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Drone encontra focos subterrâneos em Loudon após incêndio ser considerado apagado
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A varredura infravermelha de segunda-feira encontrou queima residual sob a área de cerca de 10 acres atingida pelo incêndio. As equipes combateram mais focos, mas não há confirmação de uma liberação posterior de que tudo estava apagado.
Quando um incêndio em uma área de mata está realmente apagado — quando a fumaça desaparece ou quando o solo sob o fogo para de queimar? Em Loudon, New Hampshire, uma inspeção com drone revelou a diferença: dois focos de calor ainda ardiam embaixo da terra depois que as equipes acreditavam que o incêndio do fim de semana estava completamente apagado.23
Na segunda-feira, 2 de novembro, bombeiros usaram um drone equipado com câmera infravermelha para procurar calor na área queimada. A WMUR informou que a varredura encontrou os dois focos subterrâneos, que as equipes apagaram focos adicionais na segunda-feira e que o monitoramento continuaria ao longo da semana. A reportagem não confirma separadamente que cada foco detectado pelo drone foi apagado. Até 4 de novembro, não há uma inspeção posterior verificada que declare todo o local frio.2
Em nossa transmissão de 2 de novembro, relatamos a avaliação feita na noite de domingo pelo chefe Thomas Blanchette: não havia fumaça visível, acreditava-se que o incêndio, que atingiu quase 10 acres, estava completamente apagado, e ainda estava prevista uma inspeção com drone de detecção de calor. Essa inspeção já aconteceu. O resultado substitui a avaliação anterior de que toda a queima havia terminado — não porque tenha sido relatado um novo incêndio, mas porque havia calor sob a superfície aparentemente tranquila.32
A área afetada fica perto das estradas Berry, Range e Old Shaker. A reportagem de 2 de novembro do Concord Monitor, com base em um comunicado do Corpo de Bombeiros de Loudon, informou que não houve feridos nem edifícios danificados. Também disse que os bombeiros voltaram na segunda-feira com guardas do New Hampshire Forest Protection Bureau para verificar se havia focos remanescentes que pudessem reacender. Essa resposta conjunta não estabelece qual agência operou o drone.1
Os números da área queimada continuam sendo estimativas. No acompanhamento da WMUR, o incêndio do fim de semana atingiu pelo menos 10 acres; o Monitor descreveu cerca de 10 acres. Esses relatos atualizam a descrição anterior de quase 10 acres, mas não estabelecem que o perímetro tenha aumentado depois. O desenvolvimento relatado foi a queima residual dentro da área afetada, não uma nova propagação.123
O trabalho sob a superfície
A descoberta subterrânea é compatível com as dificuldades enfrentadas pelas equipes desde o início. Os bombeiros atenderam à ocorrência pela primeira vez na noite de sábado, 31 de outubro, trabalharam até cerca de 1h30 de domingo e voltaram mais tarde naquela manhã. Blanchette descreveu um incêndio lento e rasteiro, com chamas de cerca de dois pés de altura e fogo que se estendia para baixo do solo.3
Parte da área havia sido explorada para extração de madeira alguns anos antes. Resíduos da exploração, tocos mortos e raízes deixaram os bombeiros diante de material em combustão que não podiam simplesmente alcançar por cima. Eles cavaram o subsolo e usaram ferramentas especializadas para cortar raízes e resíduos de árvores. As chamas visíveis eram apenas parte do trabalho.3
Segundo o comunicado do Corpo de Bombeiros, divulgado pelo Monitor, as equipes controlaram o incêndio e foram embora na tarde de domingo. Na noite de domingo, Blanchette acreditava que ele estava completamente apagado. São avaliações sucessivas, não relatos contraditórios: controlar a propagação de um incêndio e confirmar que todo foco oculto está frio são etapas diferentes. A varredura de segunda-feira mostrou por que a segunda ainda era necessária.132
A inspeção não explicou o que provocou o incêndio. Blanchette disse que o fogo começou em uma área pantanosa, o que considerou incomum, mas as equipes não conseguiram determinar a origem exata. Encontrar calor no subsolo responde onde a queima persistiu; não responde o que a iniciou.3
Efetivo e solo seco dificultaram o trabalho
