Conflitos · O retorno do LincolnCobertura em andamento · reportagem 6 de 6

O USS Lincoln está em casa. O balanço sobre o bem-estar de sua tripulação não está concluído.

O retorno do porta-aviões em 8 de outubro encerra quase onze meses de separação. O novo detalhamento do capitão sobre oito tentativas de suicídio torna mais incisivas as questões de bem-estar que ainda não se confirmou que os avaliadores independentes irão examinar.

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Cobertura em andamentoDia 57

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Cobertura completa
4 dias sem novidades5 dias sem novidades14 dias sem novidades7 dias sem novidades
  • Ainda não há eventos datados
  1. Atualização 1250 dias sem escala em porto: familiares dizem que marinheiros do Lincoln tentaram pular ao mar
  2. Atualização 2EUA retiram último porta-aviões do Pacífico para substituir o Lincoln enquanto guerra contra o Irã sobrecarrega a frota
  3. Atualização 3272 dias no mar: USS Lincoln volta para casa após nove meses diante do Irã
  4. Atualização 4USS Abraham Lincoln encerra missão de 273 dias após 9 meses no mar
  5. Atualização 5Lincoln se aproxima do retorno para casa após 321 dias com uma condecoração de combate — e questões de bem-estar sem resposta
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O que mudou desde nossa última reportagem

36 horas depois

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Lincoln se aproxima do retorno para casa após 321 dias com uma condecoração de combate — e questões de bem-estar sem resposta

O que dissemos que seguia em aberto

  1. Não foi confirmado o aceite dos pedidos por alguma agência, nem uma resposta ou um prazo firme para os relatórios. Continua sem resposta a questão de se todos os marinheiros que precisaram de ajuda a receberam.

    Ainda em aberto

    Até 9 de outubro, não foi possível confirmar o aceite dos pedidos por alguma agência, respostas ou prazos para os relatórios. As reportagens ainda não estabelecem se todos os marinheiros que precisaram de ajuda a receberam.

  2. Confirme a chegada de 8 de outubro e, em seguida, acompanhe se os avaliadores independentes terão acesso aos registros sobre prorrogações, reabastecimento e atendimento e estabelecerão padrões sustentáveis para as missões.

    Ainda em aberto

    A chegada a North Island em 8 de outubro está confirmada. Continua em aberto se os avaliadores independentes terão acesso aos registros sobre prorrogações, reabastecimento e atendimento, e se estabelecerão padrões sustentáveis para as missões. 17724106

Agora

O retorno do porta-aviões em 8 de outubro encerra quase onze meses de separação. O novo detalhamento do capitão sobre oito tentativas de suicídio torna mais incisivas as questões de bem-estar que ainda não se confirmou que os avaliadores independentes irão examinar.

Brent Ledbetter conheceu seu filho de dez meses, Nathan, pela primeira vez quando o USS Abraham Lincoln voltou para casa. A NBC News mostrou o marinheiro reencontrando a esposa, Jessica, e a criança cuja vida, até então, havia transcorrido sem a presença dele. Quase um ano inteiro se passou antes que pai e filho se conhecessem. 4

O porta-aviões atracou na Estação Aérea Naval de North Island, em San Diego, em 8 de outubro de 2026, trazendo para casa cerca de 5.000 marinheiros e fuzileiros navais após quase onze meses fora. Milhares foram recebê-los. O retorno encerra a separação, mas não responde às questões levantadas pelas oito tentativas de suicídio divulgadas em todo o grupo de ataque do porta-aviões nem pelos relatos de familiares sobre escassez e exaustão. 11

Em 8 de outubro, a HeyDay News informou que a chegada ainda estava por acontecer, que o secretário de Defesa Pete Hegseth havia concedido uma Citação Presidencial de Unidade ao grupo de ataque e que parlamentares buscavam avaliações independentes do bem-estar da tripulação. A atracação agora está confirmada. A nova informação relevante é o detalhamento do capitão: cinco tentativas de suicídio a bordo do Lincoln e três em navios de apoio. 5 177

A Marinha contou 64 pais entre os primeiros marinheiros a desembarcar e conhecer seus bebês. O capitão Daniel J. Keeler apresentou uma contagem mais ampla, de 122 novos pais, incluindo a ala aérea. Outros relatos usaram 60 ou quase 60; essas contagens, com escopos diferentes, não devem ser somadas. 7 9

