Justiça · Execução malsucedidaCobertura em andamento · reportagem 5 de 5
Após a execução malsucedida de Christa Pike, seu pedido de resgate foi tratado como alarme falso
Novos registros de emergência mostram que um pedido de ambulância foi descartado após a execução malsucedida no Tennessee. Pike está se recuperando na prisão, mas a causa da falha e seu futuro sob uma sentença de morte continuam sem solução.
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Cobertura em andamentoDia 20
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Cobertura completaO que mudou desde nossa última reportagem
5 dias depois
Antes
Christa Pike está acordada. O Tennessee poderia tentar executá-la novamente?O que dissemos que seguia em aberto
Se Pike desperta, quais lesões apresenta e se algum profissional de saúde do estado confirmará sua condição.
Ainda em abertoO que causou a falha e se o medicamento chegou à corrente sanguínea.
Ainda em abertoO mecanismo não foi comprovado, e nenhuma análise toxicológica pública determina quanto pentobarbital chegou à corrente sanguínea. 372
Quando Stanton apresentará o relatório e se as conclusões serão públicas.
Ainda em abertoAté 13 de outubro, não havia prazo público, conclusões finalizadas nem acordo sobre a publicação. 307
Se a suspensão vale apenas até o fim de 2026 ou até o fim do mandato de Lee.
RespondidoA renúncia de Strada entra em vigor no fim de outubro, e um comissário interino será nomeado.
Ainda em abertoNossa formulação anterior, que dizia que a saída ocorreria no fim de outubro, foi precisa demais: o anúncio dizia que Strada sairia mais tarde em outubro. Não foi estabelecida uma data exata para a saída nem um sucessor interino nomeado. 279
Se Lee responderá ao pedido de comutação da pena antes do fim de seu mandato, em meados de janeiro.
Ainda em abertoNenhuma decisão sobre o pedido renovado de comutação da pena foi anunciada, e não foi estabelecido nenhum prazo que obrigue Lee a responder antes de deixar o cargo. 512
Se a alegação de deficiência intelectual de Sutton será submetida a uma audiência.
Ainda em abertoEsta atualização não comprova que tenha ocorrido uma audiência ou decisão sobre a alegação de deficiência intelectual de Sutton; a suspensão da execução, por si só, não a resolve.
Agora
Novos registros de emergência mostram que um pedido de ambulância foi descartado após a execução malsucedida no Tennessee. Pike está se recuperando na prisão, mas a causa da falha e seu futuro sob uma sentença de morte continuam sem solução.
Respondido desde então
O que avançou
- O serviço de emergência transmite uma instrução de que a ligação é falsa e não é necessária assistência médica.
- A advogada Kelly Gleason pede atendimento imediato para salvar vidas.
Em 8 de outubro, a HeyDay News informou que Christa Gail Pike havia despertado após a tentativa malsucedida de execução no Tennessee, mas continuava gravemente doente no hospital. Desde então, ela voltou à prisão para continuar recebendo cuidados médicos. Agora, registros de emergência divulgados em 12 de outubro revelam outra falha na noite da execução: um pedido legítimo de ambulância foi tratado como um alarme falso. 11 539
Pike sobreviveu a duas doses de pentobarbital durante uma única sessão de execução na Riverbend Maximum Security Institution, em Nashville, em 30 de setembro de 2026. Passou aproximadamente meia hora entre a primeira ligação de emergência e a confirmação da ocorrência e a liberação do acesso pelo portão para as equipes de socorro. Nesse intervalo, o serviço de emergência foi informado de que não era necessária assistência médica, enquanto o advogado de Pike pediu atendimento imediato para salvar sua vida. 4
Os registros revelam uma falha na resposta de resgate, sem esclarecer por que a execução fracassou. Pike, de 50 anos, continua condenada à morte. O Tennessee suspendeu as execuções até o fim do ano, mas nem a recuperação dela nem essa suspensão temporária eliminam a possibilidade de uma nova tentativa. 11 231
Uma emergência que precisou ser autenticada