O acompanhamento também dá uma medida mais precisa do esforço necessário para reunir as equipes. “O efetivo foi um problema”, disse Blanchette à WMUR. “Levamos cerca de quatro horas para reunir 45 bombeiros para trabalhar no incêndio.” Esse é o tempo necessário para reunir essa força — não uma espera de quatro horas até a chegada dos primeiros bombeiros.2
O número atualiza o relato anterior de pouco menos de 40 bombeiros, quando Blanchette disse que o feriado e o fim de semana haviam complicado a mobilização. Vários departamentos e funcionários do serviço florestal estadual forneceram pessoal e equipamentos; bombeiros de Concord e Belmont atenderam às outras ocorrências ativas de Loudon. As informações descrevem uma mobilização difícil para esse incidente, não uma taxa medida de vagas em todo o departamento nem uma conclusão sobre seu orçamento.13
O clima tornou o trabalho mais difícil. “Está muito seco”, disse Blanchette no acompanhamento. “Não há umidade no solo.” A WMUR descreveu condições de resposta que incluíam ventos de 20 a 30 mph. O relato anterior usou 15 a 25 mph, sem informações suficientes para determinar se os dois intervalos abrangiam o mesmo período de observação. Eles não devem ser interpretados como um aumento comprovado da velocidade do vento — nem como as condições de 4 de novembro.23
A reportagem do Monitor de 2 de novembro situou o incêndio em um período prolongado de seca: a maior parte de New Hampshire havia passado quase duas semanas sem chuva significativa, e a precipitação estava bem abaixo da média nos 14 meses anteriores. As folhas caídas forneciam combustível seco, enquanto os galhos sem folhas permitiam que mais luz solar alcançasse e secasse o material no chão.1
Na reportagem de 2 de novembro, o risco de incêndios florestais no estado estava classificado como alto em todo o território, e a previsão também indicava ausência de precipitação por pelo menos vários dias. Essa era a classificação e a previsão que acompanhavam a resposta, não informações meteorológicas atualizadas.1
O conselho de prevenção de Blanchette foi direto: “Ao fazer a limpeza de outono, certifique-se de que qualquer fogueira ou queima de mato esteja completamente apagada.” Ele recomendou que os moradores usassem bastante água, revolvessem os restos e verificassem com cuidado se ainda havia calor. Seu alerta não é uma conclusão de que uma queima ao ar livre tenha causado este incidente.2
A experiência de Loudon torna concreta essa distinção. Não haver fumaça visível era uma observação útil, mas não uma prova de que o fogo estivesse completamente apagado. A inspeção planejada encontrou fogo de verdade que ainda exigia atenção. A questão que resta é se as verificações posteriores constataram que o solo estava totalmente frio; o acompanhamento disponível ainda não estabeleceu isso.23
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Equipes de Loudon cavaram no subsolo para combater incêndio de quase 10 acres45 horas depois
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Drone encontra focos subterrâneos em Loudon após incêndio ser considerado apagado
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71 fontes de 37 veículos· Mais citados primeiro
WMURwmur.com7
- Primeira notícia
- Loudon fire crews monitor hot spots after brush fire burns 10 acres over weekend
- Loudon fire crews contain nearly 10-acre wildland fire that spread underground
- Loudon, NH: Fire crews respond to area
- Officials: fully involved, second alarm barn fire in Loudon
- Auto shop in Loudon destroyed by fire; no one hurt
- Officials: 2 firefighters suffer minor injuries after Loudon fire
- Loudon Fire Dept thanks community after fundraiser interrupted
X (formerly Twitter)x.com7
- Primeira notícia
- Multiple agencies respond to fully-involved, second alarm barn fire in Loudon | LINK IN BIO
- (OOA) Loudon, NH *MULTI ALARM BRUSH FIRE* Berry, Range, & Old Shaker Roads - Large area of brush burning since last night, 10+ acres, multiple Fire Departments & State Forestry Units are actively working - 11/1 - 10:00 #LoudonNH #NHForestry (Merrimack County)
- Engine 611 dispatched to OLD OX RD / SHAW RD for the VEHICLE ACCIDENT with @FFXFireRescue [Sat 12:57 AM]
- SRLFD (@ShakerRoadFire) / X
- Loudon fire crews contain nearly 10-acre wildland fire that spread underground | LINK IN BIO
- CFPA New Hampshire member Jay Heath posted images and video from the Loudon, NH barn fire.