Fatos principais

  1. 8Tentativas de suicídio divulgadas em todo o grupo de ataque 2611
  2. 5Tentativas a bordo do Lincoln, segundo seu capitão 5
  3. 3Tentativas em navios de apoio, segundo seu capitão 5

O que as informações sobre bem-estar comprovam

O secretário interino da Marinha Hung Cao divulgou as oito tentativas em uma carta de 22 de setembro à senadora Kirsten Gillibrand; a informação passou a ser publicada no dia seguinte. O escopo era o grupo de ataque, não apenas o porta-aviões. O novo detalhamento de Keeler esclarece onde ocorreram as tentativas, mas nenhum dos relatos comprova que elas envolveram oito pessoas diferentes. A lista oficial da liderança da Marinha confirma o nome do capitão como Daniel J. Keeler. 193 26 5 192

Keeler disse que não houve suicídios nem mortes a bordo do Lincoln. Relatos anteriores sobre a carta de Cao afirmaram que nenhum militar do grupo de ataque havia morrido por suicídio. São declarações sobre escopos diferentes, não evidências de que ninguém tenha sofrido danos graves ou de que todos tenham se recuperado. A afirmação separada de Hegseth de que não houve baixas em combate nem acidentes com aeronaves descreve resultados operacionais, não a ausência de emergências de saúde mental. 5 28 23

Informações divulgadas anteriormente descreveram duas emergências distintas. Em março, colegas intervieram quando um marinheiro tentou pular ao mar; ele recebeu atendimento imediato e voltou ao porto de origem. No início de agosto, um marinheiro da ala aérea caiu ao mar, foi resgatado de helicóptero, recebeu atendimento a bordo e foi transferido para acompanhamento. O resgate de agosto não deve ser contado como uma nona tentativa. As circunstâncias das outras seis tentativas e os resultados clínicos a longo prazo continuam sem esclarecimento público. 78

Familiares relataram escassez de alimentos e produtos de higiene, refeições racionadas, mofo, longas jornadas e piora do moral. São experiências relatadas, não o resultado de uma inspeção concluída em todo o navio. A esposa de um marinheiro transmitiu à MS NOW uma mensagem de texto dele: “Acho que o navio finalmente está me afetando.” Essa é uma expressão individual de sofrimento, não um diagnóstico. 11 17 3

A frequência das refeições e a variedade do cardápio podem ser descritas com precisão sem que a controvérsia seja resolvida. Quatro horários de refeição não comprovam porções adequadas, acesso confiável durante turnos longos ou suprimentos de higiene suficientes. A redução da variedade, por si só, não comprova racionamento. Faltam informações sobre a duração, a gravidade e a distribuição da escassez.

Hegseth negou relatos de que os suprimentos estavam diminuindo e de que o moral estava baixo, embora tenha reconhecido que o reabastecimento não foi fácil. Durante sua visita em 7 de outubro, assumiu a responsabilidade pelas prorrogações: “Fui eu quem assinou aquele livro de ordens — duas vezes — para prorrogar a missão de vocês”, seguido de “Eu me declaro culpado”. Essas decisões foram tomadas pela alta liderança; pela tripulação, não. 15 23

Uma longa missão, não tempo ininterrupto no mar

O Lincoln partiu de San Diego em 21 de novembro de 2025, inicialmente com destino ao Pacífico e previsão de retorno na primavera. Foi redirecionado para o Oriente Médio durante a guerra que Estados Unidos e Israel iniciaram contra o Irã no fim de fevereiro. O grupo apoiou ataques da Operação Epic Fury e, em seguida, realizou operações de segurança marítima pelo Estreito de Ormuz e um bloqueio ao tráfego nos portos iranianos. O USS George Washington o substituiu em agosto. 181 1 8 16

O relato do The Guardian publicado em 8 de outubro calculou a missão em 321 dias; o da NPR, publicado em 9 de outubro, usou 322. As datas confirmadas de partida e chegada têm 321 dias transcorridos entre si, ou 322 datas do calendário quando se contam ambas as extremidades. Isso explica de forma plausível a principal diferença, sem estabelecer a convenção de contagem de cada veículo. Nenhum dos totais significa tempo ininterrupto no mar. 11 7 177