A primeira ligação foi feita às 8:40 da noite, horário de verão central. O nome e o cargo de quem ligou foram ocultados. O relato escrito divulgado preserva estas palavras: “Estamos realizando uma execução esta noite. Administramos 10 gramas de pentobarbital. A pessoa ainda não morreu. Isso começou aproximadamente 1 hora atrás. E estamos ligando para pedir uma ambulância.” A quantidade e o tempo transcorrido foram declarações de quem ligou — não uma medição de quanto medicamento chegou à corrente sanguínea de Pike nem um horário preciso de início da execução. 3 484
Questionado sobre a respiração, quem ligou disse: “Não. A respiração está muito difícil e lenta.” Perguntado se havia dor no peito, respondeu: “Não sei. A pessoa está inconsciente.” Estar viva e respirando não significava respirar normalmente nem estar clinicamente estável. 575
O atendente pediu um código de verificação do local. “Eu, eu não tenho um código”, respondeu quem ligou. Nenhuma explicação pública esclarece por que a pessoa que relatava a emergência não tinha o código. O que se seguiu foi uma longa tentativa de autenticar uma ligação cuja urgência médica já havia sido descrita com clareza. 3 575
Resposta à emergência de 30 de setembro — horário de verão central
- 8:40 da noite, CDT4484
A primeira pessoa que liga pede uma ambulância.
- 9:03 da noite, CDT575
O serviço de emergência transmite uma instrução de que a ligação é falsa e não é necessária assistência médica.
- 9:08 da noite, CDT24
A advogada Kelly Gleason pede atendimento imediato para salvar vidas.
- Por volta das 9:11 da noite, CDT4575
A emergência é confirmada e a liberação do acesso pelo portão para as equipes de socorro é facilitada.
- 9:14 da noite, CDT571
Veículos de emergência são vistos do lado de fora do prédio da execução.
Por volta das 8:59 da noite, o contato com a central de controle da prisão resultou em negativas de que ela tivesse feito a ligação. Uma declaração foi: “Estão me dizendo que ninguém da nossa unidade ligou para vocês, então não há realmente nada a tratar neste momento.” Às 9:03, o serviço de emergência anunciou: “De acordo com nossos supervisores no DEC (Departamento de Comunicações de Emergência), fomos informados de que é uma ligação falsa. Não é necessária assistência médica na prisão de Riverbend.” Essa avaliação estava errada. Os registros não determinam quem originou a informação equivocada nem o que essa pessoa sabia. 575
Novos contatos por volta das 9:06–9:07 resultaram na obtenção de um código e em sinais, vindos do portão, de que a emergência era real. Às 9:08, Gleason ligou e transmitiu informações de outro advogado presente na prisão: “Ela completou as etapas do protocolo e, pelo que sabemos do advogado que está presente, ainda está viva e respirando e precisa imediatamente de atendimento para salvar sua vida.” A Sky News informa que os advogados fizeram duas ligações naquele momento. 575 4
A confirmação e a liberação do acesso pelo portão por volta das 9h11 foram marcos operacionais, não horários verificados do primeiro contato ou atendimento à paciente. As comunicações de emergência também contataram a Patrulha Rodoviária do Tennessee para ajudar a facilitar a entrada. O transporte estava em andamento por volta das 9h34, enquanto as equipes ainda discutiam o destino. Os registros comprovam um atraso substancial; não determinam quanto dano adicional ele causou. 575 571
Uma correção importante: a primeira ligação foi gravada. A agência de comunicações de emergência de Nashville preparou o relato escrito divulgado analisando esse áudio, que reteve com base na legislação do Tennessee. O relato em vídeo da BBC de 13 de outubro descreveu a ligação como não gravada; a ausência do áudio na divulgação pública não significa que não existisse uma gravação original. Outras ligações foram divulgadas em áudio. 2 484 575
A recuperação não é um parecer médico
Pike despertou e começou a falar em 6 de outubro. Seus advogados haviam entendido na noite anterior que ela estava com morte cerebral e esperavam que o suporte à vida fosse retirado. Esse era o entendimento deles, não uma determinação formal de morte cerebral verificada publicamente. Os primeiros relatos deles descreveram pneumonia, um coágulo sanguíneo, inchaço grave nos braços e nas mãos, queimaduras ou bolhas, dificuldade de movimentação e dificuldade para engolir. 21 23
