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Mulher de 71 anos morre após disparar no saguão da polícia de Port Orange

Uma mulher de 71 anos disparou uma vez no setor de registros, foi baleada do lado de fora e morreu um dia depois — motivação e uso da força seguem sob investigação.

Traduzido do original em inglês.

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O anúncio de sexta-feira de que Linda Jean Croteau havia morrido transforma um tiroteio de quinta de manhã em algo mais longo e mais difícil de encerrar. Em 4 de setembro de 2026, o Departamento de Polícia de Port Orange informou que a mulher de 71 anos baleada por seus policiais um dia antes havia morrido em um hospital, encerrando o capítulo de estado crítico que começou quando ela entrou armada na própria sede do departamento e dando início à apuração, mais lenta, de por que isso aconteceu e se a força usada contra ela foi compatível com a ameaça. 3 5 11

Fatos principais

  1. 1Disparo feito dentro do saguão às 8h38 5
  2. 0Policiais, funcionários ou civis atingidos além dela 8
  3. 3Policiais que abriram fogo do lado de fora 1

O incidente começou na quinta-feira, 3 de setembro de 2026, por volta das 8h30, na sede do Departamento de Polícia de Port Orange, no número 4545 da S. Clyde Morris Blvd., em Port Orange, na Flórida. 8 13 Imagens de vigilância da delegacia registradas às 8h35 mostram Croteau entrando no setor de registros aberto ao público com uma arma de fogo visível na mão direita. 5 9 Ela abordou funcionários civis, exibiu a arma, apontou-a para uma porta marcada como "evidências" e, às 8h38, fez um único disparo em direção a funcionários na área de bens e evidências. 5 9 Os funcionários se protegeram enquanto um civil gritava para que ela largasse a arma, e ela então saiu, ainda armada. 5

Todo o episódio, da entrada ao confronto do lado de fora, durou cerca de cinco minutos. 5 No estacionamento, cerca de seis policiais a confrontaram. 1 Três abriram fogo depois que ela ignorou repetidamente as ordens para largar a arma. 1 5 Os policiais atiraram, pararam quando ela caiu e soltou a arma, voltaram a atirar quando ela tentou alcançá-la no chão e, em seguida, se aproximaram com um escudo para prestar socorro. 5 Algumas reportagens apontaram mais de uma dúzia de disparos na troca do lado de fora. 5 Ela foi levada a um hospital em estado crítico e morreu no dia seguinte, sexta-feira, 4 de setembro de 2026. 11 15

Cinco minutos em 3 de setembro

  1. 8h35

    Croteau entra no setor de registros com arma visível na mão direita

    5
  2. 8h38

    Faz um único disparo em direção a funcionários na área de evidências

    5
  3. 8h39

    Sai ainda armada depois que os funcionários se protegem

    5
  4. 8h40

    Cerca de seis policiais a confrontam no estacionamento

    1
  5. 8h41

    Três policiais atiram após ordens ignoradas; segunda rajada depois que ela tenta alcançar a arma

    5

O que não aconteceu importa tanto quanto o que aconteceu. A polícia disse que nenhum policial, funcionário ou civil foi atingido — zero outros feridos em um ataque armado dentro de um prédio de acesso público. 5 8 Esse resultado é notável porque o primeiro alvo não foi uma unidade tática, mas um setor de registros, e o próprio alerta do chefe deixa isso claro: o setor de registros da recepção é um escritório com funcionários civis que não andam armados nem são treinados como policiais juramentados. 5 Uma mulher com uma arma de fogo teve, por três minutos, livre circulação em uma sala cheia de pessoas desarmadas e disparou apenas uma vez, por imprecisão ou sorte, antes de voltar para fora.

O registro também precisou ser corrigido antes de poder ser compreendido. Os primeiros relatos descreveram uma mulher de cerca de 70 anos e grafaram seu sobrenome ora como Crotteau, ora como Couto. 1 6 O departamento depois a identificou como Linda Jean Croteau, de 71 anos, forma adotada como oficial pelos veículos locais. 2 3 4 Ela morava em um condomínio de apartamentos em Port Orange a cerca de sete minutos de carro da delegacia. 5 Um dos primeiros relatos descreveu seu estado como estável, mas ela chegou ao hospital em estado crítico e morreu na sexta-feira. 12 11

