Desastres · Enchentes no rio VerdeCobertura em andamento · reportagem 2 de 2
Vazão do rio Verde cai acentuadamente, mas alerta de enchente segue em vigor até a tarde de quarta-feira
A vazão abaixo da barragem Bartlett está muito menor do que os níveis informados na segunda-feira, mas Rio Verde e Fort McDowell continuam na área abrangida pelo alerta. Leituras menores não demonstram que as travessias ou atividades recreativas sejam seguras.
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A vazão abaixo da barragem Bartlett está muito menor do que os níveis informados na segunda-feira, mas Rio Verde e Fort McDowell continuam na área abrangida pelo alerta. Leituras menores não demonstram que as travessias ou atividades recreativas sejam seguras.
O que avançou
- O alerta da manhã informou que o nível estava acima de 24 pés e que a vazão era de cerca de 60,000 pés cúbicos por segundo. Estendeu o alerta até 8 a.m. de terça-feira.
- O boletim da noite informou que o nível estava acima de 25 pés e que a vazão era de cerca de 60,000 pés cúbicos por segundo. Emitido nove minutos depois, estendeu o alerta até 2 p.m. de quarta-feira.
- A atualização da noite de terça-feira informou que o nível estava pouco abaixo de 18 pés e que a vazão era de cerca de 17,000 pés cúbicos por segundo, enquanto mantinha o alerta de enchentes e de que atividades recreativas eram inseguras.
13,500 pés cúbicos de água por segundo ainda passavam pelo medidor do rio Verde abaixo da barragem Bartlett na manhã de quarta-feira, 4 de novembro — uma fração dos cerca de 60,000 informados nos alertas de enchente de segunda-feira, mas não um convite para voltar ao rio. A vazão menor e o perigo contínuo fazem parte da mesma história. 63 1 38
O alerta mais recente do Serviço Nacional de Meteorologia permanecia em vigor até 2 p.m. Mountain Standard Time de quarta-feira, citando Rio Verde e Fort McDowell entre os locais expostos a enchentes. A atualização das 7:21 a.m. informou que as liberações de água das barragens a montante continuavam provocando enchentes e que rios, córregos e outros locais baixos ou propensos a alagamentos enfrentavam inundações iminentes ou em curso. O alerta ainda estava dentro do período de validade na verificação feita por volta das 8:06 a.m. 15
Para quem considera atravessar o rio, fazer uma caminhada ou passar o dia perto da água, essa distinção importa: a redução do volume de água que segue rio abaixo não demonstra que um ponto específico de acesso seja seguro. Os alertas descreveram atividades recreativas no rio Verde ou perto dele como inseguras, e este relato não dispõe de uma lista verificada de reabertura de cada travessia. 3
Quando noticiamos o caso em 1º de novembro, as enchentes continuavam ao longo do corredor do rio Verde entre o lago Bartlett e o rio Salt, e o alerta então em vigor ia até 8 a.m. MST de 2 de novembro. Boletins posteriores mantiveram o risco de enchente além desse prazo. As leituras agora disponíveis mostram uma vazão substancialmente menor abaixo da barragem Bartlett na quarta-feira, mas não constituem um registro contínuo com o medidor de outra área, perto da confluência, usado em nossa reportagem anterior. 30 1 63
Como as vazões informadas diminuíram
Os alertas da manhã e da noite de segunda-feira descreveram, cada um, uma vazão de cerca de 60,000 pés cúbicos por segundo abaixo da barragem Bartlett. Eles se referiam a observações distintas, não a dois horários de uma mesma medição. Na noite de terça-feira, a vazão informada era muito menor. 1 38 3
Leituras do alerta abaixo da barragem Bartlett
- 2 de nov., 7:55 a.m. MST1
O alerta da manhã informou que o nível estava acima de 24 pés e que a vazão era de cerca de 60,000 pés cúbicos por segundo. Estendeu o alerta até 8 a.m. de terça-feira.
- 2 de nov., 9:24 p.m. MST38
O boletim da noite informou que o nível estava acima de 25 pés e que a vazão era de cerca de 60,000 pés cúbicos por segundo. Emitido nove minutos depois, estendeu o alerta até 2 p.m. de quarta-feira.