A cronologia das escalas é suficientemente clara para evitar esse equívoco: o Lincoln chegou a Laem Chabang, na Tailândia, em 2 de setembro, partiu em 6 de setembro e chegou ao porto de Apra, em Guam, em 19 de setembro, para uma parada logística. A volta para casa ocorreu depois dessas visitas. 113 116 67

Os números de dias sem escala são menos definidos. Em 8 de outubro, o The Guardian publicou o número do Departamento de Defesa: 264 dias consecutivos, descritos oficialmente como um recorde na história naval moderna; a NBC News informou 286 dias sem uma escala em porto. O relato da NPR de 9 de outubro usou 265 dias ininterruptos. As reportagens não comprovam de forma independente um recorde de toda a história naval. 11 14 7

A USNI identifica 11 de dezembro como a escala anterior, mas não foi possível recuperar a descrição completa dessa parada. Se essa for a data inicial relevante, 2 de setembro ocorreu 265 dias depois, com 264 dias de calendário estritamente entre as datas — uma possível explicação para a contagem, não uma convenção confirmada. Separadamente, o Stars and Stripes descreveu 286 dias antes de uma visita completa e 208 dias consecutivos no mar. A cobertura da Tailândia publicada pelo The Guardian em setembro usou 270. Esses períodos continuam sem conciliação e não são intercambiáveis. 113 112 202

Uma condecoração de combate não atesta o bem-estar

A Citação Presidencial de Unidade de 7 de outubro reconheceu o grupo de ataque, incluindo a Ala Aérea de Porta-Aviões 9 e os navios que o acompanhavam. Segundo a NPR, a condecoração atribui ao grupo 3.693 missões de combate, o afundamento de 64 navios de guerra iranianos, 450 lançamentos de mísseis Tomahawk, a destruição de 77 drones de ataque unidirecional e 21 mísseis de cruzeiro antinavio, além da defesa contra outras quatro embarcações. São alegações oficiais da condecoração, não resultados auditados de forma independente. Os navios de apoio foram identificados como plataformas de lançamento de Tomahawk; nem todos os lançamentos devem ser atribuídos ao Lincoln. 16 9

Os totais operacionais também exigem que seus limites sejam preservados. Em 8 de outubro, a NPR informou que a citação mencionava 1.37 milhão de libras de munições; naquele dia, a WRAL divulgou o número de 1.5 milhão de libras de Hegseth. A diferença de escopo não foi esclarecida. O segmento da ABC sobre o retorno para casa citou 10.000 surtidas, atribuídas a Hegseth, enquanto o repórter Louis Martinez informou 13.000 voos, incluindo cerca de 4.000 missões de combate. Esses números se sobrepõem e não podem ser somados. 16 18 9

O tenente-general aposentado do Exército Mark Hertling argumentou na MS NOW que o bom desempenho dos marinheiros não invalida relatos de escassez e que os líderes devem apoiar os marinheiros e suas famílias. O ex-piloto do Lincoln Matthew “Wiz” Buckley chamou a missão de “um sucesso retumbante”. São avaliações, não conclusões de uma investigação sobre os cuidados prestados. 3 20

O escrutínio independente ainda está pendente

As cartas do senador Ruben Gallego, de 7 de outubro, solicitaram duas avaliações distintas. Ele pediu ao inspetor-geral do Departamento de Defesa, Platte B. Moring III, que examinasse o planejamento, as duas prorrogações, a escassez, o reabastecimento, a fadiga, as respostas da liderança e o acesso a serviços de saúde mental — inclusive se alguém que buscou atendimento deixou de recebê-lo. 106

Separadamente, ele pediu ao controlador-geral interino Orice W. Brown que o Escritório de Prestação de Contas do Governo (GAO) avaliasse se a Marinha consegue manter missões prolongadas com segurança, abrangendo logística, manutenção, bem-estar, prontidão e retenção de pessoal. Ele pediu padrões mensuráveis para duração, descanso, escalas em portos, reservas, capacidade de atendimento em saúde mental e recuperação após a missão. 24

Até 9 de outubro, não há confirmação de que alguma agência tenha aceitado os pedidos, apresentado uma resposta substantiva ou definido um prazo firme para os relatórios. Isso não comprova rejeição ou inação; significa que a situação não foi verificada. A entrevista coletiva de Keeler sobre qualidade de vida não foi uma resposta a uma avaliação independente. A CNN também noticiou uma transferência prevista para manutenção no estado de Washington dentro de alguns meses, mas nenhum cronograma exato foi confirmado. 24 106 165 5

As famílias estão com seus marinheiros em casa. A liderança ainda lhes deve algo que a comemoração não pode oferecer: um balanço baseado em evidências do que aconteceu, dos cuidados prestados depois e do que mudará antes que outra tripulação enfrente as mesmas exigências.