Segundos finais continuam em disputa

O que levou uma mulher de 71 anos a entrar armada em uma delegacia continua indefinido. O chefe de polícia Manuel Marino disse que os investigadores não haviam determinado uma motivação e não sabiam se o departamento tivera alguma interação anterior com ela. 2 6 Familiares e conhecidos descreveram sofrimento pessoal recente, e não uma queixa contra a polícia: uma pessoa que dividia a casa com ela disse ao Daytona Beach News-Journal que Croteau havia perdido recentemente o marido, Gary Croteau, o que lhe causara muita turbulência emocional, e um enteado disse que ela vinha sofrendo desde a perda. 13 15 Um vizinho descreveu o casal como simpático. 15 A polícia não confirmou nenhum diagnóstico documentado de saúde mental nem qualquer queixa específica contra a delegacia. 5

Uma mulher idosa enlutada disparou uma vez contra funcionários desarmados e depois voltou para fora, onde estavam policiais armados — e o vídeo nos deixa julgar luto, ameaça e força ao mesmo tempo.

Os segundos finais do confronto tornaram-se o ponto controverso. Testemunhas, operários da construção civil do outro lado da rua, disseram que ela já havia largado a arma e se sentado antes dos disparos. 5 O vídeo divulgado e o relato do chefe de polícia afirmam que ela ainda segurava a arma quando foi abordada pela primeira vez e, depois, estendeu a mão em direção a ela no chão. 5 7 Essa diferença entre a memória a distância e uma lente próxima, vista de cima, é agora central para a investigação, porque define se a primeira rajada e, sobretudo, a segunda, após a queda, responderam a uma ameaça contínua ou puniram uma mulher já caída.

Em 4 de setembro, o departamento divulgou as imagens de vigilância da delegacia, além de vídeo e áudio das câmeras corporais, em nome da transparência e para ajudar a desfazer desinformação, o que permitiu examinar diretamente a diferença entre os relatos das testemunhas e os oficiais. 5 9 As imagens mostram a entrada com a arma na mão direita, a interação e o disparo único, os funcionários se protegendo, a saída ainda armada, as repetidas ordens para largar a arma, o movimento contínuo em direção aos policiais, a queda e a arma solta, o gesto para alcançá-la e os policiais se aproximando depois com um escudo para prestar socorro. 5 9 Pessoas sensatas ainda podem discordar sobre a percepção sob estresse, mas já não precisam adivinhar a sequência.

O desfecho jurídico já está definido; a investigação oficial, não. Como Croteau morreu antes que qualquer caso chegasse à Justiça, nenhuma acusação criminal foi apresentada contra ela, e ela não estava presa no momento da morte. 5 Os três policiais que atiraram não foram identificados publicamente. 5 O Departamento de Aplicação da Lei da Flórida (FDLE) conduz a investigação sobre o tiroteio envolvendo policiais. 5 O saguão permaneceu fechado até pelo menos terça-feira, 8 de setembro, enquanto o chefe manifestava preocupação com um balcão de atendimento civil e desarmado que nunca foi projetado para resistir a tiros. 5 Nenhum tiroteio ou ataque armado anterior comparável nesta delegacia foi encontrado na cobertura analisada. 5

O que sabemos

  • Croteau fez um disparo no saguão às 8h38; três policiais depois atiraram nela do lado de fora; ninguém mais foi atingido. 5
  • Croteau morreu no hospital em 4 de setembro de 2026, o que encerra qualquer processo criminal contra ela. 11

O que não sabemos

  • Nenhuma motivação nem contato anterior com a polícia de Port Orange foi estabelecido publicamente.
  • Se os relatos de testemunhas de que ela havia se sentado desarmada podem ser conciliados com o vídeo que a mostra segurando a arma e tentando alcançá-la.

