Justiça · Ataque em Turmus Ayya
Pedra estilhaça janela atrás de candidata israelense durante passeio pela Cisjordânia
A polícia investiga depois que uma pedra estilhaçou uma janela do carro de Fleur Hassan-Nahoum durante um passeio organizado pela Regavim. O número de feridos e a identidade dos atacantes continuam sem solução.
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Traduzido do original em inglês.
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Uma pedra estilhaçou a janela atrás de Fleur Hassan-Nahoum enquanto passageiros se abaixavam dentro de um carro perto de Turmus Ayya, na região central da Cisjordânia. As imagens deixam o perigo evidente: havia pessoas bem ao lado do impacto e dos estilhaços de vidro. O que elas não esclarecem é quem atacou o veículo nem quantos passageiros ficaram feridos. A polícia israelense abriu uma investigação sobre o ataque ao grupo de turismo pró-assentamentos na segunda-feira, 19 de outubro de 2026. 1
Hassan-Nahoum, candidata nas eleições pelo partido de direita People of Israel, falava no banco da frente quando outra pessoa avisou todos para se abaixarem. Em seguida, uma pedra atingiu a janela atrás dela. A gravação mostra os ocupantes abaixando a cabeça, alertas urgentes e o vidro estilhaçado; ela é uma evidência muito mais clara do impacto do que da identidade de cada pessoa que estava dentro do carro. 1 31
Em outra gravação feita depois, Hassan-Nahoum aparece ao lado do carro danificado e aponta para a pedra. «Tudo o que estávamos fazendo era passear por esta aldeia, apenas olhando as casas», disse ela. O relato dela, o comunicado do partido e a cobertura da época a identificam como passageira do veículo danificado. 1
A polícia afirmou que agentes acompanhados por soldados israelenses responderam a um chamado sobre pedras atiradas contra «um grupo que seguia pela área adjacente a Turmus Ayya». O comunicado reconheceu que havia uma «figura pública» entre o grupo, sem identificar Hassan-Nahoum. A polícia estava coletando provas e tentando localizar suspeitos. 1 18
A questão dos ferimentos continua em aberto
Os relatos sobre os ferimentos vêm do partido, da organizadora do passeio e dos participantes — não de uma contagem de vítimas confirmada de forma independente pela polícia ou por autoridades médicas. O People of Israel afirmou que pessoas dentro do carro sofreram ferimentos leves, sem informar um número. A Regavim, que organizou o passeio, disse que uma participante ficou levemente ferida. Não é responsável somar essas descrições: elas podem se referir à mesma pessoa. 1
Hassan-Nahoum disse à JNS que um passageiro ficou levemente ferido e recebeu atendimento de socorristas militares israelenses depois que o grupo deixou a área. Esse é o relato de uma participante sobre o atendimento, não uma confirmação independente de autoridades médicas. Também não estabelece que a própria Hassan-Nahoum tenha sido a passageira ferida. 12
Os relatos divergem nesse ponto. A manchete do Ynet de 19 de outubro descreveu Hassan-Nahoum como levemente ferida, enquanto a JNS e o The Jerusalem Post falaram de um passageiro ferido sem identificá-lo como ela. Os relatos disponíveis não esclarecem qual passageiro se feriu nem estabelecem um total definitivo. 11 12 3
Há limites semelhantes em relação aos atacantes. O People of Israel os identificou como palestinos e afirmou que várias pessoas cercaram o carro, atirando pedras e outros objetos enquanto o grupo deixava a aldeia. A Regavim situou o ataque na entrada da aldeia; em seu comunicado em inglês, alegou que dezenas de atacantes atiraram pedras contra veículos e tentaram bloquear a estrada. Os relatos policiais não estabeleceram o número, a identidade nem as afiliações deles. 1 31 18
O relato comum é de um ataque perto de Turmus Ayya e de uma janela de carro visivelmente estilhaçada. A localização exata e a sequência dos acontecimentos nas imediações da aldeia são menos certas. A descrição dos atacantes como «terroristas», feita pelo partido, é uma caracterização dele, não uma conclusão policial divulgada sobre suspeitos identificados. O impacto violento, por si só, não comprova as alegações mais amplas. 1 31
Uma visita política, seguida por uma disputa sobre segurança
Foi uma visita organizada de advocacy, não simplesmente um passeio informal de turismo. A Regavim afirmou que a delegação incluía influenciadores pró-Israel dos Estados Unidos e da América do Sul em uma viagem de hasbara — termo que significa diplomacia pública pró-Israel. Não há um número total verificado de participantes. 1 31
A Regavim promove a expansão de assentamentos e postos avançados israelenses na Cisjordânia. O Times of Israel informou que a União Europeia sancionou a organização em maio, entre grupos de colonos classificados como «extremistas e violentos». Esse contexto explica a posição política da organizadora e o propósito da visita. Não justifica um ataque aos passageiros nem estabelece quem o realizou. 1
Nascida no Reino Unido, Hassan-Nahoum é ex-vice-prefeita de Jerusalém e defensora internacional de Israel. Ela ocupa o número 5 na lista eleitoral do People of Israel, também conhecido como Amcha Yisrael, liderado pelo ex-general israelense Ofer Winter. Em comunicado do partido, ela afirmou: «O terrorismo palestino não nos deterá. Continuarei lutando pela reputação de Israel em todo o mundo.» 1
Com a eleição prevista para a semana seguinte, Winter transformou o ataque em um desafio ao histórico do governo em matéria de segurança. Ele o acusou de não proteger os cidadãos israelenses e de recorrer a operações menores, prisões e promessas, em vez de derrotar seus inimigos. 1
Uma pedra pode matar, e é hora de parar de tratar o terrorismo como um fato inevitável da vida.