Conforme exibido 40 linhas
  1. On October 8 we reported Lincoln's return was pending. The carrier has now docked. About 5,000 sailors and Marines are home after nearly eleven months away. The Navy disclosed eight suicide attempts across their strike group during the deployment.
  2. Will independent reviewers examine the decisions that kept them deployed, and whether sailors could get the supplies and care they needed?
  3. Thousands welcomed the crew at Naval Air Station North Island in San Diego. The carrier arrived on October 8. Sailor Brent Ledbetter met his ten-month-old son Nathan for the first time, rejoining his wife Jessica.
  4. The Navy counted 64 fathers among the first sailors to leave and meet their babies. Captain Daniel J. Keeler counted 122 new dads when the air wing was included. Other accounts used 60 or nearly 60. Those counts cover different groups, so they can't be added together.
  5. Acting Navy Secretary Hung Cao disclosed the eight attempts in a September 22 letter to Senator Kirsten Gillibrand. The disclosure became public the following day. At homecoming, Keeler gave a more precise breakdown of where the attempts happened.
  6. Keeler said five attempts happened aboard the Lincoln and three on support ships. He said there were no suicides or casualties aboard the carrier. Cao's earlier letter said no service members in the strike group had died by suicide.
  7. The strike group includes the carrier, its air wing, staffs and accompanying ships. The attempt count doesn't tell us how many different people were involved. And the command's statements about deaths don't tell families how everyone is recovering.
  8. Shipmates intervened during a sailor's crisis in March. That sailor received immediate care and returned to homeport. In early August, a different sailor was recovered from the sea by a search-and-rescue helicopter, treated aboard Lincoln and transferred for follow-up care.
  9. No life was lost in that rescue. The public details describe two separate emergencies, while the Navy's deployment-wide count remains eight attempts.
  10. Families described food shortages and rationed meals, along with shortages of hygiene products. They also described mold, long working hours, stress and worsening morale. Some said communication with loved ones was limited during the deployment.
  11. One sailor's wife relayed his text: “I think the boat is finally getting to me.” Navy leaders acknowledged that combat operations restricted opportunities to replenish supplies. Keeler said threats from Iran sometimes forced supply ships to change their movements.
  12. Cao said four nutritionally balanced meals were served daily. He also said meal options briefly fell from two to one. Keeler said sailors had access to four meals a day. Those statements describe both meal frequency and reduced choice.
  13. They leave open whether portions were adequate and whether sailors working long shifts could always get a meal. The duration and severity of the shortages families described still need examination.
  14. Defense Secretary Pete Hegseth accepted responsibility for extending the deployment twice during his October 7 visit. He told the crew, “I plead guilty.” He denied accounts of dwindling supplies and low morale, while acknowledging that resupply hadn't been easy.
  15. Senior leaders made those extension decisions. The crew had left San Diego on November 21, 2025, initially heading for the Pacific and expecting to return in the spring. Instead, the war with Iran redirected the carrier to the Middle East.
  16. The Lincoln supported flights and strikes inside Iran during Operation Epic Fury. It later helped secure or coordinate commercial shipping through the Strait of Hormuz and enforced a blockade on traffic to Iranian ports. USS George Washington relieved it in August.
  17. The United States and Israel began the war in late February, with combat beginning February 28. The award citation describes 40 days of combat starting then. The subsequent blockade lasted months, extending the group's duties beyond that combat period.
  18. The departure and arrival dates are 321 elapsed days apart. Counting both dates gives 322 calendar dates. That offers a plausible explanation for the one-day difference in deployment totals, although it doesn't explain how every count was made.
  19. Recent typical carrier deployments have lasted about seven months. Lincoln's tour stretched close to eleven. Its journey home also included port visits in Thailand and Guam.
  20. After departing November 21, Lincoln reached Laem Chabang, Thailand, on September 2 and left September 6. It arrived at Apra Harbor, Guam, on September 19 for a logistics stop, before returning to San Diego on October 8.
  21. The Defense Department described 264 days without a port call as a modern naval-history record. Other totals put that stretch at 265 or 286 days. The port visits make clear that the full deployment included time ashore.