Próximos passos

  • Se o FDLE vai identificar os policiais e considerar as duas rajadas justificadas.
  • Que proteção os funcionários civis do setor de registros receberão quando o saguão reabrir.
Conforme exibido 18 linhas
  1. A 71-year-old woman opened fire inside a police station and died a day after officers shot her.
  2. The attack struck a public-facing records office where staff are unarmed, and it ended with three officers firing in a parking lot.
  3. The mystery is what drove her to walk in armed — and whether the officers' response matched the threat.
  4. The attack came on Thursday morning, September 3rd, at the Port Orange Police Department headquarters on South Clyde Morris Boulevard. Surveillance video shows her entering the public records section at 8:35 a.m. with a handgun in her right hand. She engaged civilian staff, brandished the weapon, pointed it toward a door marked evidence, and at 8:38 fired a single round toward employees in the property-and-evidence area. Staff took cover, and one civilian yelled at her to drop the gun. She then walked out still armed.
  5. The station's own cameras recorded the entire episode, from her entry to the single shot, then her walk out still armed. In the parking lot, about six officers surrounded her, and three fired after she ignored commands to drop the weapon. She fell, but reached for the gun again, drawing a second volley. Officers then moved in with a shield to provide aid. She was taken to the hospital, where she died the next day.
  6. The entire episode from entry to the outside confrontation lasted about five minutes. No officers, employees, or civilians were hit.
  7. Despite an armed attack inside a public building, no one else was hurt.
  8. Some reporting placed more than a dozen rounds in the outside exchange, though the exact count is not yet confirmed.
  9. The first reports used a rough age and two different spellings of her name. The department later confirmed she was 71 and her name is Linda Jean Croteau. What remains unresolved is motive and any prior contact, and there is a dispute over whether she had already dropped her gun when the first shots were fired.
  10. The dispute over the final seconds is now central. Construction workers across the street described something different from the video.
  11. Construction workers across the street said she had already dropped the gun and sat down before any shots. The released video and the chief's account say she was still holding it when first confronted and later reached toward it on the ground. That discrepancy is now central to the review.
  12. The officers' own account is detailed in a clear use-of-force sequence.
  13. The officers' account flows through clear steps: repeated commands, the first volley when she keeps coming, the fall and drop, then a reach for the gun that draws a second volley, and finally a shield used to provide medical aid.
  14. The department released the surveillance and body-camera footage on September 4, which is what allowed the gap between witness accounts and the official version to be examined directly.
  15. Family and acquaintances described recent personal distress, including the recent loss of her husband, which caused emotional turmoil. A stepson said she had been struggling since the loss, but no documented mental-health diagnosis or specific grievance against the station has been confirmed.
  16. She lived at a Port Orange apartment complex about seven minutes' drive from the station. An early report described her condition as stable, but she was in critical condition when taken to the hospital and died.
  17. The Florida Department of Law Enforcement is leading the officer-involved shooting investigation. Because she died before any case reached court, no criminal charges were filed, and the three officers who fired have not been publicly named. The records section remains closed until at least Tuesday, September 8, and the chief has raised concern that its civilian staff are not armed or trained like sworn officers.
  18. As of today, no motive has been established, and the full FDLE review remains the official process. The question of why she walked into that station armed, and whether the officers' response was justified, are still open.

Fontes

Confira as evidências por trás desta reportagem. O mapa mostra suas conexões; os links abaixo abrem as fontes citadas neste artigo.

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Fontes citadas

  1. Police: Florida senior citizen opens fire inside Port Orange police stationABC News · 3 de set. · vídeo
  2. Elderly Woman Opens Fire at Port Orange Police Department, Officers Say - WFTVwww.wftv.com
  3. Police ID woman shot, killed after firing gun inside Port Orange Police Station | FOX 35 Orlandowww.fox35orlando.com
  4. Linda Jean Croteau shot by Port Orange police - WFTVwww.wftv.com
  5. Port Orange Police release video of lobby shooting involving 71-year-old woman - WFTVwww.wftv.com
  6. Florida woman opens fire inside Port Orange Police Department lobby: chief | Fox Newswww.foxnews.com
  7. Florida woman fires gun inside station, advances toward officers before deadly shootingcbs12.com
  8. Port Orange shooting: Woman fires gun inside police lobby, shot by officers, chief says | FOX 13 Tampa Baywww.fox13news.com
  9. NEW VIDEO: Armed 71-year-old woman fires gun at Port Orange Police Departmentwww.clickorlando.com
  10. Active Shooter Detained at Port Orange Police Department | WNDB - News Daytona Beachnewsdaytonabeach.com
  11. Suspect in Port Orange PD shooting dies after being shotmynews13.com
  12. Port Orange police shoot woman after firing in lobby - WFTVwww.wftv.com
  13. Port Orange shooter identified, in critical condition, police saywww.news-journalonline.com
  14. Port Orange shooting: Woman fires gun inside police lobby, shot by officers, chief says | FOX 35 Orlandowww.fox35orlando.com
  15. Florida woman shot after police department lobby shooting dies - WESHwww.wesh.com
  16. Officer-involved shooting in Port Orange Police Department lobby leaves woman hospitalized, chief sayswww.clickorlando.com
  17. No injuries reported after shooting inside Port Orange Police Department lobbywww.clickorlando.com
  18. Police respond to shooting at Port Orange Police Departmentmynews13.com
  19. Florida woman opens fire inside Port Orange Police Department lobbywww.police1.com
  20. Woman shoots inside Port Orange lobby: Press conference | FOX 35 Orlandowww.fox35orlando.com

Tradução atualizada em 24 de setembro de 2026 às 08:20 GMT-5

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