Atualizações posteriores descreveram caminhadas com auxílio, a retomada do uso dos braços lesionados e uma dieta regular. Relatos de 8 e 9 de outubro disseram que os pulmões estavam limpos e que os médicos se mostravam encorajados com a recuperação física, embora as lesões nos braços ainda dificultassem segurar uma caneta e assinar o próprio nome. Persistiam problemas de concentração e memória; seus advogados disseram que médicos os haviam informado que os efeitos cognitivos duradouros poderiam levar meses para serem avaliados. Esses relatos vêm da equipe jurídica, não de avaliações públicas dos profissionais que a trataram. 13 15 447
Ela recebeu alta em 10 de outubro e voltou ao Debra K. Johnson Rehabilitation Center, em Nashville. O Departamento de Correção confirmou seu retorno sem fornecer mais detalhes clínicos. O informe da ABC News de 12 de outubro descreveu o retorno após 12 dias; a reportagem da BBC News de 10 de outubro documentou a alta e o retorno, dez dias depois de 30 de setembro. A data de retorno estabelecida corrige o intervalo informado posteriormente. A alta não comprova recuperação neurológica completa nem a restauração da função dos braços. 8 11 512
A falha na execução continua sem explicação
O relato da defesa diz que se passou mais de uma hora tentando estabelecer duas linhas intravenosas e que foram usadas pelo menos sete agulhas. Os advogados haviam alertado sobre as veias pequenas e a trombocitose, um distúrbio que provoca níveis elevados de plaquetas. Randy Spivey, que presenciou a tentativa, disse que Pike colaborou e sugeriu lugares onde poderiam encontrar uma veia. São relatos atribuídos, não conclusões de uma investigação concluída. 9 10 499
Uma possível explicação é que uma linha intravenosa tenha falhado ou sido posicionada incorretamente, permitindo que o pentobarbital entrasse no tecido ao redor. O inchaço e as queimaduras são compatíveis com essa possibilidade, mas não a comprovam. O relato do The Guardian de 11 de outubro afirmou que o medicamento não entrou na corrente sanguínea; não há medições públicas dos níveis sanguíneos nem análises toxicológicas independentes que comprovem que nada entrou ou quantifiquem a exposição sistêmica. 10 372
O governador Bill Lee ordenou uma análise independente, e o gabinete do procurador-geral contratou o ex-procurador federal Ed Stanton em 3 de outubro. Stanton liderou a análise de 2022 que ajudou a moldar o protocolo agora sob escrutínio. Até 13 de outubro, não havia prazo público para o relatório, conclusões ou compromisso que determinasse a publicação das evidências de apoio. 307
A ordem de preservação emitida pela chanceler I’Ashea Myles em 7 de outubro abrange medicamentos, equipamentos intravenosos, registros médicos e de treinamento, comunicações, gravações e outras evidências, incluindo esforços para recuperar material descartado quando possível. Preservar não significa divulgar imediatamente. As ligações revelam parte do registro operacional; não comprovam que tenham sido divulgados vídeos da sala de execução ou o conjunto completo de evidências médicas e farmacológicas. As regras para visitas de advogados no hospital exigiam que os diretores respondessem em até duas horas — não garantiam a entrada física dentro desse prazo. 376 313
Lee negou a clemência em 28 de setembro, antes da tentativa. Os advogados de Pike renovaram o pedido de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional, mas nenhuma decisão foi anunciada. Na audiência de 7 de outubro, o procurador-geral adjunto John W. Ayers disse que não havia nenhuma ordem de execução pendente e que não sabia se o Tennessee tentaria novamente. Até 13 de outubro, não havia comprovação de novo pedido, ordem, data ou decisão específica sobre uma segunda tentativa contra Pike. 201 11 512
Pike tinha 18 anos quando torturou e matou Colleen Slemmer, sua colega de escola de 19 anos, em 1995; foi condenada à morte em 1996. A sobrevivência dela não desfaz essa condenação nem a perda sofrida pela família de Slemmer. Exige, porém, que o Tennessee preste contas do que aconteceu com uma pessoa sob sua custódia — tanto quando tentou matá-la quanto quando ela precisou de resgate. 11
Conforme exibido 37 linhas
- On October 8, we reported Christa Pike hospitalized. She's now recovering in prison.