- 3 de nov., 8:14 p.m. MST3
A atualização da noite de terça-feira informou que o nível estava pouco abaixo de 18 pés e que a vazão era de cerca de 17,000 pés cúbicos por segundo, enquanto mantinha o alerta de enchentes e de que atividades recreativas eram inseguras.
A continuação oficial de quarta-feira informou uma vazão de cerca de 13,000 pés cúbicos por segundo às 6:56 a.m. A leitura provisória posterior do Serviço Geológico dos Estados Unidos foi de 13,500 às 7:55 a.m. Esses valores correspondem a horários diferentes; a pequena diferença entre eles não demonstra uma nova elevação sustentada. A tendência geral continua sendo de forte queda em relação às vazões informadas na segunda-feira. 15 63
As medições arredondadas nos alertas devem permanecer exatamente como são: valores informados nos alertas, não um registro de vazão do rio verificado com precisão. As observações exatas da manhã de 2 de novembro e da noite de 3 de novembro não foram recuperadas de forma independente do arquivo do medidor neste caso. Essas leituras selecionadas tampouco estabelecem o pico exato da enchente. 1 3
Um número anterior continua sem explicação
O registro histórico também contém uma discrepância substancial. O alerta do Serviço Nacional de Meteorologia na noite de domingo informou uma vazão de cerca de 29,000 pés cúbicos por segundo abaixo da barragem Bartlett às 8:56 p.m. MST de 1º de novembro. Mas a observação arquivada mais próxima do USGS, feita um minuto antes, registrou 53,300 pés cúbicos por segundo na estação 09510000, rio Verde abaixo da barragem Bartlett. O registro não confirma o valor de vazão informado no alerta. 4 64
As descrições da altura da água são compatíveis: o alerta dizia que ela estava acima de 24 pés, enquanto o arquivo das 8:55 p.m. indica 24.18 pés. As observações do USGS ao redor desse horário registraram 53,500 pés cúbicos por segundo às 8:45 p.m. e 52,900 às 9 p.m. — uma pequena queda ao longo desses 15 minutos, não uma vazão próxima de 29,000. As três observações arquivadas são provisórias e podem ser revisadas. 4 64
Não há uma observação recuperada com o horário exato das 8:56 p.m., e as evidências não explicam se a divergência decorreu de um erro de divulgação, de uma observação subjacente diferente ou de uma revisão posterior. Seria incorreto tanto rotular a leitura das 8:55 como uma correspondência exata quanto tratar o valor de 29,000 do alerta como uma medição confirmada do medidor.
Outra comparação seria igualmente enganosa. Nossa reportagem de 1º de novembro usou uma observação matinal descrita como sendo um pouco ao norte da confluência dos rios Verde e Salt: 7.98 pés e 3,420 pés cúbicos por segundo. As leituras abaixo da barragem Bartlett vêm de um local descrito diferente. Juntá-las criaria uma elevação dramática em um único posto de medição que as evidências não mostram. A identidade da estação anterior não foi estabelecida aqui. 30 19
A altura do medidor, também chamada de nível, mede a superfície da água em relação ao nível de referência próprio de uma estação; não corresponde à profundidade da água sobre uma estrada. Medidores diferentes podem usar níveis de referência diferentes. A vazão mede o volume que passa pela estação a cada segundo, não necessariamente a taxa de liberação da barragem. Este relato não estabelece nenhum limite verificado de nível de inundação para a estação abaixo da barragem Bartlett. 19 22
Por que as liberações continuam sendo importantes
A SRP informou que aumentou as liberações para abrir espaço para o escoamento da tempestade e proteger a segurança da barragem e do público. Sua atualização indicou aproximadamente 54,000 pés cúbicos por segundo no total, provenientes das barragens Bartlett e Stewart Mountain. Esse valor abrange duas barragens e os rios Verde e Salt — não é uma taxa de liberação apenas da barragem Bartlett, nem uma confirmação independente de uma medição no medidor abaixo da barragem Bartlett. 36
Alertas de enchente anteriores citaram tanto o escoamento causado pelo excesso de chuva quanto as liberações a montante. A continuação mais recente enfatiza as liberações contínuas das barragens, sem atribuir uma parcela das enchentes a nenhum dos processos. A chuva e a operação dos reservatórios estão relacionadas neste caso, mas os números disponíveis não separam suas contribuições. 38 15
O que sabemos
O que não sabemos
- Nenhum aviso verificado neste relato identifica uma travessia específica do rio Verde como fechada ou reaberta. Os totais de vítimas, resgates, evacuações e danos materiais também não foram estabelecidos; isso não prova que nenhum dano tenha ocorrido.