O partido de Winter ocupa uma posição eleitoral desconfortável: opõe-se à iniciativa do governo de transformar em lei a isenção do serviço militar para os ultraortodoxos, mas apoia a permanência de Benjamin Netanyahu como primeiro-ministro. Pesquisas iniciais lhe atribuíram cerca de seis das 120 cadeiras do Parlamento; pesquisas mais recentes o colocaram abaixo da cláusula de barreira eleitoral, após ataques do Likud e uma fusão envolvendo o Sionismo Religioso. 1
A discussão política imediata vai além das evidências divulgadas pelos investigadores. Os passageiros foram expostos ao perigoso impacto de uma pedra. Para estabelecer a responsabilidade, é preciso identificar quem atirou as pedras e determinar o que as evidências sustentam — não tratar o relato do partido como se fosse uma investigação concluída.
O que sabemos
O que não sabemos
- O número final de feridos, se Hassan-Nahoum se feriu e a identidade e o número dos atacantes continuam sem solução. As informações disponíveis não estabeleceram publicamente nenhum suspeito identificado, prisão ou acusação especificamente ligado a esse ataque.
Próximos passos
- Um comunicado policial identificando suspeitos ou anunciando prisões ou acusações, acompanhado de esclarecimentos médicos independentes sobre os ferimentos relatados. Nenhuma data para a próxima atualização policial foi anunciada.
Conforme exibido 16 linhas
- A stone shattered a car window behind an Israeli election candidate. Passengers ducked inside the vehicle, and Israeli police have opened an investigation into the attack on their tour group. Investigators still have to determine who attacked them and how many people were hurt.
- The group was travelling near Turmus Ayya, in the central West Bank, on Monday. Fleur Hassan-Nahoum was among the passengers. Police officers and Israeli soldiers responded after receiving a report that stones were being thrown at the group.
- Hassan-Nahoum was speaking in the front seat when another person warned everyone to duck. A stone struck the window behind her and broke the glass as people lowered their heads. Afterward, she stood beside the damaged car and pointed to the stone. She said, “All we were doing was going around this village, just looking at the houses.”
- Hassan-Nahoum is number five on the election list of People of Israel, the right-wing party also called Amcha Yisrael. She's British-born, a former deputy mayor of Jerusalem and an international advocate for Israel. Former Israeli general Ofer Winter leads the party.
- The broken window put passengers directly in the path of the impact and glass. The party and the tour organizer both describe light injuries. But their descriptions don't give a confirmed total, and they may be describing the same injured passenger.
- People of Israel says people inside the car were lightly injured, without giving a number. Regavim, which organized the tour, says one female participant was lightly injured. Police and medical officials haven't confirmed an injury count.
- Hassan-Nahoum said one passenger received treatment from Israeli military medics after the group left the area. Medical officials haven't confirmed that treatment. It's also unclear whether Hassan-Nahoum herself was hurt. Her presence in the damaged car doesn't settle which passenger suffered an injury.
- Police opened an investigation after officers and Israeli soldiers responded to the stone-throwing. They're collecting evidence and trying to locate suspects. Their statement acknowledged a public figure among the group. It didn't identify the attackers or give their number.
- People of Israel identifies the attackers as Palestinians. The party says several people surrounded the car and threw stones and other objects as the group left the village. Regavim places the attack at the entrance to Turmus Ayya and alleges dozens of attackers threw rocks and tried to block the road.
- Regavim says the delegation included pro-Israel influencers from the United States and South America. It describes the visit as a hasbara tour, meaning pro-Israel public diplomacy. Hassan-Nahoum's advocacy work fits that purpose. The group was visiting the area as part of that organized tour.
- Regavim promotes the expansion of Israeli settlements and outposts in the West Bank. The European Union sanctioned it in May among settler groups designated extremist and violent. Hassan-Nahoum responded to the attack by saying, “Palestinian terrorism will not deter us. I will continue fighting for Israel's reputation around the world.”
- People of Israel launched in August, ahead of next week's election. Early polls gave it about six of parliament's 120 seats. More recent polls put it below the minimum vote share needed to win seats, after Likud attacks and a merger involving Religious Zionism.
- The party opposes the government's effort to write the ultra-Orthodox military-service exemption into law, while supporting Benjamin Netanyahu staying prime minister. Winter accused the government of failing to protect Israeli citizens after this attack. He also pushed back against Communications Minister Shlomo Karhi, who called him “on the side of Palestine.”
- Winter said, “A stone can kill, and it’s time to stop treating terrorism as an unavoidable fact of life.” He accused the government of relying on minor operations, arrests and promises instead of defeating its enemies, and demanded that it restore security.
- Karhi's criticism referred to a resurfaced five-year-old interview in which People of Israel candidate Yoseph Haddad supported a two-state solution. Haddad has since disavowed that position. Winter told his opponents to fight Israel's enemies instead of fighting his party.
- Police are pursuing the people responsible for the stone attack. They haven't announced an identified suspect, an arrest or a charge connected to it. The injury total also remains unresolved, and police haven't announced a date for their next update.
Fontes
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