- A real medical emergency was dismissed as a false call after she survived two doses of an execution drug. Tennessee has halted executions through year-end, but Pike still faces a death sentence. What blocked the rescue response, and could the state try to execute her again?
- Pike survived two doses of pentobarbital during one execution session at Riverbend Maximum Security Institution in Nashville. The attempt happened September 30. She's now receiving medical care at the separate Debra K. Johnson Rehabilitation Center.
- An unidentified caller requested an ambulance at 8:40 that evening. The caller said staff had administered 10 grams of pentobarbital about an hour earlier. Pike was unconscious, and the caller described her breathing as very labored and slow.
- The caller's name and job title were withheld. The dispatcher asked for a location verification code, and the caller didn't have it. Nobody has explained why the person seeking emergency help lacked that code.
- Prison central control then denied making the call. Around 8:59, someone answering for the facility said nobody there had called emergency services. Dispatchers were trying to authenticate an emergency while receiving information that undermined the request.
- The first call was recorded. Nashville's emergency-communications agency released a written account prepared from that recording, but withheld the original audio under state law. Descriptions calling it unrecorded were wrong. Other calls were released as audio.
- Dispatch announced that no medical assistance was needed more than twenty minutes after the ambulance request. That instruction was wrong. Around 9:06 to 9:07, further contacts produced a code and information from the gate that the emergency was real.
- The first request came at 8:40. Dispatch called it false at 9:03. Lawyer Kelly Gleason sought life-saving care at 9:08. Officials confirmed the emergency and facilitated gate access around 9:11. Emergency vehicles were seen outside the execution building at 9:14.
- Gleason made two emergency calls, relaying information from another attorney who was present at the prison. She said Pike needed immediate life-saving care. She also described Pike as not awake and snoring. Breathing didn't mean she was breathing normally.
- About thirty minutes passed between the first call and confirmed gate access. Emergency officials also contacted the Tennessee Highway Patrol to help responders get inside. More than ninety minutes had passed since the execution process began.
- Transport was underway around 9:34, although responders were still discussing the destination. Nobody has given the exact time medical teams first reached Pike or began treatment. The delay's effect on her injuries is also unclear. The missing code and conflicting communications obstructed the response.
- Pike returned to prison October 10, ten days after the attempt. The twelve-day figure attached to her return was wrong. October 12 was twelve days after the execution attempt, but she'd already left the hospital.
- The Department of Correction confirmed her return. Her lawyers Stephen Ferrell, Luke Ihnen, Randy Spivey and Kelly Gleason said she was grateful to first responders and her medical team. She'd been housed at the women's facility for more than thirty years.
- Pike, who's fifty, woke and began speaking October 6. The previous evening, her lawyers had understood she was brain dead and expected life support to be withdrawn. No formal brain-death diagnosis was publicly confirmed. Their understanding changed when she woke.
- Her lawyers initially described pneumonia and a blood clot in one arm. They also described severe swelling, burns or blisters, impaired arm and hand movement, and trouble swallowing. They said she was angry and confused and restrained to her hospital bed.
- Later updates described assisted walking, renewed arm movement and a regular diet. Her lawyers said her lungs were clear and physicians were encouraged by her physical recovery. Those improvements came alongside continuing difficulty with concentration and memory.
