Japp ainda não foi determinado. As reportagens disponíveis não comprovam a existência de uma ordem de sentença definitiva nem de um período específico para o caso. 2 3

Portanto, os 10 anos não devem ser apresentados como o período definitivo de inelegibilidade para liberdade condicional de Japp, muito menos como uma data de soltura prometida. A distinção importante é entre a pena obrigatória de prisão perpétua e o período durante o qual ele não poderá se tornar elegível à liberdade condicional pela primeira vez.

O juiz responsável pela sentença determina esse período. Os trechos disponíveis do Código Penal identificam o caráter do condenado como um fator a considerar e preveem um procedimento de recomendação do júri após uma condenação por homicídio em segundo grau. Eles não estabelecem o intervalo legal completo, todas as exceções nem a lista integral de fatores a considerar, e não há comprovação aqui de qualquer recomendação no caso de Japp. 14 15

A CTV informou que se esperava que os advogados voltassem ao tribunal na manhã de sexta-feira, 9 de outubro, para discutir uma data para as alegações de sentença. Essa audiência prevista não foi confirmada de forma independente. O objetivo informado é definir o calendário — não impor uma sentença acordada nem realizar uma audiência de sentença já confirmada. 1

A decisão do júri é importante e definitiva: Japp é culpado pelo assassinato de Hayes. A próxima decisão importante ainda está por vir. A data das alegações de sentença, as posições que a acusação e a defesa adotarão e o período de inelegibilidade para liberdade condicional que o juiz determinar continuam sem definição.

Fontes desta reportagem sobre o tribunal

CTV News: Regina at Six, 7 de outubro de 2026; e duas reportagens sobre o veredicto publicadas na web, ambas intituladas “Homem de Saskatchewan é considerado culpado de matar mulher a tiros”. 1 4 6

CBC News: “Júri de Estevan considera Taylor Japp culpado de homicídio em segundo grau pela morte de Briana Hayes”; e “Acusação encerra apresentação do caso no julgamento de Taylor Japp por homicídio em segundo grau”. 2 25

SaskToday: reportagem sobre a condenação de Taylor Japp; e “Júri inicia deliberações no julgamento de Taylor Japp por homicídio em segundo grau”. 980 CJME: reportagem sobre o veredicto. 620 CKRM: reportagem sobre o início das deliberações. 3 8 5 9

DiscoverEstevan: reportagens sobre o veredicto nos dois endereços fornecidos; reportagens sobre as deliberações, o depoimento de Japp e a contestação da defesa às provas de Tyler Shaw. DiscoverMooseJaw: reportagens sobre o depoimento de Japp e as comunicações após o tiroteio. 7 23 10 22 24 11 26

Departamento de Justiça do Canadá, Código Penal: seção 745 nos dois endereços fornecidos; seções 745.1, 745.2, 745.4 e 745.5, incluindo os endereços alternativos fornecidos; e seção 745.51. 12 30 18 14 16 15 29 13 28

Referências adicionais sobre sentenças: Criminal Code Help, “Homicídio em segundo grau no Canadá: pena e liberdade condicional”; Crime Canada, “Homicídio em segundo grau”; “Elegibilidade de assassinos à liberdade condicional: a evolução judicial de …”; anúncio do Canadá de 2011 sobre penas mais severas para assassinos; e o comentário da CanLII “Um estudo sobre o uso da inelegibilidade para liberdade condicional em casos de homicídio …”. 17 27 19 20 21

Conforme exibido 17 linhas
  1. A jury convicted Taylor Japp of murdering Briana Hayes. Second-degree murder carries mandatory life imprisonment, but his parole-ineligibility period remains undetermined. What does this conviction settle, and what remains for the sentencing judge to decide?
  2. Twelve jurors found Japp guilty at the Court of King’s Bench in Estevan, Saskatchewan, just after 9:40 p.m. on Tuesday, October 6, 2026. Their decision followed a six-week trial concerning Hayes’s April 2024 shooting death.
  3. The defendant’s full name is Taylor Morgan Japp, commonly shortened to Taylor Japp. His surname has two p’s; the victim’s first name, Briana, has one n. Both were identified as being from Oxbow. Japp was identified as 26 in a photograph caption dated September 21, 2026.
  4. Justice Michael Morris gave the jury its final instructions on October 5, and deliberations began that day. After two days of deliberations, the jury returned its verdict on October 6—not October 7 or October 8.
  5. Japp denied killing Hayes. He testified that a masked man shot her. The guilty verdict establishes his criminal responsibility for second-degree murder despite that denial. It does not publicly explain which individual parts of the testimony jurors accepted, rejected or considered decisive.
  6. Saskatchewan RCMP found Hayes’s body in the Rural Municipality of Moose Mountain on April 25, 2024. Those exact discovery details lack independent corroboration. The place where her body was found must be distinguished from the house described in Japp’s testimony.
  7. Japp testified that he removed Hayes’s body from a house at White Bear Lake Resort and concealed it in a municipality roughly 45 minutes away, with Tyler Shaw’s help. That was his account of moving and hiding her body—not an admission that he shot her.
  8. Shaw’s police account presented a different picture. He said he heard a gunshot while outside, then saw Japp holding a black pistol beside Hayes’s bleeding body. That describes what Shaw said he heard and saw afterward—not witnessing the shot itself.
  9. The distinction matters because a statement about the aftermath is not the same as an eyewitness account of the shooting. Nor is it established precisely how Shaw’s police statement entered the trial record. His participation is also described in conflicting ways that remain unresolved.
  10. Shaw is identified as having died before the trial and not having testified to this jury. But a separate reference to his “later testimony” remains unexplained. It is unclear whether that means another proceeding, another stage, or an error.
  11. His police statement therefore cannot be treated as uncontested testimony delivered in person to these jurors. Brandon Gibson was the Crown’s final witness. Trial evidence described Gibson and Hayes as assisting Japp in drug dealing across southern Saskatchewan. The murder verdict does not separately establish every allegation about those activities.
  12. Japp’s testimony also addressed an alleged $30,000 offer to Gibson, an alibi and interactions with Shaw. Gibson was identified as the alleged recipient, but who offered the money, its purpose and whether the allegation was contested remain unestablished.
  13. There is no specific jury finding establishing that offer, a payment, or an attempted purchase of testimony. The verdict determines guilt on the murder charge; it is not a separate endorsement of every assertion aired during the trial.
  14. Second-degree murder carries mandatory life imprisonment, with parole eligibility unavailable for at least 10 years. But Japp’s specific period has not been determined, and no completed sentencing order is established. Ten years is not his final term or a promised release date.
  15. The trial judge determines that period. The sentencing provisions identify the offender’s character as a consideration and provide for a jury-recommendation procedure. No recommendation in this case is established. The available legal details do not establish the complete statutory range, all exceptions or the full list of considerations.
  16. Counsel were expected back on Friday morning, October 9, to discuss a date for sentencing submissions. That appearance is not independently confirmed. It is a scheduling step—not an established sentencing hearing, an agreed sentence or a forecast of the judge’s decision.
  17. The conviction settles Japp’s guilt. The unresolved decision is how long he must serve before first becoming eligible for parole. The date of sentencing submissions, the prosecution and defence positions, and the period the judge will impose remain undetermined.

Fontes

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