Próximos passos
- Se o Serviço de Meteorologia estender ou cancelar o alerta, ou permitir que ele expire às 2 p.m. MST, e se avisos locais datados documentam restrições de acesso ou impactos específicos.
As instruções imediatas são simples: volte ao encontrar água de enchente, não trafegue por estradas alagadas e fique atento aos cursos d’água próximos. Campistas e caminhantes devem evitar rios e córregos. A queda no nível do medidor é uma informação útil sobre o rio; não é uma autorização para atravessá-lo. E o horário previsto para o fim do alerta é um limite administrativo, não uma promessa de que a água estará segura às 2 p.m. 15
Conforme exibido 15 linhas
- Dam releases keep the Verde River flooding even as flows fall. Rio Verde and Fort McDowell remain in the warned area, and river recreation remains unsafe.
- On November 1, we reported continuing flooding, with the warning ending the next morning. By Wednesday morning, the warning runs through two this afternoon, Mountain Standard Time.
- What do the lower readings mean for people using the river and its crossings?
- The flooding follows the river from Bartlett Lake toward the Salt River in Maricopa County, Arizona. Rio Verde and Fort McDowell are the named communities exposed to flooding along that corridor. Low-lying and flood-prone places remain at risk.
- Forecasters say upstream dam releases continue to cause flooding. Wednesday morning's warning puts flow below Bartlett Dam at about 13,000 cubic feet per second. That's the volume passing the gauge each second. A later gauge reading gives a slightly higher figure, taken at a different time.
- The later reading is 13,500 cubic feet per second. Monday's warnings described around 60,000. That's substantially less water moving downstream now, but the active warning still describes flooding. The smaller difference between Wednesday's readings doesn't show a sustained renewed rise.
- Monday morning, November 2, forecasters described water above 24 feet and flow around 60,000 cubic feet per second. They extended the warning into Tuesday morning. Monday night's warning described water above 25 feet, again with flow around 60,000. That bulletin pushed the deadline to Wednesday afternoon. Those were separate morning and evening observations.
- Dam operators increased releases to make room for storm runoff and protect dam and public safety. SRP described about 54,000 cubic feet per second combined from Bartlett and Stewart Mountain dams. That combined figure covers two dams on different rivers.
- Earlier warnings blamed both excessive-rainfall runoff and dam releases. The latest warning emphasizes continuing releases, without putting a share on each cause. By Tuesday evening, forecasters described water just under 18 feet below Bartlett Dam, with flow around 17,000 cubic feet per second. Wednesday's readings were lower again.
- Sunday evening's warning put flow around 29,000 cubic feet per second. The gauge's archived reading one minute earlier was 53,300, with water at 24.18 feet. The height fits the warning's above-24-foot description. The flow figures haven't been reconciled.
- The below-Bartlett gauge also sits at a different location from the one in our earlier broadcast. That November 1 morning observation was near the river's meeting with the Salt River. It gave a height of 7.98 feet and flow of 3,420 cubic feet per second. Joining those readings would create a false picture of change at one station.
- The below-Bartlett gauge recorded 53,500, then 53,300, then 52,900 cubic feet per second over fifteen minutes Sunday evening. That's a small decline within that interval. These observations are provisional and can be revised.
- A gauge's water height uses its own local reference level. Different stations can use different references, so their heights aren't directly interchangeable. Flow measures how much water passes the station. It doesn't automatically measure the dam's release rate. The rounded figures in later warnings also don't pinpoint the flood's exact peak.
- The latest warning still describes flooding as imminent or occurring. A lower gauge reading alone can't tell a driver whether a crossing is safe, or a family whether river access is safe. The scheduled expiration doesn't predict when those conditions will change.
- The warning gives no crossing-by-crossing closure or reopening list. Whether it will be extended beyond Wednesday afternoon is still unresolved. Rio Verde and Fort McDowell remain named places at risk, without that meaning either community is flooded everywhere. Drivers should turn around at floodwater and stay off flooded roads. Campers and hikers should avoid streams and creeks.
Fontes
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