  22. The smaller difference may come from counting days around a previous December 11 stop. From that date to September 2 is 265 elapsed days, with 264 calendar days strictly between them. The exact counting convention hasn't been explained.
  23. The 286-day figure also matches an inclusive count from the original departure to Thailand. That measures the broader voyage. Thailand coverage separately used 270 days, or 208 consecutive days at sea, and distinguished a full port visit from other stops. Those measurements still haven't been reconciled.
  24. Retired Lieutenant General Mark Hertling argued that strong sailor performance doesn't erase concerns about food and other conditions. Former Lincoln pilot Matthew “Wiz” Buckley called the mission a “resounding success” and said there were no operational mishaps.
  25. Hertling urged Navy leaders to learn from the deployment and support sailors and families. Buckley's assessment concerned operational performance. Hegseth also said the group had no combat casualties or aircraft mishaps. The Navy separately disclosed the mental-health emergencies.
  26. Previously listed support aboard included five chaplains, a psychologist, a clinical social worker and three behavioral-health technicians. An embedded prevention counselor and a facility dog were also listed. Whether sailors could obtain timely, confidential care is still unresolved.
  27. Families' accounts and the attempt figures don't tell us what caused any individual's crisis. That requires a closer examination of the people affected and the care they received.
  28. Hegseth presented the Presidential Unit Citation on October 7 to the carrier strike group, including Carrier Air Wing 9 and accompanying ships. The citation credits 3,693 combat missions, 64 Iranian warships sunk and 450 Tomahawk missiles launched.
  29. Supporting ships were identified as Tomahawk launch platforms. The launch total belongs to the group. The award's combat figures are official claims, and they haven't been independently audited.
  30. The citation credits 1.37 million pounds of ordnance delivered. Hegseth separately cited 1.5 million pounds. Nobody has explained the scope difference between those totals, so adding them would inflate the group's weapons use.
  31. The citation also credits destruction of 77 one-way attack drones and 21 anti-ship cruise missiles. Those threats targeted Lincoln or other strike-group ships. It credits defense against four fast-attack craft or explosive-carrying vessels, without counting those four as additional sinkings.
  32. Hegseth cited 10,000 sorties, meaning flights, and 23,000 combat flight hours. A separate total put flights at 13,000, including about 4,000 combat missions. The citation's 3,693 combat missions rounds to nearly 3,700. The broader flight totals still need explanation.
  33. Hegseth described 160 hours of nonstop operations at the start of Epic Fury. Officials aboard described one 60-hour stretch. Those figures may cover different periods. They describe operational intensity, without providing a complete account of each sailor's workload.
  34. Senator Ruben Gallego asked for two independent reviews on October 7. His letters seek scrutiny of the decisions behind Lincoln's deployment and a broader examination of whether the Navy can safely sustain extended tours.
  35. Gallego asked the Defense Department inspector general to examine planning, both extensions, shortages, resupply and fatigue. He also asked reviewers to examine leadership responses and mental-health access, including whether a sailor who sought care failed to receive it.
  36. That letter went to Inspector General Platte B. Moring III. The separate Government Accountability Office request went to Acting Comptroller General Orice W. Brown. It covers logistics, maintenance, welfare, readiness and retention across extended deployments.
  37. Gallego sought standards for deployment length, rest, port-call frequency and logistics reserves, as well as mental-health capacity and post-deployment recovery. He asked for accountability where policies weren't followed or systems fell short. Lawmakers had also requested an inspector-general review on August 17.
  38. The carrier is expected to move to Washington state in a couple of months for repairs and maintenance. An exact schedule hasn't been announced. The Navy says lessons from this deployment will help prepare future crews, but hasn't supplied a measurable corrective plan.
  39. The sailors are home, but we still don't know whether everyone who needed help received it. That is among the questions Gallego wants independent reviewers to examine.
  40. As of October 9, the inspector general and Government Accountability Office haven't publicly confirmed accepting or opening those reviews. No firm response or report deadline has been confirmed.

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