- Fire crews respond to brush fire in Loudon | LINK IN BIO
Concord Monitorconcordmonitor.com5
- Primeira notícia
- Large brushfire in Loudon reflects dry conditions and high fire risk
- Local fire chiefs say they're struggling to meet demand with low staff, tight budgets
- In tight times, Loudon Fire Department gets a boost
- Several crews fight three-alarm fire in Loudon
- 'To think of losing everything': Historic barn destroyed in Loudon fire
1st Responder News1strespondernews.com2
CAPITAL AREA MUTUAL AID FIRE COMPACTnh.gov2
Flipboardflipboard.com2
HeyDay Newsheyday.news2
- Primeira notícia
- 劳登地下火灾被认为已扑灭;计划进行无人机检查
- 劳登消防员挖掘地下区域,扑救近10英亩火灾
cnhffwa1.wixsite.comSite não verificado1
environmenttodaynewhampshire.com1
Conforme exibido
- A drone found two underground hot spots in a fire crews had believed was out.
- Firefighters put out more hot spots and planned to monitor the burned ground through the week. On November 2, we reported that crews believed the fire was out Sunday evening, with a drone check still planned. Whether the ground is now completely cold remains unresolved.
- The fire burned woods and brush near Berry, Range and Old Shaker Roads in Loudon, New Hampshire. Firefighters returned Monday with rangers from the state's Forest Protection Bureau to search for remaining heat that could allow the fire to reignite.
- Officials estimated that at least 10 acres burned over the weekend. Another estimate put the area at around 10 acres. Those estimates update the nearly 10 acres described earlier. The new discovery was residual burning inside the affected area, with no renewed spread reported.
- Firefighters used an infrared-equipped drone to search for heat Monday, November 2. The scan found two hot spots smoldering underground. Crews worked to extinguish leftover burning, even after the surface had appeared quiet the previous evening.
- Crews had brought the blaze under control Sunday afternoon and left the scene. By Sunday evening, Chief Thomas Blanchette saw no visible smoke and believed it was completely out. Monday's heat search showed that burning had continued beneath the surface.
- Our November 2 broadcast left the drone inspection as the next step. That inspection has now happened. It found underground fire, and firefighters put out additional hot spots Monday. The absence of visible smoke Sunday hadn't meant every burning root was cold.
- Firefighters had already spent hours digging for this fire. They first responded Saturday evening, October 31, worked into the early hours of Sunday, and returned later that morning. Flames reached about two feet high, while the fire crept slowly through material on and beneath the ground.
- The affected ground included an area logged a couple of years earlier. Logging debris, dead stumps and roots gave crews difficult material to reach. Firefighters dug underground and used specialized tools to cut through roots and burning tree debris.
- The fire began in a marshy area, which Blanchette described as unusual. Crews couldn't determine what ignited it. Finding heat underground explains why firefighters needed to keep working there, but it doesn't explain the original ignition.
- Loudon Fire Chief Thomas Blanchette said staffing was an issue. He said assembling 45 firefighters took about four hours. That measures the time needed to gather that force. Crews had already begun responding Saturday evening.
- Blanchette's updated total is 45, compared with the earlier figure of just shy of 40. He had said the holiday and weekend complicated mobilization. Several departments and state forestry personnel supplied people and equipment. Concord and Belmont firefighters covered Loudon's other active calls while crews fought the woods fire.
- The Loudon Fire Department said nobody was injured and no buildings were damaged. Its November 2 announcement also described staffing and weather as challenges. Those findings add the injury and damage information that wasn't available when we previously covered the fire.
- Dry ground made the work harder. Blanchette said there was no moisture in the ground. The newer response description put winds at 20 to 30 miles an hour. Earlier estimates were 15 to 25, with no clear indication that they covered the same observation period.
- By November 2, most of New Hampshire had gone close to two weeks without significant rain. Precipitation was well below average over the previous 14 months. Fallen leaves supplied dry fuel, and bare branches let more sunlight reach and dry the ground.
- The state's wildfire-risk rating was high across New Hampshire, with high risk also described across much of northern New England. The November 2 outlook expected no precipitation for at least several days. Those were the conditions and forecast accompanying the response.
- Blanchette urged residents to make campfires and fall-cleanup brush fires completely cold. He advised adding plenty of water, stirring the remains and checking cautiously for heat. His earlier warning also covered smoking materials and wood stoves during dry conditions.
- Crews planned to keep monitoring the burned area through the week. As of November 4, it's still unclear whether both drone-detected hot spots were fully extinguished or whether a later inspection found the entire site cold.
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Disponível em inglês
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