- Arm injuries still made holding a pen and signing her name difficult. Her lawyers said physicians advised that lasting cognitive effects could take months to assess. They also described profound psychological trauma from surviving the attempt.
- The latest account from her attorney described her as alert, speaking and on her feet in prison. Her recovery continues, and her long-term physical and cognitive outlook is still unclear.
- Her lawyers say staff spent more than an hour establishing two IV lines and used at least seven needles. They'd warned about her small veins and thrombocytosis, a disorder involving elevated platelets that can increase clotting risks.
- The defense described a needle removed bent at a ninety-degree angle. Pike helped staff identify a possible vein and said her arm felt as if it would burst. Randy Spivey, who witnessed the attempt, described her cooperating with the team.
- Physician and medical ethicist Lydia Dugdale discussed a possible IV failure that let the drug enter surrounding arm tissue. Swelling and burns fit that possibility. Nobody has confirmed the cause or how much pentobarbital reached Pike's bloodstream.
- The Department of Correction maintains that staff followed every step of its execution protocol. It also says the protocol allowed no additional procedures. The review must examine how a procedure the state says it followed produced this outcome.
- Governor Bill Lee halted executions for the rest of 2026. He called the failed attempt deeply disturbing and highly disappointing. Lee is term-limited and leaves office in January 2027. Any extension of the pause would require a further decision.
- Ed Stanton led Tennessee's 2022 lethal-injection review, which helped shape the protocol now under scrutiny. The attorney general's office retained him October 3 to examine the Department of Correction's actions and whether staff followed the protocol.
- Stanton served as U.S. attorney for western Tennessee from 2010 to 2017 and is a partner at Butler Snow. His review also considers whether the protocol needs further changes. Officials haven't announced when he'll report or committed to publishing the findings and supporting evidence.
- Chancellor I'Ashea Myles ordered officials to preserve evidence October 7. Her order covers the drugs and their residue, needles and IV equipment, medical records, training and personnel records, witness accounts, official communications, photographs and recordings.
- The obligation extends to restraints, gurneys, packaging, waste, notes, logbooks and surveillance video. Officials must also try to recover discarded material where possible. Preserving those items keeps them available for examination. Public access to the remaining execution evidence is a separate unresolved issue.
- Myles also set rules for attorney visits while Pike was hospitalized. Written requests had to reach the wardens at least two hours beforehand. Wardens had two hours to respond, while hospital policies continued to govern access.
- Corrections Commissioner Frank Strada is stepping down later in October. Lee accepted his resignation October 3. Strada still maintains that the department followed protocol, but said stepping aside served Tennesseans as the independent review moved forward.
- Pike remains under the death sentence imposed in 1996. She was eighteen when she tortured and killed her nineteen-year-old classmate, Colleen Slemmer, in 1995. Slemmer's family lost her, and Pike's survival leaves that conviction in place.
- Lee denied Pike's original clemency request September 28, before the attempt. Her lawyers renewed their request to replace her death sentence with life without parole. Lee hasn't announced a decision on that request.
- At the October 7 hearing, Assistant Attorney General John Ayers said there was no pending execution order. He didn't know whether the state would seek another attempt. Tennessee's Supreme Court has the authority to issue a new order.
- In 1947, the U.S. Supreme Court allowed a second electrocution after an accidental equipment failure. That decision was five to four. No court has decided how that precedent applies to Pike's circumstances.
- Death-penalty scholar Austin Sarat and medical ethicist Lydia Dugdale have discussed possible constitutional challenges. Those could involve the ban on cruel and unusual punishment and double jeopardy, which restricts repeated prosecution or punishment. Courts would have to decide those arguments.
- Senator Marsha Blackburn has called for Tennessee to bring back the electric chair. Changing execution methods would require its own legal and policy decisions. Pike's immediate position still depends on the renewed clemency request and any future execution order.
- Through October 13, Tennessee hasn't announced another execution date for Pike or a decision removing her death sentence. The rescue was delayed by authentication failures and conflicting instructions. Why the execution drugs failed remains unresolved while she continues medical care in prison.
Fontes
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